Cristãos e Esportes combinam? Parte I- Bezerro de Ouro

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Durante esses últimos meses em minha vida, muita coisa mudou desde que me aprofundei mais nas Escrituras. Particularmente, um assunto me despertou tanto o interesse que gostaria muito de compartilhá-lo depois do tempo que pesquisei.

Quanto mais eu descobria novas verdades para minha mente finita e quase inexperiente nesta vida, eu via que precisava cavar mais fundo até encontrar as jóias raras do solo bíblico. O que vou mostrar aqui é continuação de um sacrifício sincero de pesquisar, lapidar e escrever para que o povo de Deus venha a ser uma luz neste mundo caótico.

Esse tema que tenho instigado nas igrejas adventistas tem tido repercussões de vários locais, em especial nos EUA e principalmente no Brasil. Desde que publiquei meu artigo “Competindo em Nome de Deus”, recebi as mais diversas reações que se possa esperar de todo país praticamente. Apesar de que tenha sido motivo de apedrejamento em muitos lugares, recebi testemunhos maravilhosos de cristãos sinceros que leram minhas pesquisas e puderam evoluir na caminhada cristã.

Do que se trata esse artigo que foi tão polêmico afinal? Para resumir bastante, eu tratei nele sobre esportes, competições, jogos, torneios, e outras atividades competitivas que frequentemente estão no cotidiano e também no meio adventista. Eu coletei muitas informações sobre esse tópico, portanto dividirei minhas postagens para poder explicar as conclusões que, particularmente, creio ter respaldo tanto bíblico quanto do Espírito de Profecia. (Para quem quiser o artigo, pode pedir para mim pelo facebook ou pelo email que se encontra ao final desta postagem).

“Há algum problema com os esportes ou atividades recreativas competitivas?”

Deve ser a pergunta da maioria dos leitores até este ponto; mas, antes de responder a essa pergunta, que tal avaliarmos outras primeiro?

Tais atividades trazem satisfação verdadeira?

Há textos na Bíblia que nos orientem quanto à recreação verdadeira e à falsa?

O que Ellen White orientou quanto a jogos, esportes etc?

Se há algo de errado nessas atividades, como poderemos nos recrear segundo a vontade de Deus?

Creio que se o leitor conseguir responder a essas perguntas ao final de todas as minhas considerações, conseguiremos evoluir no Reino de Deus.

Indo ao que interessa, preciso contar duas historinhas que serão suficientes para minha primeira postagem sobre este tema. A primeira aconteceu com o povo de Israel logo que saíram do Egito, e a segunda se passou na escola de Avondale na Austrália após uma visita de Ellen White.

Que cristão não conhece a história do famoso Bezerro de Ouro? Seja na Escola Sabatina ou numa pregação de Sábado pela manhã, todo mundo já ouviu ou leu sobre esse triste episódio dos israelitas.

  “Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.” (Êxodo 32:1)

Bastou o povo achar que Moisés estava demorando e logo se corromperam, basta acharmos que Cristo está demorando demais e adivinha o que acontece conosco? Quando o ser humano está em estado de ócio, encontra-se sujeito à perversão. A situação de anomia é suficiente para inclinar-nos para o pecado assim como as Leis da Natureza dizem que o Universo tende ao caos. E foi exatamente isso que aconteceu com o povo no passado.

Um fato curioso desse relato é que a maioria das pessoas interpreta que o povo de Israel estava querendo descartar o Deus que acabara de livrá-los do Egito. Na verdade, o povo de Israel pede para Arão fazer “deuses” (Elohim), mas o verso 5  do capítulo 32 diz que fariam uma “Festa ao Senhor” no dia seguinte. Não parece estranho? Se eles estavam em idolatria, para quê festejar ao Senhor? Simples, eles pensavam que ao construir símbolos poderiam representar Deus (de forma visível e palpável) para então adorá-lo. Trocando em miúdos, o povo poderia pensar que estava adorando a Deus da forma correta, mas o costume egípcio gritou mais forte.

