O que é que a Veja, Leonardo Gonçalves e o rock têm

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Olá leitores!

Hoje teremos um post bem diferente, mas trará um assunto tão velho quanto o mundo. Sei da responsabilidade que tenho ao abordar o tema desta maneira, porém maior responsabilidade ainda tenho de advertir meus irmãos e, quem sabe, levar à uma importante reflexão sobre o papel que a música adventista vem exercendo sobre os não-adventistas, como a mesma é vista pela mídia e de que forma deveria ser encarada por todos aqueles que desejam ter um compromisso real e verdadeiro com a Palavra.

No dia 13 de Novembro de 2015, a revista Veja lançou um artigo intitulado “Aleluia, rock ‘n’ roll” (leia aqui). Ali, a autora descreve o avanço da música gospel, com ênfase em 3 artistas – sendo um deles um famoso cantor adventista – e nos convida a conhecer o “indie gospel brasileiro”.

Pegando como base o citado artigo, compararei trechos e falas da matéria com textos da Bíblia, Espírito de Profecia e do Manual da Igreja. Talvez eu nem sequer chegasse a comentar sobre tal matéria, mas o fato de a Igreja Adventista ser citada, e de certa forma estar sendo representada, chamou minha atenção bem como a de muitos amigos. Também sei que pelo fato da matéria ter sido veiculada pela internet muitos terão acesso ao seu conteúdo.

Sei que muitas das partes escritas no texto não se aplicam aos citados cantores adventistas, ainda assim vou destacá-las para nosso ensino e aprendizado. Meu objetivo está muito além de levantar mais polêmica sobre o assunto, antes sou movida pelo zelo em obedecer ao que Deus nos ordenou por meio de Seus profetas e, por isso, julgo ser necessária a abordagem como seguirá.

1) “A ambição do indie gospel, porém, não é só pregar aos convertidos. […] De fato, essa vertente tem aprimorado seus métodos de produção. Os Arrais gravaram em Nashville, com um produtor de música cristã, mas acostumado ao universo country e folk. O mais recente disco do Oficina G3 […] foi mixado em Londres por engenheiros que já cuidaram de produções da Radiohead’ e do Arctic Monkeys.”

“Não cumpristes as prescrições a respeito das minhas coisas sagradas; antes, constituístes em vosso lugar estrangeiros para executarem o serviço no meu santuário.” Ezequiel 44:8

“A associação com as coisas do mundo no setor musical é considerado inofensivo por alguns observadores do sábado. Tais pessoas estão, porém, em terreno perigoso. É assim que Satanás procura desviar homens e mulheres e, dessa maneira, tem ganho o controle de almas. Tão suave, tão plausível é o trabalho do inimigo que não se suspeita dos seus ardis, e muitos membros de igreja tornam-se mais amigos dos prazeres que amigos de Deus.” Mensagens Escolhidas vol. 3, p. 332.

2) “O público responde no mesmo tom: canta as letras baixinho, para não atrapalhar a concentração dos músicos, mas se exalta quando Gonçalves, uma espécie de galã do universo adventista sobe ao palco-púlpito.

Esse trecho é tão absurdo que precisei reler para crer no que meus olhos viam. Pode até ter ocorrido um pouco de exagero da autora nessa parte, mas acredito que se apenas a aparição do citado cantor provoca esse tipo de reação em seu público é porque algo em sua atitude durante seus shows os motiva a isso. Não ouvi relatos dessa natureza sobre a maioria de nossos cantores e músicos da IASD e se aqueles que atualmente carregam a responsabilidade de divulgar o evangelho e nossa mensagem através da música mais excitam o corpo e a mente, levando seu público ao êxtase, é porque algo deve estar muito errado. Mas tudo isso é mera opinião pessoal, vamos aos textos.

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;” (Filipenses 23-6)

“Fazia-se com que a música servisse a um santo propósito, a fim de erguer os pensamentos àquilo que é puro, nobre e edificante, e despertar na alma devoção e gratidão para com Deus. Que contraste entre o antigo costume, e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada! Quantos empregam este dom para exaltar o eu, em vez de usá-lo para glorificar a Deus!” (Patriarcas e Profetas, p.438)

3) “A plateia do rock de Jesus, porém, nem sempre é tão comportada. Em apresentações como a do quarteto braziliense Salzband ou do grupo paulistano Oficina G3, ela pode dançar como se estivesse num show de heavy metal. […] O rock é parte do grande balaio de gatos batizado como música gospel. Outrora combatido por sua suposta associação ao oculto, ele tem sido aceito nas igrejas…”IMG_7624

Rock, rock, rock… O mal falado, incompreendido (ou será que não!?) e polêmico rock. Muitos abominam o uso deste estilo nas igrejas, cultos ou nas músicas adventistas – inclusive seus instrumentos característicos –, porém atualmente nota-se um número maior ainda de defensores do rock gospel. E qual o atual posicionamento oficial da IASD sobre ele? Vejamos:

“Toda melodia que partilhe da natureza do jazz, rock ou formas híbridas relacionadas ou toda a linguagem que expresse sentimentos tolos ou triviais, serão evitadas.” (Manual da IASD, 2010, p. 151)

Leia Também: Adoradores…de verdade

Como pudemos observar, oficialmente a IASD não apoia e nem aprova o rock, ou estilos relacionados ao mesmo, em suas músicas. O fato de músicos famosos usarem, além de a própria mídia adventista propagar estes músicos com suas canções, não quer dizer que seja o certo. A igreja não mudou, quem mudou foram os homens. O cantor Leonardo Gonçalves, referindo-se a um debate iniciado, escreveu em sua página no Facebook o seguinte comentário sobre o Manual da IASD: “o MANUAL DE PRÁTICAS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA é descritivo e não normativo. Procure saber a diferença entre as duas coisas. E pararam de atualizá-lo…”. A minha pergunta ao Leonardo Gonçalves seria: desde quando a Igreja deixou de atualizar o Manual ou “deixaram pra lá”, segundo ele disse ao final desse mesmo comentário? A última atualização foi em 2010, conforme a citação acima, não sendo tão desatualizado assim, afinal. Além disso, a Igreja acaba de sair de uma Conferência Geral, logo espera-se mais uma edição atualizada do Manual da Igreja com as recentes orientações votadas ali.

“O manual da igreja expressa também a compreensão da Igreja a respeito da vida cristã, do governo eclesiástico e da disciplina baseada em princípios bíblico e na autoridade das assembleias da Associação Geral devidamente reunidas. ‘Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Assembleia Geral, devam ter autoridade’ {TI, v.9, p.261}” (Manual da IASD, 2010, p. 18). Para maiores informações, verificar o Capítulo 1 do Manual.

4) “Houve um crescimento enorme da população evangélica, o que significa que a maioria desses fieis não tem tradição de igreja. Isso se reflete na música. Muitos carregam os gostos que tinham antes da conversão”, diz Leonardo Gonçalves. E esse gosto pregresso inclui, claro, o rock.

Leia Também: Gosto é gosto, cada um tem o seu. Ou será que não?

Sinceramente, não sei o que o Leonardo Gonçalves quis dizer com sua fala nesse trecho, pode ter sido apenas a constatação de um fato observado por ele ou uma justificativa para o uso do rock e outros estilos “vetados” pela Igreja, em suas músicas, com o objetivo de alcançar almas. De uma forma ou de outra, o texto na forma em que está abre espaço para os seguintes questionamentos: o gosto pregresso de algumas pessoas deve ser o padrão para a composição de nossas músicas? A cultura, costumes e a modernidade deveriam ser a “altura do sarrafo” na hora da evangelização através da música?

No documento redigido pela Associação Geral da IASD, Filosofia Adventista do Sétimo Dia com Relação à Música,lemos: “Os hábitos e a cultura não são guias suficientes na escolha da música. ” Documento votado no dia 13 de Outubro de 2004.

E a Bíblia diz ainda:

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram (inclusive o rock, rs); eis que tudo se fez novo.” 2 Coríntios 5:17

“A religião pura e sem mácula, para com nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações (muitos gostam desta parte), e guardar-se da corrupção do mundo (a maioria esquece-se desta).” Tiago 1:27

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimentais qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2

“Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus.” Salmos 40: 2 e 3

Sobre a associação de um estilo profano (para maiores informações, leia O Cristão e a Música Rock, de Samuelle Bacchiocchi) à mensagem bíblica lemos o seguinte:

“Porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” 2 Coríntios 6:14

“Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o.” 1 Reis 18:21

“A meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão distinguir entre o imundo e o limpo.” Ezequiel 44:23

“Irmãos, retirai vossas mãos da obra, a menos que possais distinguir o fogo sagrado do comum.” Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 260

“Deus requer hoje de Seu povo uma distinção tão grande do mundo, nos costumes, hábitos e princípios, como exigia de Israel antigamente.” Patriarcas e Profetas, p. 335

Sobre usar o rock – bem como os demais estilos citados no artigo – para agradar a homens, por melhor que sejam as intenções de alcançar os pós-modernos, em vez de procurar primeiramente a aprovação de Deus:

“Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus?” Tiago 4:14

“Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.” Gálatas 1:10

“Assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova o nosso coração.” Tessalonicensses 2:4

5) No visual, o indie cristão quase não se distingue do rock religioso. Como se atesta nas fotos desta reportagem, eles não são de ostentar cruzes nem símbolos religiosos. Exibem tatuagens, cabelões de hippies e barbas de hipster. Mas, não importa que igreja frequentem, todos afirmam o propósito de viver de acordo com a fé que suas letras professam. Rock‘n’roll, mas sem drogas, e só sexo conjugal. Juninho Afram […] define isso com uma expressão genuína: “A gente quer passar no ISO 9000 divino.”

O que vestimos é importante? Será que a roupa define nosso caráter? A resposta é sim e não. Não, porque a roupa que usamos é incapaz nos moldar por dentro. E sim, porque a roupa, bem como outros aspectos da modéstia e do estilo de vida cristão, é um indicativo sobre o que acreditamos e à qual imagem devemos refletir para os outros. Lembre-se de que fomos criados para sermos à imagem e semelhança de Deus. Nada menos do que isso nossas vestimentas deveriam deixar transparecer a nosso respeito.

De acordo com o documento “Orientações Com Relação À Música Para A Igreja Adventista Do Sétimo Dia Na América Do Sul”, item 1, subitem 7, o músico “cuida de sua aparência pessoal, para que reflita o padrão de modéstia e decência apresentado pela Bíblia.”

“Os costumes do mundo não são normas para o cristão.” Profetas e Reis, p. 335.

“Cumpre não haver nenhum desleixo. Por amor de Cristo, cujas testemunhas somos, devemos apresentar exteriormente o melhor dos aspectos. No serviço do tabernáculo, Deus desceu a pormenores também no tocante ao vestuário dos que deviam oficiar perante Ele. Com isto nos ensinou que tem Suas preferências também quanto à roupa dos que O servem. […] Do mesmo modo as roupas dos seguidores de Cristo devem ser simbólicas, pois que lhes compete representar a Cristo em tudo. […] O que, porém, a Palavra de Deus não aprova são as mudanças no vestuário pelo mero amor da moda — a fim de nos conformarmos ao mundo. Os cristãos não devem enfeitar o corpo com vestidos custosos e adornos preciosos.

As palavras das Escrituras Sagradas, referentes a vestidos, devem ser bem meditadas. Importa compreender o que seja agradável ao Senhor até em matéria de vestuário. Todos os que sinceramente buscam a graça de Cristo, hão de atender a essas preciosas instruções da Palavra divinamente inspirada. O próprio feitio da roupa há de comprovar a veracidade do evangelho.” Testemunhos Seletos, v. 2, p. 393 e 394

“Nossa única segurança é manter-nos como povo peculiar de Deus. Não devemos ceder um milímetro ante os costumes e modas deste século degenerado, mas permanecer em independência moral, sem transigir com suas práticas corruptoras e idólatras.” Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 78

Há muito ainda sobre o que comentar a respeito da matéria citada, porém creio que para o estudioso sincero as comparações feitas serão suficientes para incitar o desejo pelo estudo a respeito do assunto através da Palavra de Deus e dos Escritos Proféticos. Diplomas, apoio de líderes da Igreja, conhecimento teórico e prático mostram-se pequenos ante um claro “Assim diz o Senhor”. Faço minhas as palavras de certa pessoa ao comentar sobre o artigo da revista Veja: “Espero que essa reportagem sirva para nossos artistas refletirem a respeito do trabalho que estão realizando, deve ser realmente muito bom levar o nome da igreja através da música e sair em uma revista de grande circulação nacional, mas será que é isso mesmo que a gente gostaria de ouvir sobre o “som que a gente faz”?

Mais importante do que eu ou você achamos sobre essa reportagem é a opinião de Deus a respeito de nosso gosto musical, mais ainda, sobre o nosso caráter. A misericórdia de Deus é tão grande que para sermos aprovados pelo ISO divino precisamos apenas estar revestidos dos méritos e da justiça de Cristo em nossas vidas, já que nossas obras não passam de trapos de imundícia. Ainda assim, temos uma parte a cumprir no processo de santificação e salvação, e para isso precisamos estar alinhados com os mandamentos de Deus. Devemos ser curiosos e abrir a Bíblia a cada vez que formos confrontados sobre o que o mundo está dizendo a respeito da “menina dos olhos de Deus”, não importando o que outros digam ser o correto, mas o que Deus diz que é o certo a se fazer.

“A comunhão do Céu começa na Terra. Aqui aprendemos a nota tônica do seu louvor.”Educação, p. 169.

Por pior que possa parecer o atual cenário musical adventista, temos este precioso relato a respeito da música e o que nos está reservado no Céu:

“Os remidos lançam suas coroas aos pés de Jesus. Em seguida, o coro angélico emite uma nota de vitória e os anjos nas duas colunas tomam o cântico, e a multidão dos remidos participam como se houvessem entoado o cântico na Terra, e o haviam feito na realidade. (…) Precisamos aprender a entoar aqui o cântico do Céu, de modo que quando terminar a nossa luta possamos participar do cântico dos anjos celestiais na cidade de Deus. Qual é esse cântico? É louvor e honra e glória Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, para todo o sempre.” Visões do Céu, p. 183.

