Capítulo de hoje: Levítico 7

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Levítico 7 começa dizendo que “a lei da expiação é coisa santíssima” (verso 1). Todas as ofertas eram santas, mas neste caso específico, a parte dedicada aos sacerdotes era considerada santíssima, assim como os pães da proposição, o incenso e a carne para as ofertas do pecado e pela culpa.

Quanto aos rituais a serem seguidos eram o mesmo da oferta de pecado, mas a aspersão do sangue era ligeiramente diferente. Enquanto nas ofertas de pecado era colocado o sangue nos chifres do altar das ofertas queimadas, já neste caso que estamos falando, o sangue era aspergido ao redor do altar. Em ambos os casos, a gordura era queimada ao Senhor. No caso do couro do animal, este devia ser dado ao sacerdote que oferecia a oferta.

Quanto aos bolos dados como ofertas, este tinha que ser primeiro oferecido ao Senhor, de forma a levantar e abaixar o bolo diante do altar das ofertas. Desta forma, simbolicamente os bolos eram oferecidos ao Senhor, e após isso, ao sacerdote.

O versículo 15 poderia ser considerado um capricho, porém existia um sentido bem prático nas ofertas serem comidas no mesmo dia, e nada poder sobrar: o acondicionamento dos alimentos. Naqueles tempos, a conservação de alimentos por mais de um dia era praticamente impossível. Sendo muito difícil que o ofertante pudesse comer a carne por mais de um dia, ele convidava outros para fazerem isso juntamente com ele. Desta forma, acabava sendo uma solene reunião familiar, muitas vezes. Esta ordenança reitera o que Cristo falou em Lucas 14:12 a 13. Jesus instrui a chamar “os pobres, coxos, cegos e aleijados” quando oferecerem um jantar.