Desta feita, a quebra mais explícita de mandamento foi do segundo:

“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

Não te encurvarás a elas nem as servirás.”(Êxodo 20:4-5)

“O resultado da murmuração e incredulidade foi que Arão fez para o povo um bezerro de ouro para representar a Deus. Proclamou então que esse ídolo era Deus, e foi gerado grande entusiasmo em torno desse falso deus.” (Ellen White,  Review and Herald 06/09/1906)

Não tenho tempo nem espaço para fazer uma análise de todo o capítulo 32 (bem que queria), mas um verso merece nossa atenção de maneira especial, e é nele que vamos nos deter.

“E no dia seguinte madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se a comer e a beber; depois levantou-se a folgar.”(Êxodo 32:6)

Logo depois que Arão não foi firme na decisão de ficar ao lado de Deus, a Bíblia relata que o povo madrugou no dia seguinte e logo eles se levantaram para 3 atividades: comer, beber e FOLGAR.

Esse último verbo me chamou a atenção durante muito tempo porque não entendia direito do que se tratava. Algumas versões de língua portuguesa traduzem como “divertir-se”, o que atiça mais ainda nossa curiosidade. O que você entende quando se diz que alguém tirou o dia de folga? E ainda mais que tirou uma folga para divertir-se?
A leitura fica mais interessante ainda se analisarmos a versões inglesas:

Versão King James:

“And they rose up early on the morrow, and offered burnt offerings, and brought peace offerings; and the people sat down to eat and to drink, and rose up to play.”

*Que é igual à Standard Versioin, versão The Scriptures,Holman Christian Standard Bible,Douay-Rheims Bible e tantas outras com o verbo “To PLAY” no final.

Note, porém, como a John Nelson Darby apresenta sua versão:

“And they rose up early on the morrow, and offered up burnt-offerings, and brought peace-offerings; and the people sat down to eat and to drink, and rose up to sport.”

“Sport? Deve ter algum erro nisso, não pode ser que a Bíblia esteja dizendo que o povo de Israel se levantou naquele meio de idolatria para fazer jogos, brincadeiras ou praticar esportes”- Talvez alguém indague.

Será mesmo que não?

É claro que não podemos negar que essa corrupção do povo teve uma conotação imoral e sexual, mas será que não podemos incluir que houve algum tipo de jogo na festa? Vamos ver o hebraico?

Eu não sou especialista no idioma, mas com o material que tenho, posso chegar à conclusão que esse último verbo  “לְצַחֵק” (tsahaq) não tem sentido unicamente sexual. Segundo o Dicionário Bíblico Strong, tsahaq pode ser:

“laugh, mock, play, make sport;

A primitive root; to laugh outright (in merriment or scorn); by implication, to sport — laugh, mock, play, make sport”.

Ou seja, rir, divertir-se, brincar com (fazer esporte) e zombar são possibilidades de tradução dessa palavra, tanto que os textos sobre o riso de Sara (em Gênesis) e os jogos/brincadeiras que fizeram de Sansão (no Livro de Juízes) após perder sua força se valem do mesmo verbo, logo seu uso é bem rico.

Outra fonte (http://www.hebraico.pro.br/) diz que esse verbo significa:

“rir; brincar; gracejar, debochar”

A própria Ellen White escreve que

“Ao ver Arão que a imagem que cinzelara agradara ao povo, orgulhou-se de sua obra. Edificou um altar diante do ídolo, “apregoou e disse: Amanhã será festa ao Senhor. E, no dia seguinte, madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se a comer e a beber; depois, levantaram-se a folgar”. Êxo. 32:5 e 6. Beberam e festejaram, e se entregaram a alegrias e a danças, que terminaram nas vergonhosas orgias que assinalavam o culto pagão dos falsos deuses.”