O texto é claro, é aqui na Terra que aprendemos a música do Céu. Ao contrário do que muitos dizem, podemos sim saber qual música é do agrado de Deus através dos ensinos que Ele nos deixou. Para isso o meu gosto, o seu gosto, o gosto dos Arrais, do Leonardo Gonçalves e de qualquer um que pretenda trabalhar na obra do Senhor, precisa ser santificado. Deus nos abençoe nesta caminhada diária!

Annik Catunda

  • André Almeida

    Meu problema não é em compreensão de que o rock faz mal. Meu problema é que eu GOSTXO de rock. Que nem um diabético que ama comer doce todos os dias. Muito!

    E quando falo que crente não sabe fazer rock, falo por experiência própria! Tive uma banda entre 1999 e 2003 e flutuei no cenário grunge, heavy, indie, British rock, e por aí vai até 2009. E reafirmo: CRENTE NÃO SABE FAZER ROCK! Por um simples motivo: fazer rock significa abraçar o conceito de transgressão… Desobedecimento de regras… Em shows de rock, pode quase tudo no palco, dependendo do estilo da banda. O Eddie Vedder se joga no palco em “Even Flow” quase toda vez. Toma uma bela dose de vinho antes de “Do the Evolution. Ou quando o Ozzy joga água do palco na galera, no meio da música “N.I.B.” dizendo, ironicamente “God bless you all!”. Quando a(s) gravadora(s) adventista(s) tenta(m) fazer rock, sai um belo de um “wannabe”…

    Sabe o que é um wannabe?

    É um imitador/flertador covarde. Quando a música é produzida, sai algo parecido e compreensível como “rock”. Meio que fazendo careta quando chupa um limão. Agora, pra um rockeiro genuíno, sai uma bela de uma porcaria. Contudo, pra um crente atento, sai como um insulto! Aquilo nunca deveria ter sido produzido para ser tocado nos lares ou cantado na igreja. Agora, para a grande maioria dos incautos, sai como algo “moderno”, “cool”, “contemporâneo”, a “Edmotalização” da música cristã…

    Eu tenho as duas visões: a do Adventista de berço que foi criado com Éclair Cruz, Sonete, Arautos do Rei, Integração, etc, e permaneci na igreja desde meu nascimento (1981) até minha saída (1998) e a visão do rockeiro maloqueiro headbanger que se quebrava na ‘night’ entre 1999 a 2009. Então, quando eu vejo algo
    semelhante à rock na igreja, é como eu enxergo: apenas pobres wannabes. Incluindo Leonardo Gonçalves, Arrais, e companhia limitada.

    Hoje tenho noção clara da minha função como musicista na igreja. E meu objetivo não é fazer “sucesso”. E sim, ter o meu coração contrito, assim como Davi. A qualidade musical importa E MUITO, porém, importa mais o coração do adorador – Contrição de alma (Salmo 51). E o coração e o entendimento são, acima de tudo, submissos à vontade de Deus, e às orientações da igreja, através da Bíblia, filosofia de música, Manual da IASD e Espírito de Profecia.

    O resto são apenas wannabes. E a juventude da igreja está entregue às baratas, desses flertadores covardes que não se assumem. Pena que parece uma doença que se espalhou por vários órgãos do corpo da igreja, e quase não existem anticorpos ou defesas para esse corpo combater essa doença.
    Mas enquanto estivermos firmes, já é alguma coisa.

    • Márcia Jaqueline

      Acho que isso é melhor, ou se é do rock, ou se é do aché, ou se é do pagode, ou se é da clássica… não tem como se ser de dois estilos. Como diferentes óleos não se misturam, assim a música. Isso estraga a música. Ou isso estraga o cantor. Como o caso do Freddie Mercury. Excelente voz, porém com uma boa mistura, acabou estragando a ele mesmo.

      • André Almeida

        Não entendi o que você quis dizer.

        • Samádhi Fugita

          Que a mistura, ou “amalgama” como a bíblia define, só dá problema.

    • Guilherme Hugo

      Arrais fazendo rock? Já ouviu eles alguma vez? Se fosse pra definir num estilo, seria muito pro lado do pop/folk. Apresentações deles então, é violão e cajon, no máximo.

      Outra coisa: há momentos para tudo na vida. “De sorrir e chorar”, como diria Salomão. Se você procura um entretenimento, qual o
      problema de ir num show com cantores evangélicos? Ex.: Arrais, Nova Voz, Novo Tom, Prisma, Leonardo…
      Qualquer um que esteja gravando ou apresentando o seu DVD num teatro. Impreterivelmente teremos iluminação, roteiro, cenário… Tudo que descarateriza o formato tradicional de culto. E nem por causa disso é errado. Eventos diferentes para momentos diferentes.

      • André Almeida

        Já ouvi “Os Arrais” sim. Confesso que preferia Bob Dylan. É um folk mais autêntico e de qualidade.

        Agora “diversão” certo? Conhece o conceito de “recreação”?

        Se não, procure saber.

        Para mim tem problema em ir num show desses, por que o objetivo de um cantor cristão não é fazer shows pra cumprir o tempo livre da galerinha, e sim, pregar as mensagens angélicas, preparando o povo para a volta de Cristo, e não ser só mais uma noite que rolou azaração “santa”.

        • Guilherme Hugo

          Seguindo sua ideia:

          1- Deixemos de compor qualquer tipo de música para a igreja. Afinal, ela foi secularizada já, e não é cristã “autêntica”.

          Pobres do hinos do Hinário Adventista, com uma grande parcela sendo músicas tradicionais de outros países. Ou podemos dizer também que preferia ouvir Chopin ou Mozart, afinal, os compositores clássicos são mais autênticos, não?

          2- De que forma o cantor cristão deveria alcançar mais pessoas (pregando as mensagens angélicas), se não por meio de gravação de Cds, DVDs e apresentações/shows? O papel do cantor se restringe apenas na sua congregação, é isso?

          3- Generalizar como “azaração santa” eventos musicais fora da igreja também vale para as caravanas da esperança (em teatros, casa de eventos, quadras de ginásios…) com Arautos do Rei, Quarteto Vox, Sonete, Luiz Cláudio, Pr Bullon?

          • André Almeida

            Seja inteligente. Entenda o que eu quis dizer. Não estou tentando provar tese aqui.

            1. Se é pra ouvir folk, prefiro ouvir Bob Dylan, que é mil vezes mais autêntico que os Arrais, por que se assume. Os Arrais se comportam como wannabes. Que argumento forçoso comparar a música deles às do hinário – que são congregacionais. Absolutamente argumento de tiete ofendido. O hinário teve uma linha de raciocínio para ter seus hinos escolhidos. Dê uma bizuiada no prefácio. Agora, sobre composição? Faça-me o favor… Temos uma filosofia (saco! Ninguém lê) que diz o seguinte sobre música e letra:

            II. A Música

            Glorifica a Deus e ajuda os ouvintes a adorá-Lo de maneira aceitável.
            Deve ser compatível com a mensagem, mantendo o equilíbrio entre ritmo, melodia e harmonia (I Crônicas 25:1, 6 e 7).
            Deve harmonizar letra e melodia, sem combinar o sagrado com o profano.
            Não segue tendências que abram a mente para pensamentos impuros, que levem a comportamentos pecaminosos ou que destruam a apreciação pelo que é santo e puro.”A música profana ou a que seja de natureza duvidosa ou questionável, nunca dever ser introduzida em nossos cultos“. – Manual da Igreja, pág. 72.
            Não se deixa guiar apenas pelo gosto e experiência pessoal. Os hábitos e a cultura não são guias suficientes na escolha da música. “Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos que eram de todo inadequados ao culto da casa do Senhor. As notas longamente puxadas e os sons peculiares, comuns no canto de óperas, não agradam aos anjos. Eles se deleitam em ouvir os simples cantos de louvor entoados em tom natural.” – Ellen White, Manuscrito 91.
            Não deve ser rebaixada a fim de obter conversões, mas deve elevar o pecador a Deus. (Ver Evangelismo, pág. 137.) Ellen White diz que “haveriam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça … gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isto é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo.” – Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 36.
            Provoca uma reação positiva e saudável naqueles que a ouvem.
            III. A Letra

            Deve ser de fácil compreensão e estar em harmonia com os ensinamentos da Bíblia.
            Deve ter valor literário e teológico consistente. Não usa letras levianas, vagas e sentimentais, que apelem somente às emoções.
            Não é superada pelos arranjos ou instrumentos de acompanhamento.
            Mantém o equilíbrio entre hinos dirigidos a Deus e cânticos que contêm petições, apelos, ensinos, testemunhos, admoestações e encorajamento (Colossenses 3:16; Efésios 5:19).
            Deve evitar ser apresentada em outra língua, que não a nativa, para que possa ser compreendida e os ouvintes, edificados.

            Vou responder a 2 e a 3 numa só: show não evangeliza ninguém. Catarse santa nunca foi garantia de conversão. Quem converte é o Espírito Santo. Arautos do Rei já foi um bom quarteto, até final dos anos 90. Depois “se modernizaram”, e aí caíram no balaio comum de um monte de gospels. Agora com o Jader novamente, há um sopro de esperança. Sonete sempre teve boas canções. O Vox é meio bitolado em traduzir Gaither. O Samuel Lóia tem potencial pra compor coisas muito boas, como o acapella. Sobre evangelismo, escrevi um artigo, aqui nesse mesmo site sobre a “eficácia” de conversões apressadas (A pressa é inimiga da Conversão). Não vou repetir o que escrevi lá, aqui. E sobre a “pegação” gospel, desculpe… Você falou em diversão. Não generalizei, mas nos shows gospels que fui, a maioria da moçadinha demonstrava que tava mais interessada nisso mesmo. Pena que as pessoas não admitem isso, e querem pagar pose por aí. Ah: o Pr Bullón é um cara que eu admiro, acima de tudo, pela coerência. Mas nem tudo que ele fala eu digo “amém”, como no caso da ordenação feminina, que ele foi à favor, usando argumentos não-bíblicos, à despeito da imensidão de razões bíblicas para a não-ordenação. Artigo que também está neste site. Dá uma procurada. Ou não. Faça o que quiser.

          • Guilherme Hugo

            “Tiete ofendido!” Hahahahahahahahahahahhaaha

            Cara, vc precisa de um abraço! Boa sorte é que Deus te abençoe.

          • Giovanna Bonilha

            Guilherme Hugo, tudo bem?
            Li o que você escreveu e gostaria de te fazer uma pergunta.
            Você leu o que o André transcreveu sobre a filosofia de Música ou parou de ler no “tiete ofendido”?
            Um abraço irmão

          • André Almeida

            É tudo que eu sempre sonhei: um abraço, pois careço de atenção!!

    • Fernando H.

      Acho que é muita hipocrisia falar assim da ”juventude”… Não é bem assim! Muitos também estão sufocados na Lei, assim como os fariseus, que esquecem até mesmo do evangelho e de pregar a palavra de Deus… Arrais, Leonardo Gonçalves, Diversos outros cantores podem ter seus erros, são pecadores assim como vc e eu, mas ouça e preste atenção nas letras das músicas e reflita um pouco. Precisamos sim das doutrinas e seguir a vontade de Deus, mas não ser bitolados ao ponto de nos preocuparmos mais em falar mal da vida de quem tá cantando e levando a mensagem do evangelho, mesmo que seja em um ritmo menos tradicional, que não é ”rock” nunca! O texto da veja é tendencioso, e muito o que está escrito lá de fato não é verdade…

      • André Almeida

        Não entendi a conexão que você fez em “falar da juventude” e “hipocrisia”. De fato, somos todos pecadores, e embora a gente lute contra isso, somos eventuais hipócritas. Não somos perfeitos. O objetivo do texto foi alertar a todos que estão endeusando estes cantores tal qual faziam com o Kurt Cobain e John Lennon.
        A lei (inicial diminutiva, posto que não é Deus) não salva ninguém, mas nos mostra onde pecamos. Seguir a lei é nos livrar do pecado que nos aprisiona. Jesus ensinou isso (eis que a verdade vos libertará – do pecado). E eu só tenho consciência do pecado pela lei! Se você reler o meu comentário, verá que não estou julgando o caráter de ninguém. Mas estou totalmente apto pela Bíblia a discernir suas atitudes como certas ou erradas. Por mais sincero que estivesse, Paulo matava cristãos de forma sincera. Nem por isso estava certo. Existem muitos sinceros cavalgando a passos largos para a perdição. Um abraço.

    • Ângelo Bernardes

      Mano….baita análise…..mesmo que não concorde contudo, tenho que bater palmas….esclaresceu muita coia pra mim….
      Só uma pergunta: tu acha mesmo que o Leo e Os Arrais tentam fazer rock? Eu acho que eles estão mais para o Christian Contemporary (Léo) e o folk (Os Arrais).

      • André Almeida

        Não. Acho que eles emulam Rock/Folk. Pra fazer Rock/Folk tem que comer muito arroz com feijão. O Leonardo tem um estilo mais variado. Ele canta black music, mas a música dele tá bem variada. O cerne da questão que eu levantei é que eles se comportam como wannabes. Não vou repetir o que escrevi, por motivos de: leia lá. Abraços.

    • Simone Mattivi Machado

      melhor comentário!!!!!!

  • Paulo Jeovani

    1-
    O fato de produtores musicais e engenheiros de áudio
    não-cristãos trabalharem nos audios para melhorarem sua qualidade sonora nada
    tem a ver com associação com coisas no mundo no setor musical. Quem toma as
    decisões musicais de letra, arranjos, etc. são os próprios artistas. Sua forma
    de escrever é tão falaciosa que talvez nem você tenha percebido. É como dizer
    que o fato de contratar pedreiros, engenheiros civis e arquitetos não-cristãos
    para construir uma igreja adventista fosse “associação com o mundo”. Não, você está
    equivocado. Eles estão se referindo ao tratamento do som, dos métodos de
    gravação.

