Retiro Espiritual, uma santa convocação para nossos dias #partiuacampar

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Saudações leitores!!!

Eis que chega a nós, adventistas brasileiros, um dos momentos mais aguardados do ano: o acampamento. Para muitos esse será um momento de grande descontração, diversão, formação de novas amizades, gincanas, fogueiras, etc. Para outros será uma boa oportunidade para aprender mais de Deus, ficar mais perto de Suas obras criadas e experimentar uma maior comunhão com Ele.

Mas,

E para você, o que significa este breve recesso durante o período de Carnaval?

Leia o texto e a seguir e descubra por que essa é uma reunião de extrema importância para o povo de Deus. E, como diria nosso amigo Matheus Fugita,

Enjoy It!

Sou adventista de berço. Por essa razão sempre procurei participar de quase todos os retiros espirituais de minha congregação. Por essa mesma razão eu pude acompanhar a mudança que tivemos em nossos modelos de retiros.
Sou do tempo em que se cantavam corinhos e hinos, mesmo que tivesse apenas um violão para acompanhar, e as pessoas sabiam as letras decoradas, e aqueles que não sabiam acabavam aprendendo durante os 5 dias de duração. Não éramos tão dependentes de datashows para projetarem as músicas ou de CD’s Jovens que apenas os jovens soubessem cantar, afinal o retiro era feito e planejado para todas as idades. Também me recordo de uma época em que a agenda era preenchida com oficinas e palestras sobre saúde, música, culinária, modéstia, grupos de estudo e outros temas importantes para a vida cristã, e – pasmem! – todos participavam, desde à criança até o povo da cozinha que escutava tudo fazendo nossas refeições. Gincanas e brincadeira até havia, mas não era a parte principal da reunião muito menos o fator estimulante para que os acampantes colaborassem lavando panelas, ajudando na cozinha, limpando a área ou o que quer que fosse necessário. Nenhuma programação, fosse ela esportiva ou espiritual era rejeitada. Lembro ainda que as pessoas gostavam de acordar cedo para as revigorantes meditações matinais e não ficavam dentro de suas barracas até a hora que bem entendessem, como se o retiro espiritual fosse mais um grande spa feito apenas para saciar sua necessidade de relaxamento, algo como uma mini férias.

Porém, talvez essa inversão de valores e ideias acerca do que realmente é um retiro espiritual se deva a falta de conhecimento sobre a verdadeira importância dessa reunião e do que Deus deseja que realmente façamos durante os dias em que passamos acampados. Para isso, o Senhor nos deixou claras instruções em Sua Palavra e nos escritos proféticos com o intuito de não sermos ignorantes sobre este assunto.

Respondendo à pergunta feita no título deste post um retiro é muito mais do que um simples acampamento de carnaval ou de verão, como alguns o chamam. Talvez por causa dessa troca de nomes venhamos perdendo a noção de reverência e adoração que a definição “retiro espiritual” traz implícita. Contudo, o retiro espiritual cabe também em um termo que a Bíblia chama de Santa Convocação. Como tudo isso está relacionado veremos a seguir. Vamos começar dando uma breve lida no início de Levítico 23.

“Depois disse o Senhor a Moisés: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis como santas convocações, são estas: Seis dias se fará trabalho, mas o sétimo dia é o sábado do descanso solene, uma santa convocação; nenhum trabalho fareis; é sábado do Senhor em todas as vossas habitações. São estas as festas fixas do Senhor, santas convocações…”(Levítico 23:1-4)

A palavra traduzida por “festa” (reunião e solenidade em outras traduções) provém de duas palavras utilizadas no original hebraico: mo’ed e hag. A palavra mo’ed enfatiza mais o tempo de duração da festa e um dos possíveis significados de hag seria “fazer uma peregrinação, empreender uma jornada de peregrinação com o objetivo de adoração” (CBA, vol.1, pág. 868). Hag é utilizada para descrever apenas três das seis festas anuais do povo judeu: Festa dos Pães Asmos, Festa das Primícias e Festa dos Tabernáculos. “Três vezes no ano Me celebrareis festa [hag]” (Ex 23:14). Para celebrar essas festas o povo deveria “fazer uma peregrinação”.

Dentre as três festas citadas acima uma merece nossa maior atenção. A Festa dos Tabernáculos “era a última festa do ano religioso e normalmente ocorria durante o mês de outubro, depois de terminada a colheita de outono e de se armazenarem todos os frutos. Era um momento de alegria para todos. O Dia da Expiação havia passado, todos os mal-entendidos haviam sido resolvidos e os pecados, confessados e abandonados. Era, portanto, a ocasião mais feliz do ano, quando amigos e vizinhos renovavam o companheirismo e moravam juntos em amor e harmonia.” – CBA, vol. 1, pg. 873

A descrição acima não lhes parece um grande retiro ou acampamento?