Testemunhos para Ministros e Obreiros Missionários página 100

Note que ao comentar sobre a “folga” de Israel, ela primeiro diz que eles “se entregaram a alegrias e danças” e que só depois resultou em “orgias que assinalavam o culto pagão dos falsos deuses”. Está claro, temos evidências suficientes para dizer que o verso 6 comenta sobre algo além de práticas sexuais no seu momento de “alegria”. 

“Ok, mas você não me convenceu de que nesse episódio de Israel teve relação com jogos e esportes.”

Eu também não acreditei, mas é por isso que preciso contar uma segunda história que aconteceu na Austrália.

Perto dos anos 1900, uma escola adventista estava engatinhando na Austrália, seu nome era Avondale. E. R. Palmer e C. B. Hughes, o diretor administrativo da escola e o outro o diretor financeiro, pediram para que Ellen White conversasse com os alunos da escola durante uma manhã para aconselhá-los (lembre que esse período Ellen White morava na Austrália ajudando alguns missionários e aprimorando seu dom profético). O plano dos dois era agrupar todos os alunos para praticar alguns esportes e jogos logo depois que eles acabassem a reunião com a irmã White.

Naquele período, as escolas que eram de caráter adventista foram orientadas pela dona Ellen a não ministrar ou organizar esportes para os alunos. Quando por intermédios de terceiros Ellen White soube que o colégio em Battle Creek(nos EUA) tinha organizado times esportivos de baseball, rugby e boxe, ela escreveu para William Warren Prescott, diretor do colégio em Battle Creek:

“Não tem os jogos, suas premiações e o uso de luvas de boxe educado e treinado na direção de Satanás? (…) O tempo é demasiado cheio de provas futuras para o usarmos educando a juventude em diversão e jogos.”

( E.G.White Document File 249d. A sheaf of correspondence between E. G. White in Australia and W. W.Prescott regarding school matters in Battle Creek, particularly sports and amusements, is on file in Loma Linda University Heritage Room.)

Depois de seguidas advertências quanto ao proceder errôneo de aderir aos esportes, a escola informou, por intermédio de uma carta do diretor Prescott, à Ellen White que não mais organizaria ou incentivaria esportes no colégio, e que as atividades físicas realizadas seriam unicamente em prol do bem da sociedade (essa carta de retratação é o registro  “Document File 249d”, para quem quiser posso ajudar a encontrar para ler na íntegra).

Foi com pesar, que a escola de Avondale tropeçou aparentemente no mesmo erro, e, logo em seguida, Ellen White também teve uma visão sobre o que acontecera com os alunos após seu aconselhamento requisitado pelos diretores naquela manhã. Baseado no que ela viu na escola e no que Deus lhe mostrou em visão, na manhã após aquela tarde de esportes, ela foi encontrar-se com o diretor Hughes para repreender a atitude que fora liberada e estimulada por ele e Palmer (os líderes máximos do colégio).

Depois de ter explicado o erro para Hughes, Ellen White pediu para conversar com os estudantes. A princípio, ele ficou receoso de permitir que ela repreendesse os alunos porque sabia que a mensagem dizia respeito aos esportes, mas foi lhe foi permitido conversar com eles.

Ok, mas o que isso tem a ver com o Bezerro de ouro?

O mais interessante disso tudo foi o argumento que Ellen White usou para condenar a tarde de esportes, os relatos desse episódio podem ser achados em “Ellen G. White Volume 4- The Australian Years 1891- 1900, By Arthur L. White”, neste trecho se descreve a reação de Hughes após a explicação de Ellen White:

“One of the first references he turned to related to the children of Israel, when they ‘sat down to eat and drink, and rose up to play.’ Nor were other texts any more helpful. When he came to recognize that winning in games meant others must fail, he was led to conclude that the spirit of most games and sports was not the right spirit of the adult Christian.”(4BIO página 441)

Para os que não dominam a língua inglesa, o texto está afirmando algo incrível. Por intermédio do Espírito Santo, Ellen White usou Êxodo 32:6 para repreender os esportes na Austrália. Textualmente falando, isso é fantástico! O significado da palavra e o contexto que vimos anteriormente no episódio do bezerro de ouro batem com o que Ellen White fez! Ela conduziu o povo ao entendimento da vontade de Deus usando o mesmo texto que descrevia a idolatria feita pelo bezerro de ouro. Perfeito, tudo se encaixou no final!