    2-
    “se apenas a aparição do citado cantor provoca
    esse tipo de reação em seu público é porque algo em sua atitude durante seus
    shows os motiva a isso.” Está redondamente enganado. Primeiro, pq nenhum
    artista pode controlar totalmente os atos de seu público. As pessoas são
    histéricas, ainda mais no meio não-adventista, e isso não tem a ver com a
    postura do cantor. Segundo, pq é um julgamento temerário do caráter do cantor.
    No dia que voce, por conta própria e sua observação, identificar uma atitude
    que mostra arrogância e orgulho, aí vc talvez poderá ter condições de apontar,
    e ainda assim com muita cautela, pq vc pode ter interpretado errado.

    3-
    Manual da IASD não é regra de fé. Tem muita
    coisa que já foi mudada, revista e retirada. O próprio cinema nem é mais citado
    no manual. Uma grande parte da igreja mundial discorda da posição que mulheres
    não podem ser ordenadas, por exemplo. Discordar do manual não faz nenhuma
    adventista ser menos adventista. E sim, discordo completamente da citação do
    manual proibindo rock, jazz, blues, etc.

    4-
    Idem ao 3. Apenas complementando que a IASD não
    tem uma doutrina sobre música pq respeita a diversidade de opinião teológica a
    respeito do assunto dentro da igreja. Não é um assunto que temos luz suficiente
    para bater o martelo, portanto, eu posso sim ser plenamente adventista e ser
    completamente liberal no uso dos elementos musicais na música sacra. Vc pode
    discordar, mas jamais diminuir os que pensam diferente de vc, como “contra a
    IASD”. Não, não estamos contra a IASD.

    5-
    Se vc notar, nossos cantores costumam se vestir
    adequadamente. O texto se refere a outros cantores.

    • Felipe Cabral

      6- Só porque uma musica tem toque de bateria, nao significa que ela é rock.

      • Márcia Jaqueline

        A bateria não é o problema, ok. E a bateção?

        • André Almeida

          O problema não necessariamente é o instrumento. Piano, se tocado errado, tem levada de blues e jazz. Bateria, dependendo do baterista, você vai ter um cara apenas marcando o ritmo da música, o que pra mim não tem problema, ou vai ter um Keith Moon, se o cara for um lunático. Isso é muito difícil de controlar. Por isso tenho minhas restrições ao uso de qualquer percussão na igreja.

    • André Almeida

      Você já gravou um disco? Já teve a supervisão de um produtor? Eu já. Um produtor influencia nas decisões do músico! Que declaração limitada… Apenas, dando exemplo, cito a influência de George Martin na obra dos Beatles, ou do Phil Spector nos discos do John Lennon. Ou do Butch Vig no Nevermind, do Nirvana. Quando o Bob Rock saiu da produção dos álbuns do Metallica, a qualidade das músicas naturalmente melhorou, pois o Rick Rubin influenciou o Metallica a voltar às origens do Trash de 1983 do Kill’em All. Então, por favor… Dizer que um produtor não influencia em nada é, no mínimo, não conhecer de produção musical.

      O “artista” cristão não apenas pode, como deve controlar seu público. Aquilo deveria ser um CULTO, não um show. A começar do ambiente que ele irá fazer a apresentação. Não deveria ser em ambiente escuro, com fumaça de gelo seco, que remete a um show realmente, por que a galerinha ouriçadinha já começa a se soltar ali. E fica mais difícil controlar um público num ambiente que não remete a controle, como um concerto de Rock (transgressão, lembra-se?…)

      Manual da igreja não é regra de fé, mas regra de conduta da igreja organizada. As coisas são mudadas e revisadas após muito estudo e oração. Já acompanhou alguma sessão da Conferência Geral? Se não tivesse nenhuma importância pro andamento da igreja, não eram feitas sessões tão extensas como as que são feitas, como da ordenação das mulheres. E o que foi decidido? O mais adequado de acordo com a Bíblia, não de acordo com as definições pessoais de cada um. Você tem todo direito de discordar. MAS TEM O DEVER DE RESPEITAR COMO ADVENTISTA. Se não, liberte-se. Tem uma igreja que deve ter a sua cara por aí.

      Como assim, a IASD não tem doutrina musical? Meus olhos sangram nesse momento. E a filosofia de música, votada e aprovada pela Conferência Geral? Não é um conjunto de recomendações? É isso que eu fico falando. As pessoas são desinformadas por que são seletivas: vão apenas até onde seus gostos pessoais não entram em conflito com as orientações que são dadas. E se você não conhece a FILOSOFIA ADVENTISTA DE MÚSICA, dá um Google aí. Tem um monte de link.

      • Márcia Jaqueline

        Se o músico se deixar influenciar primeiramente por Deus…reciclará bem as sugestões de seu produtor.

        • André Almeida

          Discordo de você. Se a pessoa se deixar orientar por Deus, vai saber escolher um bom produtor cristão. Aliás, temos aos montes por aí.

          • Paulo Jeovani

            André. Sim, eu gravei vários discos. Eu trabalho em um estudio, o mesmo que foi mixado o cd do Leonardo e da Dani, por Fernando Menezes. Sou mestrando em Música, então sim, eu manjo de produção musical.

            Eu jamais disse que o produtor ou engenheiros não influenciam as decisões musicais. se fosse assim, seria a maior perda de tempo contratar um produtor ou engenheiro. Vc contrata justamente pq deseja que ele influencie com seu profissionalismo e capacidade tecnica. Eu disse que quem determina é e toma a decisão final é o responsavel pela produção, que é o proprio artista.

            Vc esta errado novamente, quando diz que aquilo deveria ser um culto. NAO! musica cristã não serve só para função liturgica, vc tem uma concepção de música extremamente limitada. Música é uma forma de linguagem e expressividade que vai além dos muros e paredes de uma igreja. E suas concepções de como se deve se portar durante um recital musical também é bastante farisaica.

            Outro erro grotesco é confundir recomendações com doutrina. Recomendações NÂO é doutrina. QUem tem que respeitar os adventistas progressistas é vc. Nós ja temos respeitado os conservadores a muito tempo, mas o contrário nunca ocorre. TEMOS sim diferenças teológicas dentro da própria IASD no assunto música, e isso precisa ser respeitado.

            Sinceramente, não espero que os conservadores mudem de ideia, pq naturalmente eles vão ficar pra traz, e nós os progressistas, seremos os conservadores daqui uns 50 anos. So espero que parem de falar bobagem publciamente, dando mal testemunho e falando mal do trabalho missionário dos músicos da nossa igreja. RESPEITA! é tão dificil assim?

          • Paulo Jeovani

            Ahh, e ja ia me esquecendo. Sem jamais querer comparar o Leo a Jesus, apenas como exemplo, a própria presença de Jesus causava muita histeria no povo. Sera que Jesus fazia algo para chamar atenção pra si e tornar as pessoas histéricas? e o auê que o povo faz com Prs. como Bullón, Mark Finley , e etc.? Mais uma vez, cantores nao tem culpa da histeria do povo. E de novo reitero, juizo temerário é perigoso, aliás, imoral. No dia q vc ver ele fazer algo ai tu pode pensar em falar algo. Supor o carater das pessoas assim é antiético.

          • André Almeida

            “A presença de Jesus causava histeria no povo”. Hum… Conforme a Wikipedia, “histeria, segundo a Psicanálise, é uma neurose complexa caracterizada pela instabilidade emocional. Os conflitos interiores manifestam-se em sintomas físicos, como por exemplo, paralisia, cegueira, surdez, etc. Pessoas histéricas frequentemente perdem o autocontrole devido a um pânico extremo. Foi intensamente estudada por Charcot e Freud.” Mostre, usando argumentos bíblicos, que as pessoas eram dominadas por esses sintomas descritos e, conforme você disse, ficavam “histéricas”. Olha que eu usei só a Wikipedia. Leia a Bíblia e tente olhar num outro prisma (ops!). Talvez não fosse histeria o que o povo sentia ao ver Jesus. Pense melhor… Ao comparar Jesus com o que acontece com Bullón, Finley, etc., tem que se ter calma. As pessoas comparecem aos eventos, sim. Mas não “histéricas” ou fora de controle. Eu já assisti a vários eventos destes pastores, onde quando as câmeras mostravam a audiência, não existia nenhuma catarse coletiva. Isso eu já vi em show do… Leonardo Gonçalves! Inclusive quando eu fui, tirei uma foto com ele… Pena que eu perdi…
            Uma hora eu acho.

          • André Almeida

            Cara,
            desculpa, mas há contradição na sua fala inicial e nesta de agora. Antes o produtor musical não influenciava. Agora influencia? Confuso isso. Quem toma a
            decisão é o artista, mas há uma linha muito tênue entre o cara não ouvir as
            orientações do produtor. Já que você gravou vários discos, deveria saber disso.

            Discordamos aqui novamente. “Quer comais, quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31. Sabia que pode louvar à Deus até comendo e bebendo? Música cristã serve para esse fim – louvor, principalmente, e muitos outros. Mas estamos falando de apresentações públicas. Neste ponto, volto à questão do Petencostes: qual o objetivo ali? Era apresentação fugaz ou uma mensagem eterna? De que Cristo salva pela graça e que as pessoas tinham que se arrepender dos seus pecados – olhando para a lei como guia de amor? Quais os métodos de evangelismo? O que foi usado como material de evangelismo? Faça um esforço e leia “ATOS DOS APÓSTOLOS”, da EGW. Sei que é difícil, pois apenas nós, “conservadores”, ligamos para essas bobagens como esses livros escritos há mais de um século.

            “DOUTRINA: conjunto coerente de ideias fundamentais a serem transmitidas, ensinadas.” Tá em qualquer dicionário. A minha compreensão está adequada, então estou tranquilo. Em quê desrespeitei os auto-entitulados “adventistas progressistas”? (desculpe, mas ao ler isso, não consegui conter um risinho…). Que bom que você se assumiu! Que coisa linda isso! A verdade sempre é algo fantástico! Esta divisão entre pessoas que seguem o que a igreja orienta (legalistas, na sua visão míope) e pessoas que acreditam que a “igreja deveria abraçar a todos e avançar, amando a tudo e a todos, não importando a lei. Tudo que importa é a graça! Dane-se Colossenses 3!” Bom, calma lá. Temos na verdade uma DOUTRINA de música que ninguém segue. Fato. E alguém precisa alertar aqueles que não possuem opinião formada sobre isso. Se cabe à nós esse alerta, que assim seja. Se você acha isso um desrespeito, eu só posso sentir muito pela sua pequena compreensão do que significa uma discussão e o que é um alerta válidos para todos os membros da IASD, já que os “grandões” dominam a mídia devido ligações escusas, escondendo-se em parentescos e pastores de conceito duvidoso e, devido à sua repercussão, grande parte (bovinamente) os segue. Como seguiam John Lennon e Kurt Cobain. Ídolos.

            Hehehehehe… Desculpe rir de novo… Mas o que você quer dizer com “ficar para trás”? Seria seguir os ensinamentos e orientações do EdP e levar em conta o Manual da Igreja? Nossa, eu fico até alegremente para trás nesse ponto, até por que não estou competindo com ninguém. Você pensa neste mundo daqui 50 anos. Eu penso em Jesus já reinando em glória no céu com os remidos nesse período de tempo, então há uma outra diferença de visão. Eu não quero passar mais 50 anos aqui. Deus me defenda! O que você considera “bobagem pública” eu considero admoestação, a quem conseguir ouvir. Quem não ouve, como você aparentemente não ouve, pode continuar sua vida tranquilamente. Não tenho pretensão de te convencer de nada, absolutamente. Apenas dizer o que eu tenho para dizer. Se é tão incômodo assim, tome uma atitude. Simples. MaU testemunho se dá com o viver diário. E isso, querido, minha conduta, eu só devo à Deus, não à você. O que você chama de “trabalho missionário” eu chamo de “carreira musical economicamente bem sucedida”. Não desrespeito ninguém, expondo minhas idéias. Se você se sentiu ofendido, devia pensar melhor em como argumentar numa “nice”.

            Sem estresses! Eu costumo imitar a risada do Bruce Willis para relaxar. Me ajuda pacas.

            Um grande abraço!

          • Matheus Fugita

            Paulo, eu fiquei um tanto preocupado com suas afirmações agora. Esta, por exemplo: “QUem tem que respeitar os adventistas progressistas é vc. Nós ja temos respeitado os conservadores a muito tempo, mas o contrário nunca ocorre.” Eu me considero conservador, mas eu por acaso já desrespeitei você? Quer dizer que na sua opinião eu nunca vou ser capaz de lhe respeitar? Afinal, você disse que o “contrário nunca ocorre”. Para alguém que acusou o texto de falacioso, eu fico bem preocupado , uma vez que você é conhecedor dos recursos lógicos da arugmentação, por fazer essas assertivas. Até onde eu saiba, tomar a parte pelo todo ou o todo pela parte nesse tipo de generalização também é falácia. Eu acho que sempre vou lhe respeitar, ainda que discordemos.

            Quanto ao seu comentário sobre a doutrina não ser o mesmo que recomendação, eu não enxergo numa escala de poder como nesse debate entre você e outras pessoas aparentou ter. Olhe por exemplo que linda recomendação da Bíblia: “eu te aconselho que de mim compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres, vestes brancas para te cobrires e para que a vergonha da tua nudez não seja manifesta, e também colírio para ungires os olhos a fim de que vejas” Apocalipse 3:18

            Ou mesmo a citação de Ellen White, que bela recomendação: “Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus como regra de vossa fé e prática.”

            A própria Bíblia, com todo seu caráter autoritativo para a vida do cristão, apresenta-se com muitas recomendações. Nem por isso enxergamos esses versos como sendo inferiores às doutrinas. A Igreja possui realmente um MANUAL, e nele, com bastante educação, se “expressa também a compreensão da Igreja a respeito da vida cristã, do governo eclesiástico e da disciplina baseada em princípios bíblico e na autoridade das assembleias da Associação Geral devidamente reunidas. ‘Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Assembleia Geral, devam ter autoridade’ {TI, v.9, p.261}” (Manual da IASD, 2010, p. 18.