Ao povo era recomendado que habitassem em cabanas ou tendas, formados por “ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras” (Levítico 23:40) para que se alegrassem perante o Senhor e recordassem que Ele os havia libertado da escravidão egípcia. Dadas as condições da época deve-se supor que a viagem não era muito confortável e o conforto de suas tendas em nada deveria se assemelhar ao de suas casas, no entanto nada disso os impedia de desfrutarem das bênçãos desta festa e do convívio com outros irmãos. “Este exemplo de devoção a Deus deve dar ênfase à importância do culto religioso, e à necessidade de subordinar nossos interesses egoístas, mundanos, aos que são espirituais e eternos. Incorremos em perda quando negligenciamos o privilégio de nos associarmos, a fim de fortalecer-nos e encorajar-nos uns aos outros no serviço de Deus – PP 397.”

“Antigamente o Senhor instruiu Seu povo a se reunir três vezes por ano para tributar-Lhe culto. A essas santas convocações ia o povo de Israel, levando dízimos, ofertas pelo pecado e ofertas de gratidão à casa do Senhor. Encontravam-se para contar as misericórdias de Deus, tornar-Lhe conhecidas as Suas maravilhosas obras e dar louvores e ações de graças ao Seu nome. […] Assim deviam eles ser guardados do poder corruptor da mundanidade e da idolatria. A fé, o amor e a gratidão deviam ser mantidos vivos no coração deles e, por meio de sua associação nesse sagrado serviço, deviam ser mais estreitamente ligados a Deus e uns aos outros. […] E, houvessem elas sido conservadas como era intenção do Senhor, no espírito do verdadeiro culto, e a luz da verdade poderia haver sido comunicada por meio deles a todas as nações do mundo. […] O Senhor viu que essas reuniões eram necessárias à vida espiritual de Seu povo. Precisavam desviar-se de seus cuidados terrenos para comungar com Deus, e contemplar as realidades invisíveis. Se os filhos de Israel necessitavam dessas santas convocações em seu tempo, quanto mais as necessitamos nós nos derradeiros dias de perigo e conflito! E se o povo do mundo então precisava da luz que Deus confiara a Sua igreja, quanto mais dela necessitarão eles agora!” TS2 379.3

BOM SERIA QUE O POVO DE DEUS NA ATUALIDADE TIVESSE UMA FESTA DOS TABERNÁCULOS — uma jubilosa comemoração das bênçãos de Deus a eles. Assim como os filhos de Israel celebravam o livramento que Deus operara a seus pais, e sua miraculosa preservação por parte dEle durante suas jornadas depois de saírem do Egito, devemos nós com gratidão recordar-nos dos vários meios que Ele ideou para nos tirar do mundo, e das trevas do erro, para a luz preciosa de Sua graça e verdade. PP 396.7
Felizmente, Deus nos tem dado a oportunidade de ainda hoje podermos celebrar uma Festa dos Tabernáculos, não nos mesmos moldes de antigamente e nem na mesma data, mas com o mesmo propósito divino de agradecer a Ele pelas bênçãos misericordiosamente concedidas a nós. Como podemos analisar a ideia de retiro espiritual não nasceu da cabeça de algum líder de nossa igreja, mas antes foi uma ordem divina decretada pelo próprio Deus para que Seu santo povo pudesse adorá-lo reunidos como irmãos.

Sendo um evento inspirado pelo Senhor seu objetivo deveria ser muito mais elevado do que apenas nos retirarmos das cidades com a intenção de afastar-nos das festas carnavalescas. Se fosse apenas por isso, bastaria ficarmos dentro de nossas casas durante o feriado ou até mesmo viajar para um local que não fosse tão influenciado pelas festas, no entanto os planos de Deus vão muito além disso, e para que Seu povo o cumpra deve estar reunido.

A partir daqui responderemos com textos do Espírito de Profecia a alguns questionamentos e algumas desculpas dadas por muitos para não participarem do retiro espiritual.

1 – Qual o verdadeiro objetivo de um retiro espiritual?
O objetivo de uma reunião campal é levar todos a se afastarem dos cuidados, dos negócios e das preocupações, e a consagrarem alguns dias exclusivamente a buscar ao Senhor. —TS2 384.2
Reunimo-nos para mutuamente nos edificarmos com a permuta de idéias e sentimentos; para adquirirmos virtude, luz e ânimo pela consideração de nossas esperanças e aspirações comuns; para recebermos novas forças e vigor da Fonte de poder mediante orações feitas com fé e sinceridade. Destinam-se a promover a vida espiritual entre nosso próprio povo. […]– T6, 148
Os que se ajuntam nessas reuniões campais devem ser impressionados com o fato de que o objetivo das mesmas é atingir a uma experiência cristã mais elevada, crescer no conhecimento de Deus, fortalecer-se com vigor espiritual; e a menos que isto compreendamos, as reuniões nos serão infrutíferas. TS2 383.5
Complementando, temos o dever de sair de nossos retiros mais elevados espiritualmente, mais semelhantes a Cristo, com um conhecimento maior sobre Ele e revigorados mentalmente e fisicamente para a lida diária, resumindo, devemos sair melhor do que entramos. Se isso não acontecer e não notarmos uma diferença benéfica e significativa em nossa vida ao deixarmos o acampamento de nada valeu a experiência.