Com base na argumentação de Ellen White, Hughes entendeu que se alguém vencesse em qualquer jogo, isso implicaria que alguém deveria perder, logo, ele concluiu que aquele não era o espírito para “Cristãos adultos.”- É o que está em inglês.

“Não acredito mais no Antigo Testamento, nem em Ellen White, você não pode usar esses textos para concluir nada.”- Diria algum desesperado.

Bem, nada melhor então do que usar o Novo Testamento com o Apóstolo Paulo exortando a Igreja de Corinto:

“Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-separa folgar.” 1 Coríntios 10:7

Não há como negar, essa passagem é muito importante para nós cristãos atualmente: foi usada na época de Moisés, usada na exortação de Paulo e utilizada na argumentação de Ellen White para repreender práticas esportivas.

Veja as palavras de Ellen White quanto ao ocorrido em Avondale:

“Durante a noite, fui testemunha do que se realizara nos terrenos da escola. Os alunos que tomaram parte na grotesca pantomima apresentada, representaram a mente do inimigo, alguns por maneira deveras imprópria. Foi-me apresentada uma visão das coisas, visão em que os alunos estavam jogando partidas de tênis e de críquete. Foram-me dadas então instruções quanto ao caráter dessas diversões. Elas me foram mostradas como uma espécie de idolatria, como os ídolos das nações. CP 350.1

Havia, no campo de esportes, mais que espectadores visíveis. Satanás e seus anjos ali estavam, produzindo impressões nas mentes humanas. Anjos de Deus, que ministram aos que hão de herdar a salvação, também se achavam presentes, não para aprovar, mas para dar sua desaprovação. Sentiam-se envergonhados de que tal exibição fosse apresentada por professos filhos de Deus. As forças do inimigo obtiveram decidida vitória, sendo Deus desonrado. Aquele que deu a vida para purificar, enobrecer, santificar os seres humanos, foi ofendido com o que ali se fez.” CP 350.2

Outra:

Essas coisas são a repetição do procedimento de Arão, quando, junto ao Sinai, permitiu o princípio do erro, consentindo entrar no acampamento de Israel o espírito de orgia e vulgaridade.(…) Levou tempo e uma enorme soma de labor e aflições, para desfazer a influência do procedimento na escola de Avondale, naquela quarta-feira de tarde. A experiência, porém, foi uma lição que ajudou as pessoas à testa da escola a compreender a tendência de tais diversões.” CP 351.3

Não soa estranho? As atividades praticadas não eram necessariamente violentas (Cricket e Tenis!), não se estava jogando fazendo apostas, não se tratava de nenhum torneio da escola e o diretor relatou que achou que não houvera nenhum excesso. Então por que Ellen White tomou uma atitude tão radical de condenar um simples jogo? Ela chegou a chamar aquela tarde de aparente equilíbrio, prazer e alegria esportiva dos jovens como”espécie de idolatria”! A pergunta mais óbvia a se fazer agora seria: “Se sou cristão, devo me envolver com idolatria?”.