            Talvez você pudesse encaminhar para a Conferência Geral uma sugestão de trocar o nome de MANUAL para “Livro de recomendações de como a IASD deve atuar eclesiasticamente”. Talvez asim tire o mal entendido (semana passada eu mesmo mandei um email para eles e fui respondido no mesmo dia, são muito solícitos). Porque MANUAL, para mim, é MANUAL.

            Claro, qualquer pessoa pode discordar do manual, mas nenhum dos lados, progressistas ou conservadores pode desconsiderar o que foi feito com tanto carinho, oração e estudo, afinal, a Conferência Geral tem sua autoridade também. Acho que o ponto em que principalmente discordamos nisso é que eu não acho que os conservadores “nunca” respeitam os progressistas, isso, em relação ao Manual ou qualquer outra coisa, é um julgamento falacioso acima de tudo. Sempre defenderei seu direito de discordar de mim.

            Agora faço uma pergunta: para você, Paulo, para quê serve um SHOW adventista? Nesse tipo de ocasião também se está louvando a Deus? Se sim, você realmente não vê nenhum problema em ter pessoas histéricas e com um cantor que não deve fazer nada para conter a reação do público? Era isso, abraços.

          • Paulo Jeovani

            Matheus.
            1- O que eu falo sobre os conservadores é uma generalização, uma tendencia geral. Claro, que nem eu nem ninguem tem a capacidade de observar o comportamento de TODOS os conservadores. Tem gente boa e ruim em qualquer grupo. Mas a tendencia dos conservadores é serem intolerantes com os progressistas sim. Tente tocar com uma bateria numa igreja de maioria conservadora para vc ver o alvoroço. Agora leva um coro de câmara, como o Oficina Vocallis, do UNASP, para cantar numa igreja mais progressista. Ninguem vai “jogar pedras’.

            2- Eu jamais disse que o manual é inutil. Ele tem o seu lugar. O problema é que as pessoas estão querendo dar uma autoridade pro manual que ele nao tem. Ele é revisado periodicamente, coisas caem e coisas sobem. Isso mostra que ele é bem discutivel. Entao discordar dele não me faz nenhum herege.

            3- Respondendo as perguntas: um show, ou recital, como queira chamar, é uma apresentação artistica que tem dois objetivos: a) apreciação estética (alias toda apresentação musical TEM que ter esse elemento); b) levar uma mensagem musical de uma forma não liturgica. Pq nao liturgica? pq a mensagem é para pessoas que não estão em contexto liturgico. No carro, varrendo a casa, na rua, no fone, etc. A música que é feita pro culto não necessariamente tem q ser a mesma para momentos seculares. Mas a mensagem precisa chegar lá.
            Sobre as pessoas histericas, histeria (em sentido figurado) é uma coisa que não da pra controlar muito. Um artista tem duas opçoes: ou ele ignora, e faz sua apresentação independente disso, ou ele começa a ser chato e manda a galera parar. Eu acho q a segunda opçao nao é viavel. Gosto muito da atitude do Rodolfo Abrantes. Esse cara faz uma contenção de publico impressionante. Quem sabe o Leo deveria se espelhar nele.

          • Matheus Fugita

            Paulo, agradeço a forma respeitosa com a qual você respondeu, mas sou levado a fazer novamente outros comentários: como você mesmo admitiu, houve generalização da sua parte, a conclusão que se seguiu dela foi que conservadores “nunca” respeitam progressistas. Argumentar assim não é saudável, ainda que sua intenção tenha sido usar apenas um artifício retórico, não pega bem. Um conservador qualquer poderia perfeitamente se sentir ofendido com seu discurso.

            Bem, vi que você melhorou sua fala agora, mas ainda preciso fazer uma observação quanto a este enunciado: “Mas a tendencia dos conservadores é serem intolerantes com os progressistas sim. Tente tocar com uma bateria numa igreja de maioria conservadora para vc ver o alvoroço. Agora leva um coro de câmara, como o Oficina Vocallis, do UNASP, para cantar numa igreja mais progressista. Ninguem vai ‘jogar pedras’.” Eu frequento uma Igreja de maioria de ideal conservador e quando tem bateria nunca gerou esse “alvoroço”, pode causar certo desconforto, mas não alvoroça não. Eu creio que mais uma vez você está comentendo a falácia Dicto Simpliciter, tomando o todo pela parte. Baseado na experiência que você teve com pessoas conservadoras com que você se deparou, está fazendo um juízo de valor sobre tantos outros dizendo que é uma “tendência” conservadora (sendo que essa afirmação não tem como ser testada ou atestada). Quem sabe a maioria conservadora na verdade simplesmente ouviu seu grupo, você ou seja quem for tocando (com bateria) mas simplesmente não fez alvoroço? Eles podem ter ouvido e não falado nada. Afirmar que existe uma tendência, e até mesmo intolerância como você falou, é algo muito acima do que podemos constatar.

            Na ironia da vida, faz umas duas semanas que conversei com um amigo meu de tendência conservadora que falou que os progressistas que são intolerantes, posto que quando querem um objetivo (o exemplo que ele deu foi colocar bateria na Igreja) eles forçam até aceitarem. Bem, ele afirmou isso baseado na experiência que teve, mas dificilmente eu tomaria isso como uma “tendência progressista”.

            Se você quiser saber da minha experiência, saiba que por um coral em que eu tocava ter escolhido cantar “Glória” de Mozart Mass in C major, KV 317 fomos chamados de antiquados, ultrapassados e propagadores de “culto morto”. Já ouvi maestros “progressistas” recusando ensaiar Tom Fettke porque os jovens não iam gostar dessa “música de velho”. Qualquer pessoa que conheça Tom Fettke sabe sua versalidade e riqueza harmônica, músicas que muitos corais (jovens e adultos) cantam no mundo todo. Se você diz que existe uma tendência conservadora de intolerância porque já tentou tocar com bateria e sofreu com isso, eu poderia dizer que existe uma tendência progressista de intolerância por eu ter vivenciado progressistas que repudiavam e vetavam hinos antigos ou mesmo contemporâneos (no caso do Fettke) mas que não tinham a mesma pegada do DVD Adoradores, por exemplo. Eu por acaso fiz esse juízo de valor? Não, porque julgar vários outros progressistas sinceros e tolerantes (que eu NÃO tenho como quantificar para saber se são maioria) seria injusto.

            Bem, você não disse diretamente se achava que o ato de Show era um ato de adoração a Deus, mas, partindo do pressuposto que você parece concordar com isso, só tenho a dizer que tanto dentro como fora da Igreja os princípios de escolha de repertório deveriam ser os mesmos (veja eu eu disse princípios). Eu jamais escolheria uma música que levasse as pessoas a terem uma experiência unicamente de histeria, prazer e emoção. Música para mim não se resume à anestesia, ela “fala a minha mente, como fala ao coração”, como diria um poeta adventista. Talvez nisso o Leo poderia copiar mais de outros artistas mesmo, como você falou. Abraços!

          • Paulo Jeovani
          • André Almeida

            Já li. Não achei nada impressionante. O que tem de especial nesse link?

          • Paulo Jeovani

            Vamos por partes:

            1-
            Leia de novo meu primeiro post. Encontrou em
            algum momento eu dizendo q o produtor ou engenheiro não influencia? Eu nem usei
            essa palavra. Disse q quem toma as decisões são so responsáveis pela produção,
            os artistas. Simples, e verdadeiro.

            2-
            Claro que em tudo devemos louvar a Deus. Mas é
            muito diferente louvar diretamente a Deus e indiretamente a Ele. A música pode
            servir a Deus direta ou indiretamente. Diretamente ela tem função litúrgica. Indiretamente
            ela pode adquirir outras funções, como a própria apreciação estética de um
            recital ou show.

            3-
            Não é nenhum esforço não. Estou acostumado a ler
            esse e muitos outros livros. Mas ironia e sarcasmo não deveria fazer parte de
            um diálogo decente. Infelizmente vc faz muito uso desse recurso.

            4-
            Doutrina tem uma definição muito mais abrangente
            do que a que vc colocou no seu suposto dicionário. Se for assim, ser vegetariano é doutrina
            adventista tbm. Vc é? Eu não, nem Jesus era. Mas se recomendações e conselhos
            devem ser levados na mesma autoridade de uma doutrina, um conjunto de crenças
            oficiais e essenciais que definem um movimento religioso, então vc está
            trazendo um grande problema conceitual. Mais uma vez, recomendação não é
            doutrina. Doutrina são as 28 e só.

            5-
            A divisão que fiz entre progressistas e
            conservadores não é minha. É um termo bem comum em qualquer movimento
            religioso, político ou ideológico que tem diferenças internas.

            6-
            O que considero o desrespeito não é dar opinião.
            É julgar a espiritualidade alheia. Posicionar-se teologicamente sobre um
            assunto, mesmo que equivocadamente é direito de qualquer um. O problema é q o
            posicionamento nunca vem sozinho. O adventista conservador parece ser incapaz
            de abrir mão de seu gosto musical, e constantemente o reveste de uma pseudo
            teologia, tudo para justificar seu repudio à música que não cai no seu gosto. E
            para pior, como se isso ja nao fosse ruim, tudo isso vem sempre com uma boa
            dose de fanatismo, hipcrisia, e julgamento da espiritualidade alheia.

            7-
            Ficar para trás significa ficar no passado. O
            manual vem sido mudado. Foi uma grande vitória tirar a proibição de cinema. Era
            ridícula. Falta ordenar mulheres e tirar essa parte igualmente desatualizada
            sobre jazz, rock, etc. entre varias outras coisas que são questão de tempo. EP
            é inspirado, mas não é autoridade. Sugiro a leitura dos textos deste site tbm: http://www.adventismohoje.com;

            8-
            50 anos é um exagero, não é literal. Obviamente
            que eu estou pensando na possibilidade de Jesus não voltar até lá. Não é
            prudente contar com o ovo ainda na galinha.

            9-
            Histeria, novamente usei uma hipérbole. Não é literalmente
            uma histeria. Interpretação de texto, por favor, está precisando. Eu já vi
            gente bem maluca com a presença do Bullon, pessoalmente, alguns anos atrás num estádio
            de futebol. Entao, é bem possível sim.

            10-
            Se vc leu o link e não achou nada de
            interessante, e não tem nada a dizer sobre ele, então ou vc tem graves problemas
            d interpretação textual, ou esta mentindo, não leu nada. O texto é altamente
            pertinente e destrói esses e mais outros argumentos que vc defende.

            No mais, eu gosto de debates. Mas realmente
            essa malhação de Judas, no caso, Leonardo, já deu já. Ninguem respeita mais ninguém.

            Abraços.

          • André Almeida

            Para quem é agressivo (chamando o texto de falacioso), é bem fácil se vitimizar e se colocar na função “nobre”, que ama debates, que odeia ironia. Tadinho. Dá até dó. Saiba se portar, numa discussão. Não vou nem perder o meu tempo precioso rebatendo seus tópicos, por que já deu pra mim. Ninguém nunca julgou o caráter do cantor, mas sim as suas atitudes. Miopia analítica. Como não há, nem haverá concordância, abrace seus argumentos com carinho, e siga seu caminho de “luz”.

          • Paulo Jeovani

            Ninguem nunca julgou o carater do cantor… aham sei.. ta bom, senta lá, claudia. ¬¬

          • André Almeida

            trolls. Just don’t feed’em.

          • Matheus Fugita

            Paulo, ainda bem que você divide suas colações em vários números rs. Fica mais fácil de eu comentar também. Quanto aos seus pontos:

            7*) “EP é inspirado, mas não é autoridade”. Bem… O que você acha deste trecho do Centro White sobre resoluções e comentários oficiais da IASD?

            “Nós cremos que Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo e que seus escritos, um produto dessa inspiração, são aplicáveis e autoritativos, especialmente aos Adventistas do Sétimo Dia.” (Ênfase no autoritativos) Fonte: http://centrowhite.org.br/perguntas/perguntas-sobre-ellen-g-white/a-inspiracao-e-autoridade-dos-escritos-de-egw/

            4*) Talvez seja bom vermos esse conceito de Doutrina mesmo, que eu saiba a Igreja Adventista não tem tudo isso de doutrina não, é bem menos rs 28 são nossas Crenças :p (Só pra comentar mesmo). Sobre essa história de ser recomendação ou não já comentei antes , Abraços!

          • Paulo Jeovani

            Matheus. O que eu acho do trecho? Acho um comentário equivocado, seja lá quem escreveu. A autoridade de White não vem dela mesma, senão temos que começar a disciplinar todo mundo que come carne. A única autoridade vem da Palavra, não dela mesma.

            Tenho que confessar que vc me convenceu: foi um erro generalizar de forma tão categórica os conservadores. E realmente tem muita gente progressista tao fanática quanto. Peço desculpas.

            Sobre a questão do Show, realmente não fui claro, mas vc concluiu certo. Certamente é um ato de adoração a Deus. E sim, vc tem razão em dizer que os principios de filtragem de repertorio (separação do que é essencialmente bom e ruim para um cristão ouvir) não muda só pq não esta em contexto liturgico. MAS, os grupos citados (progressistas e conservadores) tem grandes diferenças conceituais sobre oq consideram e entendem como principios de filtragem. Isso é um debate longo, e se tiver interesse, podemso conversar sobre esses principios, mas não aqui, por email ou facebook.
            Outro grande porém, é que depois dessa filtragem inicial, baseada nos principios, vem outro criterio de seleção das músicas: o critério histórico-cultural. Onde vou tocar? quem vai ouvir? Compor uma música que vai tocar as pessoas depende exclusivamente dos fatores históricos -culturais, a nível social e pessoal, pq a música é uma linguagem socialmente construída, falando exclusivamente da parte musical. A mensagem não esta na música em si, mas na letra que a música carrega. É nela que o Espírito age. A música só ajuda neste processo.

