Capítulo de hoje: Êxodo 40

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Mais uma vez, estamos na sexta-feira, no dia da preparação para receber o sábado. Também hoje é o dia em que finalizaremos a leitura do livro de Êxodo. Um livro que nos reservou muitas emoções e lições sobre como foi o processo de saída do povo de Israel das mãos dos egípcios, e também das muitas orientações de Deus a Moisés, como nós fazemos normalmente a um amigo, guardadas as devidas proporções, é claro.

A Bíblia relata a ordenança de Deus para que o tabernáculo fosse levantado no primeiro mês, e no primeiro dia do mês. Isso, em dias atuais, equivale ao fim de março e início de abril. Nele, foi colocada em primeiro lugar a arca da aliança, que era a principal mobília do santuário, por abrigar a santa lei de Deus.

Foi ordenado, conforme lemos em capítulos anteriores, que tudo deveria ser ungido: tanto os móveis, quanto a própria construção, e também os sacerdotes. Porém, existia um processo de lavagem dos sacerdotes antes da unção (verso 12).

Nota-se que aparentemente havia uma diferença entre a unção do sumo sacerdote e dos outros sacerdotes. O óleo era derramado sob a cabeça do primeiro, e na sequência, aspergido sobre ele e suas vestes. Lembrando que era um óleo aromático, porém não era perfume corporal. Foi feito isso exatamente no aniversário de um ano do êxodo do povo de Israel.

Nesse dia, foi levantado o santuário, primeiro em suas colunas, que sustentavam o véu inferior e também as cortinas do lado oriental. Conforme explicado no Comentário Bíblico Adventista Volume 1, página 742, “aqui (no verso 19) se esclarece a diferença entre ‘tenda’, ‘tabernáculo’ e ‘coberta’. A ‘tenda’ era a cobertura de pelo de cabra e a estrutura de madeira que a sustentava. Sobre ela estava a ‘coberta de peles de carneiro e peles finas (Êx 26:14).”

Moisés, representando o próprio Cristo (Hb 4:15; 8:1 e 2), inaugurou o serviço do santuário. Ele realizou os primeiros trabalhos com o incenso e com a cerimônia de sacrifícios.

Após a construção do santuário, temos uma reflexão bastante interessante. A Bíblia nos mostra que somos templos de habitação do Espírito Santo. E como templos, temos que ter nosso caráter, a cada dia que passamos peregrinando nesta terra, construído e moldado pelo querer de Deus, alinhado ao nosso livre arbítrio de deixar Jesus transformar nosso ser. Este preparo serve para nós, como membros da santa igreja de Deus, seus remanescentes, para fazer diferença no mundo. Levar a mensagem que o santuário apresentava, de um Salvador que viria a esta terra, cumpriria com a lei em Sua própria vida e, enfim, morreria por amor a toda raça humana. E Sua ressurreição mostra que Ele vive e está bem presente em nossa vida. Que nós possamos valorizar o sacrifício de Cristo e retribuir o Seu amor por nós, vivendo conforme a Sua vontade. A jornada do povo de Israel continuará amanhã no livro de Levítico, assim como a nossa jornada rumo ao lar celestial continua.

Continue conosco partilhando estes momentos especiais de leitura das Escrituras.