2 – “Ah, mas tá muito caro esse ano!!!”
Dirão alguns: “É caro viajar, e nos seria preferível economizar o dinheiro e dá-lo para o avanço da obra onde é tão necessário.” Não se deve raciocinar assim; Deus nos chama a ocupar o lugar que nos pertence nas fileiras de Seu povo. […] Façamos um esforço extraordinário para assistir à reunião do povo de Deus. Irmãos e irmãs, é muito melhor deixar que os negócios sofram um pouco do que perder o ensejo de ouvir a mensagem de Deus. Nenhuma desculpa deve nos impedir de obter toda vantagem espiritual possível. Necessitamos de todo raio de luz. […] Não se pode perder um privilégio assim. T6 39.2
Freqüentemos as reuniões campais, ainda que isso nos custe algum sacrifício. E VAMOS DISPOSTOS A TRABALHAR. T6 40.3
Não devemos nos esquecer de que muitos não podem deixar seus trabalhos durante todos os dias da reunião, ainda assim estes devem se esforçar para estarem presentes quando puderem. Também deve-se fazer um esforço para levarmos amigos (crentes e não-crentes) conosco, arranjando-lhes o necessário – inscrição, alojamentos, barracas (T6 40.3).

3 – “Não gosto de mato, e nem tem ar-condicionado lá.”

Sempre há aqueles que não saem da cidade por não quererem se dar ao luxo de deixar o conforto de suas residências para trás (é claro que estou falando de pessoas em condições normais de “temperatura e pressão”, pois há aqueles que realmente precisam de cuidados especiais que não poderão obter no retiro). Antes de mais nada devo-lhes dizer que isso é egoísmo, logo trata-se de pecado. Mas vamos ao profeta e ele irá nos dizer.
Muitos cristãos vacilarão na fé, caso negligenciem constantemente reunirem-se para conferência e oração. Caso lhes fosse impossível fruir esses privilégios religiosos, então Deus enviaria diretamente luz do Céu por meio de Seus anjos, a fim de animar, alegrar e abençoar Seu povo disperso. Ele, porém, não Se propõe operar um milagre para sustentar a fé de Seus santos. Exige-se deles que amem a verdade o suficiente para se darem a alguns incomodozinhos para obter os privilégios e bênçãos a eles estendidos por Deus. O mínimo que eles podem fazer é consagrar alguns dias por ano a um esforço unido para levar avante a causa de Cristo e trocarem amistosos conselhos e compassivo interesse. — TS2 384.3
Por “incomodozinhos” entenda-se dormir em barracas, redes, sem climatização, talvez alguns mosquitos (repelente está aí pra isso), quem sabe uma estrada não asfaltada, banheiros sem água morna, acordar cedo, chuva… Enfim, uma série de fatores que, se pesados bem, se provarão serem insignificantes em nossas vidas comparados às bençãos obtidas de um retiro espiritual. Muitas das vezes esses mesmos “incomodozinhos” podem nos fazer pessoas mais preparadas para futuras experiências, afinal nunca se sabe o dia de amanhã.

4 – “Lavar panelas, banheiros, ajudar na cozinha… como isso pode me levar para mais perto de Deus?”, ou ainda “Só vou se a programação desse ano for mais ‘animada’ que a do ano passado”.

Por mais absurdo que possa parecer, sempre tem algum mais engraçadinho (ou que talvez não saiba que preguiçoso não é coisa de Deus) pensando que retiro espiritual é sinônimo de spa ou resort. Simplesmente essa pessoa está ali para aproveitar das belezas e lazeres do local, além de achar que a comissão de acampamento tem o deve de lhe servir e satisfazer todas as suas exigências. Foge das tarefas designadas a ele, acorda quase na hora do almoço, não assiste às programações espirituais, se recusa a ajudar no que é preciso, em suma, a pessoa está apenas usufruindo sem dar nada em troca. Neste caso, ouso dizer também que isso é pecado.