            MAs sobre a questão dos principios e natureza da música, eu tenho muito o que dizer, mas aqui não o ambiente adequado, por questões tecnicas mesmo.

            abraço

      • Bruno Menezes

        Sem Palavras, melhor, excelente resposta!! 😀

    • Márcia Jaqueline

      Temos que cuidas com os fundos, como EGW deixou dito, Deus não quer bateções. Outra que vale à pena lembrar, o ex anjo de luz, era o mestre dos anjos na música. Lembre, o maior inimigo de Deus entende bem de música. E você acha que ele não busca se infiltrar e afinar do seu modo, inclusive na Laodicéia? Acha que ele não gosta de dar seus palpites? Ora, se não! Abra os olhos, e então veja. Deus não quer bateções, então bateções, não acha que é uma das coisas que o Seu inimigo sugerirá?

    • Alison Souza

      Parabéns pelo comentário excelente…

  • Paulo Jeovani

    recomendo-te os artigos deste blog. http://notanapauta.blogspot.com.br/

    • Joao Luis Ferreira da Silva

      Não podemos esquecer que o objetivo de adoração é somente a Deus, acontece que temos deixar que Deus diga qual o estilo e a forma que Ele quer que seus adoradores o adorem. Devemos lembrar de Caim e Abel, um trouxe o que Deus pediu e o outro não. Os dois adoraram, mais Deus aceitou apenas de um. A adoração a Deus deve fazer com que o adorador, seja elevado a Deus em espirito, mente, sabendo o que e porque está fazendo o que faz, isso é culto racional, agora, se somos levados a balançar o corpo sem elevar a mente, musicas que em vez de me aproximarem de Deus, fazem totalmente o contrário, não estou de fato adorando ao Criador. Quando vou a Deus, devo deixar que Ele mude minha vida, não adequar meu estilo de vida, é um novo nascimento, novas perspectivas, isso é o que Deus espera de nós.

  • Felipe Cabral

    Infelizmente generalizaram achando que pelo fato de nas apresentações externas a IASD o publico do Leonardo se exalta de mais, acham que dentro da nossa igreja é assim tbm.

    • Márcia Jaqueline

      Eu percebo que ele se exalta um pouco. Todos nós temos nossas imperfeições. O meu ponto de vista não parte da igreja, mas de Deus, então, para qualquer posição, prefiro como norte a Palavra dEle. Logo, o melhor é cantar em Coro. Como EGW diz, assim será lá, conexão de vozes, e todos com os olhos no Senhor. Felizes. Acho que como a um rei, quis o Israel terreno, assim novamente quer um centro para louvar. Compreendi que EGW preferia coros, não solos, pois assim será na Nova Jerusalém.

  • Gustavo Barbosa

    O autor do texto misturou tudo, ele criticou o que a Veja escreveu como se fosse a fala e atitude dos cantores adventistas citados na reportagem. A mídia e os críticos sempre chamaram a igreja adventista de seita e nem por isso agente se revolta com a igreja, s reportagem pode falar que nossa música é rock porém nem por iiso iremos dar lição de moral nos nosso cantores.

    • Márcia Jaqueline

      Por isso acho que foi muito bom ter lido vários books de EGW antes de entrar na IASD. Separação do mundo, não é junção. Como vou ficar separada do mundo se a igreja que entro se une a ele? Então volto pro mundo, e curto a vida.

      • Ingred Preis

        Mas o que é exatamente se unir ao mundo? Cristo diz que devemos ser sal da terra, nos misturar com as diferentes pessoas, como Ele mesmo fez. Será que se permanecermos separados completamente do mundo, com musica separada, roupa separada, e tudo o mais, nós estaremos fazendo o trabalho que nos cabe fazer? Será que não devemos nos misturar? Claro que a biblia diz para não nos conformarmos com esse mundo… mas o que é exatamente se conformar? é uma questão muito complexa, não dá para ser taxativo “isso nao e pronto” sem uma reflexão, sem considerar o contexto do mundo atual etc…

        • Gutemberg Nascimento

          Não é tão complexo assim @ingred_preis:disqus. Usando o exemplo que você mesma deu.
          Quando colocamos sal na pipoca, a pipoca fica salgada ou o sal fica com gosto de pipoca?
          Cristo usou essa metáfora justamente pra ilustrar que eu devo sim, estar no mundo, mas não ser influenciado por ele. Como cristão eu devo mudar o sabor do mundo ao meu redor, tanto na musica, como nas roupas e tudo o mais.
          Se eu me ajusto ao mundo, então eu não estou mudando o sabor do mundo, mas o mundo está mudando o meu sabor.
          E pra que serve um sal sem sabor? “para nada mais presta senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.” Mateus 5:13

          • Ingred Preis

            entendi seu raciocínio. Mas continuo achando a coisa mais complexa. Temos que salgar as pessoas… ok. Mas como faremos isso? De uma maneira antiquada, engessada, ligada fortemente às tradições? Estas muitas vezes sem nenhum sentido hoje? Claro que essa abordagem atinge muitas pessoas… mas a todas? Pois eu penso que a igreja tem que se contextualizar, pra salgar o mundo de maneira efetiva. Mudar a embalagem com o mesmo conteúdo é uma forma de fazer isso. A música que hoje é tida como “sagrada”, há varios anos atrás era blasfema, inapropriada etc… será que não estamos nos limitando a conceitos puramente culturais e ligados à epoca para dizer o que pode e o que não pode? Dizer o que Deus gosta e não gosta? Eu vejo LG, Os Arrais como pessoas que são usadas para alcançar um grupo de pessoas que os Arautos dificilmente atingiria. Contextualizando as ferramentas de evangelismo iremos de fato salgar o mundo. E contextualizar não é mudar princípios, doutrinas, nem nada disso… é só a roupagem, a forma de abordar as coisas… O mundo anda… a igreja vai ficar parada? Estática? Se assim for, vai ficar para trás

          • Gutemberg Nascimento

            Ok. Não parece que você entendeu, mas tudo bem.
            Todo o principio da analogia do sal é ser DIFERENTE. Se o sal e a comida tem o mesmo sabor ele não vai fazer diferença. Para nada mais presta.
            Nem a bíblia, nem o Espirito de Profecia ensina esse conceito de contextualizar para evangelizar. Na verdade é o contrário.
            Na verdade o mundo anda sim, e a igreja não vai ficar parada. Vai andar na direção oposta. E se estiver na mesma direção, tem alguma coisa errada.

          • Gabi Barbosa

            Nossa obrigação é sim buscar pessoas, e falar de Jesus, sobre o poder transformador do amor dEle, sobre como uma vida com Ele é diferente, melhor. Sobre esperança em um mundo tão sombrio como o nosso, mas você parece não ter entendido uma coisa básica. Quem converte as pessoas, transforma seus corações, é o Espirito Santo. Somos apenas instrumentos nessa terra, e se nós não pregarmos as pedras o farão certo? Não se pode mudar a igreja e a nós mesmos para convencer mais pessoas a irem a igreja, se elas não tiverem Jesus e não forem transformadas de que isso iria adiantar? Jesus andava entre todo o pior tipo de pessoa em sua época, mas em que momento isso mudou o comportamento dele? Quem saía transformado do relacionamento? Deus não muda, sua lei não muda e sua palavras com certeza não muda, quem mudamos somos nós e esperar que Deus “evolua” conosco só vai levar a caminho de perdição. Onde está o nosso tesouro está nosso coração, e ao nos deixarmos envolver pelas coisas do mundo como podemos fazer as mudanças que Deus espera de nós?

    • Giovanna Bonilha

      Olá Gustavo Barbosa, tudo bem irmão?
      Não sei se você prestou atenção na leitura do texto, mas há um trecho assim: “Sei que muitas das partes escritas no texto não se aplicam aos citados cantores adventistas, ainda assim vou destacá-las para nosso ensino e aprendizado.” A autora esclarece isso. Então não posso concordar com seu argumento, mas posso te incentivar a ler novamente o texto e estar com espírito de oração.

      Que o Senhor esteja com você.

      • Gustavo Barbosa

        Giovanna, não seja ingênua,
        o autor no inicio tenta se desculpa pelo julgamento que virá abaixo, porém cai
        por terra a partir do momento eu utiliza partes dos textos com afirmações que inclui
        nome dos nossos cantores. Nota-se claramente que quer julgar porém tem medo e
        que observa o ministérios dos Arrais e do Leonardo de longe, escreve um texto
        inteiro baseado nas afirmações da Veja e sobre um ministérios que já ouviu
        falar.

        No mínimo para citar os
        cantores e dar o “sermão” em cima dos ministérios deles, o autor deveria
        acompanhar de perto. Porém sempre será assim, enquanto uns ficam julgando ou
        estarão pregando.

        Desafio o autora enviar
        esse texto para o Arrais e o Leonardo e publicar a replica deles aqui, não terá
        coragem, porque? Rede social é assim, é fácil julgar atrás de uma tela.

        • Gutemberg Nascimento

          Percebi que você usa muito a palavra julgar e seus derivados. Esse seu comentário em relação ao artigo é o que mesmo?
          Sabe qual a diferença? A autora usou e abusou da Bíblia e do Espírito de Profecia, enquanto você deu apenas a sua opinião.
          Eu até respeito isso, mas fico com a palavra de Deus.
          Paz e graça.

          • Gustavo Barbosa

            Amigo usar e abusar da bíblia até outras igrejas fazem. Reafirmo que julgar a música contemporânea é algo, agora falar do ministérios dos músicos de nossa igreja sem conhecer a fundo cada um deles é péssimo para um cristão. Não tenho medo em parecer que estou julgando o artigo, pelo menos estou julgando algo que estou vendo.

        • Matheus Fugita

          Olá, Gustavo, tudo bem?

          Eu particularmente nunca entro numa discussão se o meu argumento simplesmente for: “você está errado porque você está julgando a outra pessoa!”. Esse argumento é circular e autodestrutivo porque para que você o use, você mesmo precisa emitir um juízo de valor, ou seja, você acabando julgando quem está julgando. Logo, você refuta a si mesmo também.

          Esclarecido isso, acho completamente pertinente sua preocupação, mas eu não vejo o menor problema em divulgar isso para o Leonardo G. , acho até que o artigo já foi postado na página dele, se vier réplica, pode vir tréplica tranquilamente. Dizer que o autor “não terá coragem”, é outro juízo de valor e um julgamento que nasce do preconceito de nem mesmo conhecer o autor e como ele reagiria.

          Usar partes do texto em que se cita os cantores, para mim, é o de menos. a matéria já é de conhecimento público e é passível de resenha e crítica assim como qualquer outra coisa. Não vi o caráter dos cantores serem condenados neste texto, mas foi exposto o que a Veja vê neles e se há textos que alertavam contra as ditas práticas.

          Uma pergunta: se fosse uma matéria em que esses cantores estivessem ajudando uma obra de caridade e o presente site elogioasse essa atitude, também não estaria havendo um julgamento (ainda que sendo de uma atitude boa)? Por que só “julgamos” quando é coisa ruim? Talvez essa concepção pouco clara e passível de debate sobre julgar o irmão vem do fato de não sabermos diferenciar a condenação do discernimento. O presente artigo fez um apelo ao discernimento, e só se discerne bem com a Bíblia.

          Por fim, lembre que há momento para tudo, de conversar a sós com alguém se o problema for pessoal (Mt 18), mas de se discutir um problema público pelo bem da comunidade, ainda que seja doloroso (I Tm 5:20). Acho que o Leonardo nunca fez nada de errado para a Annik, mas por outro lado ele saiu na Veja, consciente ou inconscientemente sendo visto como um símbolo da IASD. As coisas são, portanto, diferentes. Espero continuar essa conversa de maneira saudável, Abraço!

          • anonymous

            logo julgou o gustavo. que redundante ¬¬

          • Matheus Fugita

            Creio que não, anônimo, eu expliquei que quem condena por julgar está julgando alguém por condendar, e nenhum dos dois eu fiz, é só ler meu comentário novamente e verás que minha refutação foi na ideia e não no julgamento de/sobre ninguém. Abraços!

    • Lane Lyma

      Se a revista exagerou prq Leonardo Gonçalves publicou na página do facebook? ou melhor pra quê dar entrevista? ele deu brecha pra que isso acontecesse.

  • Suéle Salcedo

    Estas opiniões são um festival de achismo!!! Não podemos misturar o santo com o profano, isso todo membro da IASD sabe!!! Vamos cair na real e refletir bem da onde vem o Rock, quem é músico sabe e muito bem!!!

    • Márcia Jaqueline

      Acho que todos tem o direito de se posicionar onde acharem. Quem leu as Escrituras de Ellen White, compreende bem a posição desta autora. Mas a grande maioria, não lê nem a Bíblia, partindo de uma oração, imagina, ler as escrituras de EGW.

  • Kecke Rodrigo

    Creio que apesar de expressar bem sua opinião a respeito da música adventista e gospel, vc se colocou bem com referencias bíblicas e de espírito de profecia. As pessoas que comentam “defendendo” o mundanismo que vem entrando na igreja cada vez mais achando que isso é um processo natural está bem enganado com seus estudos. Nosso Deus é imutável. E quem for santo que se santifique ainda e quem for justo que se justifique cada vez mais.

    • Márcia Jaqueline

      E como diz o verso central da Palavra de Deus: maldito o homem que confia no homem. Quando a primeira das 7 igrejas confiou no homem, se separou de Deus.

  • Márcia Jaqueline

    Amém.

  • Guilherme Hugo

    Como a gente adora criticar, julgar e falar mal.

    Só no YouTube Leonardo tem quase 27 milhões de visualizações (em 5 vídeos apenas). Sem falar em cada e DVD vendidos, Deezer, Spotify…

    Suas musicas ajudam pessoas a estarem mais perto de Deus. Quem tem cumprido a ordem de Cristo: “ide e pregai a todo o mundo”

    Se você não concorda com seu trabalho ou não gosta, NÃO OUÇA, ué! E, se realmente se interessa por ele, ore por seu ministério.

    • Samádhi Fugita

      Acontece que quem se importa com seu irmão, também o adverte, e no grande julgamento Deus vai cobrar de você a sua omissão ou falso testemunho.
      Este problema é antigo, os discípulos também admoestavam uns aos outros pelo bem da obra.
      Todo bom ser pensante tem senso crítico.
      Julgar, falar mal, admoestar, está em uma divisão muito tênue por uma linha chamada coerência, se vc é coerente com os escritos, admoestação, se no “eu acho” é falar mal, creio que a autora do texto foi feliz em trazer textos da bíblia e do EdP e deixou os textos falarem por si mesmos, e nada foi tirado do contexto.