“Reuniões para a fruição de prazeres frívolos e mundanos, ajuntamentos para comer, beber e cantar, são inspirados por um espírito inferior. Representam uma oferenda a Satanás. Exibições desenfreadas de bicicleta são ofensa a Deus. Sua ira está inflamada contra os que fazem tais coisas. Nessas satisfações pessoais a mente se torna atoleimada, como ocorre com a embriaguez. A porta é aberta para associações vulgares. Os pensamentos, autorizados a correr por um canal de baixo nível, logo pervertem todas as faculdades do ser. Como o Israel do passado, os amantes dos prazeres comem e bebem, e se levantam para folgar. Há risos e bebedices, gritaria e farra. Em tudo isto os jovens seguem o exemplo dos autores dos livros postos em suas mãos para estudo. O maior de todos os males é o permanente efeito que essas coisas exercem sobre o caráter. “Conseslho sobre Educação 234.1

Coincidência ela parafrasear Êxodo 32:6 para falar de esportes e reuniões de prazeres?

Quero deixar claro que não é minha intenção dizer que o episódio do bezerro de ouro se resumiu a uma grande tarde de vôlei ou que os alunos em Avondale participaram de uma grande orgia e perversão sexual. A questão é que, Ellen White diz que o que aconteceu num episódio foi “repetição” do outro, uma afirmação bem interessante e que pode ter dois sentidos:

1) O episódio do Bezerro de ouro e de Avondale podem ter tido algum fator em comum que foi praticado pelos dois grupos citados cada um em seu contexto (como a prática esportiva, por exemplo).

2) Ellen White usou sua autoridade profética para comparar o que houve no livro de Êxodo com Avondale, ou seja, mostrando que o caráter da atividade na Austrália era uma repetição do que houve há milênios com o povo de Israel (ainda que no deserto não tivessem praticado esportes, por exemplo).

Independente da interpretação mais plausível, ou que tenha mais evidências escriturísticas, as duas hipóteses não são auto-exclusivas. E mesmo que fossem, será que, se no Êxodo realmente não tivessem praticado esportes, Ellen White teria usado uma comparação de conotação pervertida, sexual, reprovativa e pecaminosa para aprovar o que houve em Avondale? Parece-me que se levarmos em conta que não houve esporte depois da saída do Egito, a comparação de Ellen White fica mais severa uma vez que ela compara uma tarde de recreação aparentemente “saudável”, cristã e feliz (segundo os diretores do colégio) com um dos episódios mais trágicos do povo de Israel, em que resultou na quebra literal e espiritual da Lei de Deus.

Esclareceremos melhor o mundo dos esportes do Egito em outra parte dessa série de artigos.

Eu estou orando para o Espírito Santo ter lhe influenciado a ficar curioso pela minha “Parte II”, essa introdução já seria o suficiente para podermos descartar 90% das atividades esportivas que costumamos ter dentro da IASD, mas eu vou tirar tempo para tentar explicar o quanto for preciso! Entender os princípios que tornam algo ilícito é muito mais importante que escrever uma checklist de coisas que nós não podemos fazer.

Por favor, enquanto você estiver estudando sobre o assunto, peça para Deus ajudar a trazer a Luz que Ele quer nos dar, o senso de urgência que devemos ter por obedecê-lo cada vez mais antes da volta de Jesus, coragem para mudar algo que talvez você nunca tivesse pensado que fosse errado, força para prosseguir na sua decisão e solicitude de passar esse conhecimento adiante!

Para fixar a mensagem deste meu último texto, preste atenção neste vídeo que aborda exatamente o mesmo tema:

Para quem quiser ter acesso a mais dessas fontes históricas que citei, basta procurar nos seguintes artigos adventista Ministry Magazine :

“Do Sports belong in SDA Schools?” de David C. Nieman

“Ellen G. White and Competitive Sports” de Ron Graybill

(Os próximos textos desta série irão abordar assuntos como: Origem e Influência dos esportes, Argumentos contrários à prática esportiva/competitiva por cristãos, como praticar atividades físicas como nos foi orientado, resposta às dúvidas dos leitores e o testeumnho mundial do que aconteceu com a escola de Avondale depois do que Ellen White orientou, não percam!).

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”

Filipenses 4:8