Nenhum de nós deve ir à reunião campal confiando nos pastores ou nos obreiros bíblicos para torná-la uma bênção para nós. Deus não quer que Seu povo dependa inteiramente dos pastores. […] Como despenseiro da graça de Deus, todo membro de igreja deve sentir sua responsabilidade individual de ter vida e raiz em si mesmo. Cada um deve sentir que, em certa medida, o êxito da reunião depende dele. Não é correto dizer: “Não sou responsável. Nada terei a fazer nessa reunião.” Quem se sente assim está dando a Satanás oportunidade de operar por seu intermédio. Ele vai encher sua mente com maus pensamentos, dando-lhe alguma coisa para fazer em suas fileiras. Em vez de somar com Cristo, você estará dividindo. TS2 380.2
Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. (Salmos 51:12)

Essa cena é muito comum em retiros, principalmente depois do almoço
É exatamente como diz o ditado, “mente desocupada é oficina de Satanás”. Não se deixe ser usado por ele, Deus deseja que sejamos mordomos fiéis empregando nossos dons e forças ajudando a outros. Não existe serviço indigno quanto se trata de servir ao próximo e o retiro espiritual nos ensina exatamente isso.

Mais um conselho, que tal acabarmos com a ideia de só ajudar nas tarefas se ganhar pontos ou vantagens!? O versículo acima nos diz que devemos ser voluntários.

5 – Como deve ser a preparação para o Retiro Espiritual?

O êxito da reunião depende da presença e do poder do Espírito Santo. Todo o que ama a causa da verdade, deve orar pelo derramamento do Espírito. E o quanto estiver em nosso alcance, cumpre-nos remover todo obstáculo a Sua atuação. O Espírito jamais poderá ser derramado enquanto os membros da igreja nutrirem desarmonia e amargura uns contra os outros. Inveja, ciúmes, ruins suspeitas e maledicências, são coisas de Satanás, e barram eficazmente o caminho à operação do Espírito Santo. T6 41.2

O que esses textos nos ensinam é que um acampamento ou retiro espiritual é muito mais do que gincanas, equipes, pontuação, jogos ou qualquer outra coisa que por um momento que seja desvie nosso foco do real significado e objetivo da reunião: Conhecer a Deus e guardar Seus mandamentos. A presença de competição pode fazer com que o Espírito Santo se retire do local (leia mais sobre isso aqui). Toda e qualquer atividade realizada ali deve ser com toda reverência, nunca nos esquecendo de que por mais que seja um acampamento realizado por homens ele foi idealizado por Deus e Ele deve ser o centro de tudo. Portanto, devemos nos esforçar para participar de todas as atividades espirituais, palestras e oficinas que nos ajudarão a crescer em graça e sabedoria, por mais que as mesmas aparentemente não nos atraiam.

Muitos podem ainda argumentar “mas Annik, no tempo de Ellen White os retiros eram diferentes, essas coisas não são válidas para nossos dias”. Bem, a Festa dos Tabernáculos também foi ordenada milênios atrás e mesmo assim Deus nos aconselha a celebrá-la. Devemos nos lembrar que nosso Deus é um Deus que nunca muda (Tg 1:17) e Seus princípios e ordenanças são eternos. Sabendo de nossos fraquezas e necessidades nosso Senhor tem sempre deixado reservado uma Santa Convocação para Seu povo, com isso Ele nos prova que é um Deus alegre como deseja que Seus filhos sejam. Iremos nós acatar Seu desejo e Sua ordem para participar, ou ainda seremos rebeldes e arranjaremos desculpas para não estarmos presentes na divina festa? Que tal ir agora mesmo fazer sua inscrição antes que a “porta da graça se feche” (rs), não deixe para última hora.

Não é por ser uma Santa Convocação que um retiro precisa ser monótono, sem graça ou “parado”, um bom rapel ou uma trilha noturna não fazem mal a ninguém de vez em quando 😉 Por isso, nós do COOLtura desejamos a todos os acampantes um excelente Retiro Espiritual com muitas aventuras, amizades, músicas, desfrutando sempre da companhia de Deus e dos anjos. Celebremos e nos alegremos, sempre com reverência, nunca nos esquecendo que Cristo também estará acampando conosco. =D

Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. Salmos 133:1

Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis; (2 Crônicas 20:20)

Nota sobre a autora: Annik Catunda sempre foi uma acampante assídua, no entanto nem sempre foi uma boa acampante. Por muito tempo sua principal ocupação e objetivos durante o retiro era fazer com que sua equipe ganhasse a competição de gincanas. Percebeu a tempo o quanto isto estava lhe custando e minando sua vida espiritual. Hoje, sua principal meta é ter uma experiência real e racional com Deus e sair do acampamento confiante em Seu poder e amor.

Dicas de leitura:

Patriarcas e Profetas, capítulo 52 – As festas Anuais
Testemunhos Seletos, volume 2, capítulo 51 – A Reunião Campal