      Agora, se ele faz tanto sucesso assim, que benção! não ? É certo que muitos conhecem a verdade por ele? Benção! Mas, acredito que o quanto mais pudermos nos aproximar dos propósitos que Deus tem verdadeiramente planejado para nós, será uma benção maior ainda.

      Maranata e Paz irmão.

      • Guilherme Hugo

        Graça e paz!

        Sobre admoestação, a família de Leonardo é repleta de líderes adventistas. Não creio que a gnt seja o meio mais provável de chegar a ele! Heheheh

        Então, que tal pensar o trabalho dele na forma do público alvo?
        A Palavra, a Verdade é imutável. É uma pessoa, é Cristo.

        Mas a sociedade, a cultura e o público alvo não. É mutável é variado.

        Como bem lembrou o Joêzer Mendonça:
        “Precisamos conhecer o trabalho que está sendo feito a fim de não incorrer em generalizações e especulações que desqualificam a missão que cada indivíduo envolvido acredita que possui. O evangelho ainda é o mesmo, mas as pessoas e os métodos não são as mesmas. Numa sociedade extremamente diversificada e multicultural, seria prudente não medir a importância do trabalho cristão do outro pela régua que me deram quando a igreja ainda estava nascendo.”

        • vania

          NÃOé questão mera degostar ounão.é questão de fazer o povo refletir sobre o estilo de música q escuta .se agrada a Deu ou não!

        • Gutemberg Nascimento

          Meu irmão eu creio que você está bem intencionado, mas lembre que o próprio Jesus disse que: “Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa” Mateus 13:57. Então o fato do Leonardo Gonçalves ter na família vários líderes cristãos não significa que nós como irmãos não podemos admoestá-lo. Pelo contrário, o pedido de Cristo a Pedro, “pastoreia minhas ovelhas” João 21:16 é extensivo a todos nós.
          Quanto ao argumento de que “a sociedade, a cultura e o público alvo … É mutável é variado.” se choca com um dos pontos explanados na matéria.
          A igreja não deve se adequar ao mundo para atraí-lo.
          Ela deve mostrar a Cristo tal qual Ele o é, e deixar que o Espírito Santo trabalhe nos corações daqueles que permitirem, para que então, eles se ajustem à igreja, e não a igreja à eles.

      • Dannie Migs

        OIha, concordei com a primeira parte do que você disse, mas penso que verdade misturada com engano não pode ser bênção… O estilo musical destes cantores traz uma mistura de sentimentos, até por causa da forma como as notas estão dispostas, com repetições sequenciais e as batidas alteram o ritmo do coração… Mesmo que as letras sejam maravilhosas e a qualidade também, o que se desperta no povo que escuta não é espiritualidade, é emoção forte e comoção… Espiritualidade carrega santa contrição de espírito pelo pecado, humildade, arrependimento, PAZ, calma e não sentimentos confusos e agitados iguais aos que surgem para os que ouvem músicas do mundo… Quanto ao sucesso, muitos músicos do mundo também o tem e isso não significa que essa fama tem a bênção de Deus… Não é isso que Deus espera, então por que Ele abençoaria se está indo contra Seus próprios ensinamentos? Eu lamento muito pelo nome da IASD exposto desta maneira… Bom, encerro por aqui minha fala… Que Deus te abençoe 🙂

    • Camila

      É mas percebo pelo artigo acima que não é apenas uma questão de gosto pessoal, muito bem usados, os textos acima também refletem o “gosto” de Deus, e eu não devo me parecer cada dia mais com Ele?

      • Ubermayer Coelho

        Me mostre onde a bíblia define o gosto musical de Deus! Ridículo isso! O post tem mais referências à Ellen White do que à biblia, e mesmo quando usa a bíblia o autor do post ainda coloca suas próprias palavras “entre texto” para “tentar” passar a impressão de ser verdade.

        • Osmar Junior

          Vc é Adventista batizado, irmão? Então não exclua Ellen White, quando VC foi batizado aceitou crer nos ensinos dela como profetisa.

          • Ubermayer Coelho

            Não sou Adventista. É interessante que acabam fazendo o mesmo que a ICAR faz, acrescentam outros ensinamentos opostos às escrituras sagradas.

            “Aleluia! Louvem a Deus no seu santuário, louvem-no no seu poderoso firmamento. Louvem-no pelos seus feitos poderosos, louvem-no segundo a imensidão de sua grandeza! Louvem-no ao som de trombeta, louvem-no com a lira e a harpa, louvem-no com tamborins e danças, louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas, louvem-no com címbalos sonoros, louvem-no com címbalos ressonantes. Tudo o que tem vida louve o Senhor! Aleluia! (Salmos 150:1-6)”

          • Ubermayer Coelho

            Não sou Adventista. É interessante que acabam fazendo o mesmo que a ICAR faz, acrescentam outros ensinamentos opostos às escrituras sagradas. E. W. fala e vai uma galera junto dela. É triste isso.

            “Aleluia! Louvem a Deus no seu santuário, louvem-no no seu poderoso firmamento. Louvem-no pelos seus feitos poderosos, louvem-no segundo a imensidão de sua grandeza! Louvem-no ao som de trombeta, louvem-no com a lira e a harpa, louvem-no com tamborins e danças, louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas, louvem-no com címbalos sonoros, louvem-no com címbalos ressonantes. Tudo o que tem vida louve o Senhor! Aleluia! (Salmos 150:1-6)”

        • Gutemberg Nascimento

          Fiquei tão chocado com esse comentário que tive que voltar ao texto pra contar.
          São 12 referencias bíblicas e 9 referencias aos escritos de Ellen White.
          Você no entanto não usou nem uma coisa nem outra. Apenas fez um comentário vazio, crítico e tendencioso.
          Parabéns!

          • Ubermayer Coelho

            Crítico sim, tendencioso depende do seu ponto de vista; para o reino de Deus digo que sim, é tendencioso, mas não para opiniões pessoais. Veja como é interessante; cito um comentário com base bíblica e dizem que é vazio.

          • Gustavo Lopes

            Com todo respeito, mas o que há de errado nas palavras de Ellen White? Uma mulher que entregou sua vida ao serviço de Deus, ajudou fundar escolas, hospitais, deu conselhos preciosos, escreveu milhares de livros e artigos todos em conformidade com a Bíblia! Ela mesmo escreve que seus escritos não são maiores do que a Palavra de Deus! Então peraí gente, ela não é uma simples qualquer que resolveu abrir uma igreja no fundo de quintal pra arrecadar dinheiro das pessoas! Estudei sua biografia e é de se admirar. As coisas que ela escreveu, tem base bíblica sim, agora muito interpretam de maneira errada! Estudem sejam adventistas ou não antes de criticarem. Abraço Graça e paz a Todos!

          • Gutemberg Nascimento

            Comentário com base bíblica? Seu comentário foi o seguinte:

            Me mostre onde a bíblia define o gosto musical de Deus! Ridículo isso! O post tem mais referências à Ellen White do que à biblia, e mesmo quando usa a bíblia o autor do post ainda coloca suas próprias palavras “entre texto” para “tentar” passar a impressão de ser verdade.

            Qual é a base bíblica desse comentário? Qual o texto bíblico você usou?

          • Robson Lopes

            Se a Bíblia diz que podemos louvar com danças e o EP diz que não, qual a orientação a ser aceita (leia-se vontade de Deus)?

        • Matheus Fugita

          Ubemayer, tudo bem?

          Olhando seu comentário preciso lembar que o texto não se propôs em momento algum de dizer qual era objetivamente o gosto de Deus. Cuidado para não cair na falácia do espantalho, atacando coisas que o autor não disse ou mesmo pretendeu dizer. Mas se você quiser, há algumas passagens em que Deus determina instrumentos a serem usados no culto e motiva seu povo a cantar com reverência e alegria, uma análise exegética pode ser encontrada no livro: http://musicaeadoracao.com.br/28269/o-cristao-e-a-musica-rock-indice/ talvez esse livro esclareça sobre passagens bíblicas musicais.

          Quanto ao presente artigo, há mais passagens bíblicas que de Ellen White, não sei de onde veio a ideia oposta a isso. Sobre citar Salmos deliberadamente, vamos parar de usar o Salmo 150 pra justificar qualquer coisa que façamos, senão posso usar o Salmo 137 pra justificar matar crianças de nossos inimigos, e o Salmo 149 (do mesmo autor, mesma época e propósito do Salmo 150) pra aprisionar pessoas com espadas na mão e ainda cantando glória a Deus! Poesia não é base única e suficiente para embasar doutrinas e práticas da Igreja. Se for para citar Bíblia, muito me apreceria ler seus comentários exegéticos sobre o assunto 😀

        • CARLOS ALBERTO FILIU DA SILVA

          Você diz que não há referencia do gosto musical de Deus. Se cremos que toda a Bíblia é inspirada por Deus, O que Vc diz do livro de Salmos? Ele é o hinário do povo de Deus e era cantado no templo por um grande coral. Precisa de uma referencia mais bíblica do que esta?

      • Samuel Miranda

        Quem conheceu a mente do Senhor? Quem foi o seu conselheiro?
        Gosto de Deus?- Ame sem medidas! Este é o gosto de Deus. O resto é gosto de homens.

    • jenniffer

      Deus nunca virou as costas às coisas erradas q seus filhos praticaram durante toda a humanidade. não vai ser agora q Ele o fará. o Senhor levanta pessoas como esta q aqui escreveu, não usando as próprias palavras, mas as de Deus para confrontar as práticas com as orientações divinas. a decisão é sim pessoal, mas devemos alertar a cada irmão, se o amamos, para q o “sangue destes não caiam sobre nós”. para q não sejamos culpados….

    • Andressa Almeida

      Finalmenteee meu Deus um comentário sábio!

    • Ana Maria Ferreira

      Parabéns Guilherme,Vigiar e orar .
      Interceder nas nossas orações.Todos estamos no mesmo barco,vamos todos naufragar,se não fixarmos os olhos em Cristo Nosso Comandante.

  • Junior Santos

    excelente post vc escreveu o que todo ja sabe ms q prefere ficar calado cm receio de não machucar o próximo…vc chamou o pecado pelo nome e fundamentalizou tudo parabéns pela coragem …e a nós cantores ta na hora procuramos nos preocupar em agradar a Deus e por consequência corações de homens serão alcançados e não agradar a homens primeiro acho q assim agraderemos a Deus. E se vc não sabe como agradar a Deus é so estudar a bíblia ou pegar umas dicas aki no post …parabéns

  • Ângelo Bernardes

    É complicado.

    A discussão trazida pela reportagem é bastante complexa. Há que se entender, por exemplo:

    1. O que a reportagem diz.
    2. O que Leonardo Gonçalves e Os Arrais realmente fazem.
    3. O que a IASD diz.
    4. O que a IASD realmente faz.
    5. O que é doutrina e mandamento.
    6. O que é recomendação e opinião.
    7. Como a cultura e a música realmente funcionam.

    Tão entendendo? Não é todo mundo que dá conta de equilibrar devidamente todos estes ítens numa crítica, e honestamente o texto acima está longe disso. Tanto que, ao menos duas vezes, o autor precisou recorrer a especulações para sustentar seu ponto de vista. Eu acho bacana a boa intensão dele e o trabalho que ele teve em reunir todos os textos, mas a costura feita entre os trechos da reportagem, os textos bíblicos e as recomendações de White não conseguiu dar coerência à argumentação. Outrossim, trabalhou em sentido oposto: confundiu e apenas aparentou esclarecer.

    Neste sentido, o que o autor pensou ser a maior virtude da análise, na verdade é sua maior fraqueza: os textos estão soltos e sem a devida contextualização e ponderação em cima dos ítens que citei acima. O autor pode alegar que os leitores são sábios o suficiente para eles mesmos fazerem suas ponderações. Se ele realmente achar isso, não pode ter um blog. É o cúmulo da ingenuidade. Comunicador nenhum pode transferir a responsabilidade do que publica para o público.

    No final das contas, análises superficiais como esta têm prestado um baita desserviço ao adventismo. Nós estamos expondo nossa incapacidade crítica em fórum aberto na internet e fazendo tropeçar aqueles que não são do nosso meio.

    Por fim (porque já escrevi um bocado), encerro com uma provocação. Não há uma declaração oficial sequer por parte da igreja ou de qualquer de seus setores sobre o assunto. É que às vezes o silêncio é sabedoria, e se os ensinamentos de nossos líderes e do nosso manual nos são tão preciosos assim, talvez devêssemos seguir este exemplo.

    Amplexos,

    Ângelo Bernardes

    • Guilherme Souza

      Meus parabéns! Você disse tudo! O autor chegou a especular o que o Leonardo Gonçalves faz para levar as pessoas à “loucura”… Lamentável essa página do Face do Força Jovem Adventista!
      Inclusive sou bloqueado na página porque fiz uns comentários que eles não concordaram!

      Perseguiram a Daniela Araújo, falaram muito mal dela na página na época dela no Raul Gil, e sabe-se lá se não tiveram uma porcentagem de culpa na saída dela na igreja… essa página posta muita coisa ofensiva, assim como esse texto… Com certeza os Arrais e o Léo ficaram indignados com algumas coisas que a Veja rotulou eles, sendo que eles não são assim… Aí vem algo ligado à instituição deles e os rotulam também?! Me poupem!

      Essa página não condiz com um espírito de cristão!

      • Ângelo Bernardes

        Este blog está ligado à página Força Jovem Adventista?

        • Giovanna Bonilha

          Olá @ngelobernardes:disqus, tudo bem? Este blog não está ligado à Força Jovem Adventista. Mas como eles, somos jovens adventistas que buscam estudar a Bíblia, bem como o Espírito de Profecia. Se estamos ligados a algo é em Deus e Sua Palavra. Ahhh, ia me esquecendo. Prazer, meu nome é Giovanna e faço parte do Cooltura Adventista 😀
          Fica com Deus irmão!

          • Ângelo Bernardes

            Hey, Giovanna.
            Obrigado pelo esclarescimento.
            Prazer em te conhecer tb.

        • Gutemberg Nascimento

          Discordo de você meu irmão. Achei o texto bem coerente, e concordo com o que foi colocado.
          Também tenho me preocupado muito com o caminho que a musica cristã tem trilhado e principalmente como está ficando fácil de confundi-la com a musica do mundo em geral.

          • Jônathas Sant’Ana

            Eu me preocupo muito quando as pessoas estão confundindo música da igreja com música do mundo.
            Não por que a música da Igreja esteja parecendo com a do mundo, mas sim por que parece que as pessoas nunca vão além da aparência e do formato pra decidir se uma música é aceitável ou não. Pode até parecer zelo, mas está mais para certa má vontade em relação a casar pensamento crítico com engajamento espiritual.

          • Giovanna Bonilha

            @jnathassantana:disqus concordo com vc em relação a: “Eu me preocupo muito quando as pessoas estão confundindo música da igreja com música do mundo.” Mas hoje vi este vídeo https://www.youtube.com/watch?v=WhO9dP2ZC1U (ouça tudo) e pensei, é preferível a gente zelar e fixar o estudo da Bíblia e do Espírito de profecia mostrando a diferença entre as coisas de Deus e as coisas do mundo a se misturar com o mundo em busca de mostrar uma religião que se adapta a gostos humanos. Precisamos buscar a transformação diária e se afastar deste mundo, por isso oro pra que Deus me transforme e tire de mim qualquer coisa que possa interferir na minha espiritualidade e comunhão com Ele.

    • Cris Molica

      Tudo muito bonito, muito culta a forma com que escreveu irmão! Mas a questão é muito simples, a palavra e o EP são muito claros…

      • Ângelo Bernardes

        É simples não, Cris. Se fosse haveria consenso e não debate. Embora Biblia e EP sejam claros, nossa capacidade de compreensão e associação são limitadas. A gente acaba trazendo nossa história de vida, nossas experiências, nossos paradigmas preconceituosos pro meio do debate e isso complica tudo. Mas obrigado pelos elogios à minha escrita, rsrsrs.

        • Helder Esteves

          Oi, irmão Ângelo. Não quero de maneira nenhuma passar a idéia de que estarei a atacar alguém, mas não posso deixar de fazer uma pequena intervenção. Começo por citar um dos textos bíblicos mais conhecidos no nosso meio:
          “Ouvi outra voz do céu dizer: Saí dela, povo meu, para que não sejam participante dos seus pecados, para que não incorras nas suas pragas;” Apocalipse 18:4
          Com este verso DEUS nos diz tudo o que precisamos para entendemos toda e qualquer intenção de evangelismo também. Não quero, e repito, atacar ninguém, mas não estaremos nós, defendendo o nosso próprio “gosto pecaminoso” defendendo algo que DEUS condenou à muito tempo?
          Por mais controvérsia que aja, e por mais pessoas que venham defendendo o uso e práticas musicais mudanças com o intuito de evangelizar, a ordem divina é uma só. Sendo ela o “assim diz o SENHOR”. Eu mesmo sou músico, nasci em berço adventista e como muitos outros me afastei. Frequentei muitos ambientes de música diferentes e graças ao nosso grande DEUS voltei a casa (do PAI). Hoje consigo entender a influência que a música teve sobre mim no passado, e tudo começou por ouvir/escutar música que suscita controvérsia. Depois de muita investigação sei hoje que, na sua grande maioria, a música produzida pelos nossos sinceros irmãos, está, infelizmente contaminada. Isto claro, é o resultado da, cada vez mais forte, apostasia dentro de nossas portas. Mais uma vez quero salientar o facto de não estar atacando ninguém, nem mesmo as opiniões dos meus irmãos aqui. Mas dentro deste tema, tal como nos outros todos, devemos nos esquecer da nossa própria vontade e do nosso próprio gosto e sermos submissos ao “assim diz o SENHOR”.
          Digo porém, e agora faço uma crítica ao mundo musical adventista, que não deveríamos usar o nosso talento e dons de louvor a DEUS, para nosso próprio lucro. Pois se o objectivo do cristão é (tal como deveria) levar a mensagem ao mundo, o único que deveria lucrar com isso, deveria ser DEUS. Peço desculpa a todos aqui se feri algumas susceptibilidades, mas não posso deixar de defender a palavra de DEUS. No entanto estou disponível para conversar com quem quiser.

          • Prezado Helder, em sua opinião e/ou percepção, qual é o “assim diz o Senhor” neste assunto? Acredito que possa ser um bom início de conversa.
            Também gostaria de compreender o que o irmão quer dizer com “lucrar”.
            Agradeço desde já pela atenção
            Forte abraço

          • Helder Esteves

            Amigo André. Tenho todos o gosto em explicar estes pontos de vista. No entanto preciso dizer que temos hoje no nosso meio (ASD) um livro compilado com a maioria dos textos do Espírito de profecia, com as ordens de DEUS sobre a música. Ainda assim passarei agora uma meditação nossa do livro Maranata. “Tambores, danças e ruídos, 14 de Agosto
            Tudo, porém, seja jeito com decência e ordem. 1 Coríntios 14:40. Ma 236.4
            As coisas que descrevestes… o Senhor revelou-me que haviam de acontecer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado operação do Espírito Santo. Ma 236.5
            O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal confusão e ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo. … Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das agências satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado operação do Espírito Santo. … Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento. Não podem dizer o que sabiam anteriormente quanto aos princípios bíblicos. Ma 236.6
            Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto. A mesma espécie de influência se introduziu depois da passagem do tempo em 1844. Fizeram-se as mesmas espécies de representações. Os homens ficaram agitados, e eram trabalhados por um poder que pensavam ser o poder de Deus. … Ma 237.1
            Homens e mulheres, que supunham ser guiados pelo Espírito Santo, realizavam reuniões em estado de nudez. Falavam acerca de carne santa. Diziam estar para além do poder da tentação, e cantavam, e gritavam, e faziam toda sorte de demonstrações ruidosas. … Satanás estava moldando a obra, e sensualidade era o resultado. A causa de Deus foi desonrada. A verdade, a sagrada verdade, era nivelada ao pó, por agentes humanos. … Ma 237.2
            Apresentei meu testemunho, declarando que esses movimentos fanáticos, essa algazarra e ruído, eram inspirados pelo espírito de Satanás, que operava milagres para enganar se possível os próprios eleitos. Ma 237.3
            Precisamos estar em guarda, manter íntima ligação com Cristo, para não sermos enganados pelos ardis de Satanás. O Senhor deseja manter em Seu serviço ordem e disciplina, não agitação e confusão. — Reavivamento e Seus Resultados, 50-52. Ma 237.4”

            Depois destas e muitas outras palavras que posso ainda publicar, consigo perceber que DEUS não quer o uso de instrumentos de percussão para o louvor e não só no templo. Isto implica qualquer tipo de louvor e culto seja onde for, “Pois onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, ali estarei no meio deles” Mateus 18:20
            Assim sendo, prefiro obedecer ao “assim diz o SENHOR”. Notemos que o SENHOR ainda nos fala muitas outras coisas em muitos outros livros. O nosso dever é pesquisar e estudar par depois obedecer com submissão e alegria

            O 2° ponto é o lucro ou por outras para o benefício próprio. E eu pergunto: Devo eu, como músico e compositor, tendo sido abençoado por DEUS com dons e talentos oferecidos, lucrar com a venda de cd‘s e outras coisas semelhantes?
            Se DEUS me deu de graça a mim, porque hei-de eu vender aos outros? Não irei tornar-me semelhante artistas mundanos ao fazê-lo? Não irá esse gesto enaltecer-me mim mesmo, fazendo de mim vaidoso, orgulhoso e altivo?
            No meu entender o único que deve ser seguido, conforme as escrituras é CRISTO. E as escrituras também dizem “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar.” 1 Coríntios 10:31-33
            A música de louvor a DEUS deve ser usada como instrumento de salvação e não de proveito próprio. O único que deve beneficiar disto é o próprio DEUS e não o homem.
            Este fim-de-semana tivemos um congresso MV em S. Paulo onde um dos palestrantes, Daniel Spencer, querido irmão e amigo da minha infância e juventude, falou sobre os efeitos bem nocivos dos diferentes tipos de música no nosso organismo. Eles apresenta dados científicos testados e comprovados sobre o tema. Também ele foi, há muitos anos atrás, tal como eu, levado a desonrar a DEUS e tentou impulsionar a música rock/gospel nas igrejas adventistas em Portugal. Também ele foi tocado pelo SENHOR e se arrependeu e compreendeu o seu erro, e hoje ensina os outros dos perigos resultantes de tais escolhas. Amigo André, se estiver interessado, posso facultar-lhe link’s com as palestras deste meu grande amigo, Daniel Spencer. Espero ter sido esclarecedor quanto ao que me pediu. Abraço forte em CRISTO
             

          • depaula

            Olá Helder, gostei do posting, eu uma vez fiz um sermão tbem sobre esse assunto numa igreja em RO. Fiz uma vasta perquiza no Espírito de Profecia tbem sobre o assunto, pois o uso dos tambores que a biblia menciona, hoje em dia são baterias, ruídos, (guitarras, saxofones). Realmente estamos vivendo o tempo onde Ellen White fala exatamente o que vc cota acima, porem é muito dificil fazer a juventude compreender sobre a importância desse assunto. No exato momento que vc fala sobre essas coisas, eles parecem querer ouvir, mas passa-se algumas semanas tudo volta novamente. Os hábitos parecem já estar enraizados ou as mentes calcificadas com a música mundana. Alguem mencionou acima em outro comentário de que uma gde maioria dos músicos qdo se convertem trazem consigo as influências do mundo musical onde estavam para dentro da igreja. Eu tenho visto muito disso. Sou prof de música e nasci dentro da igreja e sou contra essa balburdia musical ou seja, ruído musical.
            Eu digo algo mais que me faz crer que a música Santa, Sacra é algo que faz com que a presença de Deus e de Seu Espírito chegue até nós e nos transforma para melhor. Se o rock cristão como alguns defendem trazem pessoas para Cristo, então eu digo que devem existir tbem dois céus, porque a música que eu conheço que me leva pra mais perto de Deus não tem nada a ver com o rock gospel como vários cantores dentro de nossa igreja propagam.
            Eu poderia contribuir muito mais sobre esse assunto, porém lendo vários comentários, creio que já existem muitos bons conselhos de várias pessoas neste blog que já expõem tbem meus pensamentos.

          • Helder Esteves

            Saudações cristãs, irmão. É realmente verdade que a juventude não quer aceitar o que diz o SENHOR. Eu considero-me um jovem ainda, apesar dos meus 35 anos. E tal como o jovens mais novos, nunca quis aceitar muitas coisas, inclusive a música. Até que DEUS me deixou bater com muita força no fundo do poço. E aprendi a dura lição da humildade e submissão. Hoje eu tenho tentado ser obediente. E no fundo, quando eu editor sobre o assunto, caso à conclusão que se trata de falta ensino correcto. Ora vejamos, DEUS diz na bíblia “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; E DEUS diz no Espírito de Profecia o seguinte:

            ” Para os que, como o jovem príncipe, ocupam altas posições de confiança e têm grandes riquezas, talvez se afigure demasiado grande o sacrifício de abandonar tudo a fim de seguir a Cristo. Mas esta é a regra de conduta para todos quantos quiserem tornar-se Seus discípulos. Coisa alguma menos que obediência pode ser aceita. A entrega do próprio eu é a essência dos ensinos de Cristo. É por vezes apresentada em linguagem que se afigura autoritária, porque não há outro modo de salvar homens senão cortar fora as coisas que, mantidas, aviltarão todo o ser.”
            Desejado de todas as nações, pág. 366

            E eu repito, “A entrega do próprio eu é a essência dos ensinos de Cristo”. Isto aprendi a duras custas. Ter que renunciar a tudo é duro. Especialmente quando se trata da nossa vontade. Vontade essa que está completamente mundanizada, mas precisa e deve ser sacrificada a todo o custo se queremos alcançar a vida eterna. A isso DEUS chama de “santificação”, entendamos estes textos:

            ” Havendo operado a convicção do pecado, e apresentado perante a mente a norma de justiça, o Espírito Santo afasta as afeições pelas coisas da Terra, e enche o espírito com o desejo de santidade. “Ele vos guiará em toda a verdade”, declarou o Salvador. João 16:13. Se os homens se dispuserem a ser moldados, haverá a santificação de todo o ser. O Espírito tomará as coisas de Deus e as gravará no seu coração. Por Seu poder o caminho da vida se tornará tão claro que ninguém o errará”. Livro Atos dos apóstolos pág. 29

            ” A conversão dos pecadores e sua santificação por meio da verdade é a mais forte prova, para um pastor, de que Deus o chamou para o ministério. A evidência de seu apostolado está escrita no coração desses conversos, e é testemunhada por sua vida renovada”.
            Atos dos apóstolos pág. 182

            Temos muitos mais textos que nos falam sobre a santificação, e tal como vimos, isso traduz-se por palavras simples em: “obediência à verdade por amor Aquele que morreu por mim e por todos nós. Acontece que poucos hoje em dia se lembram disto, e se os nossos jovens, desde crianças, não vêem esse exemplo nos adultos em casa e na igreja, eles nunca eram seguir o exemplo.
            Atenção, meu irmão, que eu não conheço a sua vida e não quero atacar ninguém com estas palavras. Antes pelo contrário, agradeço muito a DEUS a sua intervenção e por DEUS o ter conduzido à verdade. Eu por para que a juventude adventista entenda, perceba, aceite e grave no seu coração estas poucas palavras. Pois só um coração semelhante ao de Cristo, é o bilhete de entrada no céu. E pelo que pesquisei, este é o único caminho, e por ser tão custoso se torna muito estreito. Nosso dever é pesquisar todas as verdades e ser-lhes submissos.

            Irmão, eu gostaria de saber se estaria disposto a ouvir uma das minhas composições e avalia-la perante o conhecimento que adquiriu. Acontece que o instrumento para o qual DEUS me deu dom foi a guitarra, e depois do que o irmão falou, fiquei preocupado com isso.
            Se sim, postarei o como aqui.
            Abraço forte em Cristo

          • Prezado irmão Helder,

            Me perdoe pela demora em responder. Eu por várias vezes já li todas as citações da irmã Ellen White a respeito de música. Gostaria de lhe recomendar o site http://www.adoracaoadventista.com/. Não concordo necessariamente com todas as opiniões dos autores, mas os mesmos estudam este tema de uma maneira mais aprofundada e de forma mais coerente do que eu tenho condições de fazer neste pouco espaço. Acho que vale a pena ler alguns dos artigos relacionados a este tema.

            Um forte abraço

          • Helder Esteves

            Boa tarde e feliz e abençoado Sábado irmão André. Estou a ler ainda todo o artigo com muito gosto e interesse. No entanto, a falta de tempo não me permite ler tudo de seguida. Tenho refletido no que já li e brevemente dar-lhe-ei a conhecer o que pude aprender de todas estas palavras. Desde já agradeço a oportunidade de ter partilhado este link comigo e aproveito eu para fazer o mesmo

          • Irmão Helder,

            Estou razoavelmente bem familiarizado com as antigas palestras do Daniel Spencer em relação à música (de uns 5-6 anos atrás). Não se sei mudou alguma neste meio-tempo e, quem sabe, ele cresceu em termos do conhecimento musical e teológico/bíblico. Na época, com toda a sinceridade, me parecia alguém que pouco conhecia destas duas áreas. Não falo isso com intuito de ofensa, especialmente levando em consideração que é o seu amigo pessoal. Falo estritamente em relação ao conhecimento demonstrado por ele quanto à história da música, teoria e prática musical, fundamentos de exegese e hermeneutica bíblica. Apesar do objetivo das palestras dele na época não focarem nisso, para poder argumentar com certa lógica, ele precisaria ter demonstrado conhecer e praticar estas áreas de conhecimento. Acredito que um artigo antigo do meu amigo Joêzer expõe como me sinto em relação a várias palestras dele. http://notanapauta.blogspot.com.br/2008/10/por-falar-em-msica.html

            Tendo dito isso, quero que você compreenda que esta é uma discordância no campo das idéias e de maneira alguma acredito que isso afete quem ele seja pessoalmente. Acredito que seja excelente pessoa, apesar de não o conhecê-lo, e a sua amizade com ele reforça esta impressão.
            Um forte abraço

    • Matheus Fugita

      Olá, Ângelo! Li sua crítica sobre o texto e gostaria de conversar melhor sobre isso. Pareceu-me que você levantou muitos pontos de maneira genérica, por exemplo, em que sentido o texto mais confundiu que esclareceu? Os assuntos me pareceram interligados de maneira clara, não confusa (lembrando que nem tudo que é claro necessariamente está certo). Mas, ao meu ver, os textos sobre a abordagem do Leonardo em relação ao Manual da Igreja, o assunto de vestimenta, etc estavam interligados sim.

      Uma das suas alegações é que a autora partiu para a especulação, possivelmente falando sobre esta declaração do Leonardo: ““Houve um crescimento enorme da população evangélica, o que significa que a maioria desses fieis não tem tradição de igreja. Isso se reflete na música. Muitos carregam os gostos que tinham antes da conversão”. Bem, dado que a matéria é claramente um apoio a esse “gosto” antes da conversão, seja ele qual for, e uma celebração à diversidade musical, nada mais plausível em se pensar que Leonardo G. estava apoiando a iniciativa de se atender a essas novas áreas da Igreja seja lá qual seja a música que lhe agrade. Essa suposição nasce do texto, mas é notório que a autora não concluiu que o que ela pensou era a única interpretação possível! Ela apenas segue com algumas perguntas que nascem do contexto e da afirmação registrada pela própria matéria.

      Eu particularmente também queria saber onde a autora opinou sobre qual era sua “maior virtude do texto” como você colocou (se ela não tiver colocado algo que caracterizasse isso, você estaria atacando apenas um espantalho, a famosa falácia de criticar algo que o autor não falou como se ele tivesse falado).

      Os textos citados realmente foram para reflexão, não creio isso ser um desserviço porque a intenção não me pareceu ser um artigo de teor exegético, em que se precisa analisar o contexto histórico, imediato, a gramática… O caráter homilético para mim está claro, seja por sensus plenior ou não, achei as colocações válidas, apesar de eu mesmo também ter algumas ressalvas. Se estivermos nos referindo aos textos de Ellen White, talvez seja até mais fácil de se analisar, posto que ela mesma disse que suas colocações sobre música, em muitas delas, eram de aplicações para o futuro, “pouco antes do tempo da Graça terminar”, não deixando dúvidas de sua aplicação imediata para nós hoje.

      Enfim, espero que possamos manter esse diálogo de forma saudável, abraços!

      • Ângelo Bernardes

        Poxa, Matheus.

        Tu vai me dar um trabalho danado, rsrsrs. Mas como você foi muito elegante ao discordar de mim, vamos lá:

        1. A escolha dos trechos da reportagem e dos textos bíblicos e do EP que logo em seguida são mencionados a título de comentários.
        Embora a autora tenha deixado implícito que apenas iria mencionar textos relacionados, ela o faz conforme uma intenção argumentativa. Os textos dispostos sempre condenam a prática mencionada pelo trecho destacado na reportagem. A condenação não é à forma imperita como a reportagem aborda o assunto. Os textos condenam as posturas dos cantores evidenciadas pela reportagem. Ou seja, a autora já começa presumindo que o que a reportagem disse é a verdade, embora isso não ocorra de maneira explícita. No ítem “1”, por exemplo, a reportagem fala de produtores musicais que entendem de country e de engenheiros de bandas não cristãs mixando o som do Oficina G3. Logo após vem um trecho de Ezequiel condenando a constituição de estrangeiros para atuar no santuário. Profissionais técnicos trabalhando em albuns cristãos é diferente de colocar um não cristão ministrando no santuário. O texto de Ezequiel não poderia se aplicar ao assunto nem por analogia, mas lá está, “fingindo esclarecer”. Quanto ao texto de White, sabemos que a interpretação de nossos teólogos entende que ela não se referia a funções técnicas quando falou dessas associações. Fosse assim, isso inviabilizaria mais de 50% das produções da própria igreja. Não há mão de obra qualificada entre nós suficiente para abarcar tudo. As funções mencionadas no trecho da reportagem são técnicas. Caberia uma nota da autora mencionando esse contraponto, mas elanão teve este cuidado.

        2. As tais especulações
        No Ítem “2”, que fala da euforia do público ao ver Leonardo Gonçalves, a autora comenta: “Pode até ter ocorrido um pouco de exagero da autora nessa parte, mas acredito que se apenas a aparição do citado cantor provoca esse tipo de reação em seu público é porque algo em sua atitude durante os seus shows o motiva a isso”. Aqui estamos nós no melhor estilo “não sei ao certo, mas deve ser”. A questão é que “não é”. Acompanhei várias apresentações do Leo tanto em meios adventistas quanto em outros meios e sua postura é sempre sóbria. Canta, lê a Bíblia e reflete entre as músicas e só. Depois do culto/apresentação atende o público, tira fotos e dá autógrafos (atitude tida por quase todos os cantores adventistas). Um passeio por apresentações de cantores adventistas vai relevar algo bem fácil de perceber.: não importa quem seja o cantor – da Rafaela Pinho aos Arautos, do Cânticos Vocal ao Pr. Fernando Iglesias – o povo vai gritar, correr pra tirar foto e filmar. Infelizmente isso é culpa da natureza humana não transformada, não do cantor. Se a autora nunca viu isso acontecendo com outros cantores, creio que ela não tem ido a muitas apresentações.

        No ítem “4”, a autora novamente especula sobre o que teria levado Leonardo Gonçalves a dar a declaração. Embora ela inicialmente trabalhe com duas hipóteses, os comentários e os trechos que os seguem acabam levando o público para a segunda opção: Leo estaria tentando justificar o uso do rock em suas músicas. Não sabemos qual foi a pergunta feita pela repórter e nem tampouco sabemos qual foi o texto completo da fala do Léo. é comum isso acontecer numa reportagem. Eles chegam e dizem: “viemos entrevistar você para uma reportagem sobre o crescimento da música cristã alternativa”. Pronto. Eles fazem uma pergunta e usam algo que você disse em oiutro contexto. É comum. Já cedi duas entrevistas para jornais e já fui vítima disso numa delas. Também trabalho com comunicação e conheço as práticas do meio. A verdade é que não fazemos a menor ideia do que realmente aconteceu durante a reortagem e especular o que o Léo estaria tentando dizer é algo que não deve ser feito em fórum público.

        3. A confusão entre o que a revista diz e o que os artistas fazem.
        A reportagem foi bastante infeliz – independente de se referir ao meio cristão – ao falar de música. Tratou os ministérios de cantores sérios de uma forma meramente mercadológica e juntou nos mesmos rótulos perfis musicais absolutamente distintos. A autora poderia ter ajudado a esclarecer estes erros, mas, ao ignorá-los, acabou por confirmá-los: (1) O que Léo e os Arrais fazem está longe de ser rock e a maneira como eles se vestem é bastante distinta, tanto dos artistas do mundo quanto dos roqueiros cristãos. Sei que a autora não menciona o Léo e os Arrais ao tratar destes dois pontos, mas a análise está tão focada no papel do Leo que o público já vai direto pra associação. Talvez você discorde, mas eu acho que é função do analista prever estes desvios de interpretação e evitá-los.

        4. Como a música funciona.
        A autora é meramente filosófica ao dizer que tipo de música deveríamos escutar (o faz através dos textos que menciona). Não sei muito bem que exemplos ela citaria de bons cantores e da boa música, mas, se mencionasse qualquer coisa fora do hinário, bem…..acho que entraria em contradição de novo. As coisas hoje estão absolutamente misturadas a um ponto que, se formos compartimentar tudo, teremos que reduzir drásticamente nossas opções. Leonardo, Rafaela Pinho, Os Arrais, Daniel Ludtke, Novo Tom, Felipe Valente, todos já usaram influências do rock em suas canções. Novo Tom, Daniel Salles, Coral Jovem do Rio, Regina Motta, todos já usaram influências da MPB ou do samba em suas músicas. Arautos do Rei, Communion, Art Trio, Iveline, Melissa Barcelos, todos já gravaram músicas de cantores não adventistas e alguns já flertaram até com o R&B e o Hip Hop. Assim, pergunto: a autora realmente defende a pureza musical que seus textos parecem defender, ou ela apenas está incomodada com o Leo e os Arrais especificamente?

        5. Sobre ponto forte e ponto fraco.
        Verdade, Matheus. A autora não mencionou um ponto forte em seu artigo. Isso ficou por minha conta. Em geral o fato de que ela preferiu usar textos bíblicos e do EP a montar um texto corrido de si, poderia ser visto como ponto forte, mas, como disse, se os textos são colocados sem as devidas cautelas de contextualização, eles acabam confundindo. Ou seja, são um ponto fraco. Melhor um único parágrafo que esclareça algo do que um monte de textos que levam as pessoas a conclusões precipitadas. Outrossim, eu não deveria ter dito que o “autor pensou ser a maior virtude”. Foi um descuido sério. Obrigado por evidenciá-lo.

        Por fim, creio que o Léo foi imprudente ao veicular a reportagem sem um comentário sobre seu conteúdo. se algo precisava ser esclarescido, deveria vir primeiro dele. Mas o Léo tem mesmo dificuldades com o bom uso das redes, principalmente com administração de crises. Quanto a nós, esta polêmica tem significado um grande prejuízo para a carreira do Léo e para o nome da Nossa igreja. Entenda, o problema não foi causado pela reportagem, mas sim por comentários cheios de injusta indignação de nossos membros em fórum público. Depois de ler a crítica do Cooltura, dei uma olhada no site e gostei do que vi. É um site sério. É exatamente por isso que a autora perdeu a oportunidade de escrever no sentido de amenizar a situação e não de fomentá-la ainda mais.

        Mano. Desculpe o textão, eu sou muito prolixo. Por isso fui tão genérico no primeiro comentário. Mas obrigado pela oportunidade de esclarescer meus pontos de vista.

        Abração,

        Ângelo Bernardes

        • Vinicius Cruz e Silva

          Angelo Bernardes, sua primeira resposta já foi muito boa, mas a segunda foi excelente. Na verdade minha opinião eh quase uma síntese entre o seu posicionamento e o posicionamento do Matheus Fugita. Que Deus nos abençoe e nos ajude a termos discernimento com relação ao que ouvimos, cantamos e tocamos.

          • Ângelo Bernardes

            Valeu, Vinícius. Um debate entre gente do bem sempre vai dar em coisa boa.

        • Jônathas Sant’Ana

          Cara, excelente comentário.
          Acrescento inclusive ao seu item 4 que mesmo se formos para dentro do hinário vamos nos deparar com algumas incongruências entre esse ponto de vista restrito e o que está na prática no hinário.
          Desde músicas que eram “seculares” (algumas até mesmo próximas de se encaixar no “profano”) e foram transformadas em música “sacra” por causa da letra, até músicas que em sua estrutura básica se encaixam na descrição de estilos como jazz e blues (disfarçados nos CDs do hinário pela orquestração), e também uma quantidade gigantesca de músicas que possuem síncope e em seu arranjo original, dissonância – que são características condenadas pelos nossos irmãos quando vão tratar desse assunto baseados em entendimentos distorcidos dos escritos da Irmã White.

          • Giselle Rocha

            Amei a reflexão! De ceta forma seus comentários tornaram o que estava confuso mais claro! Música cristã sempre foi um tema polêmico, por isso deve-se ter muito cuidado ao falar deste assunto.

          • Giselle Rocha

            Amei a reflexão. De certa forma esclareceu o que parecia confuso no texto. De fato, falar sobre música cristã sempre gera polêmica e deve-se ter muito cuidado ao falar sobre isto.

          • Emily

            Olá, gostaria de saber que hinos seriam esses que originalmente se encaixavam em estilo como jazz e blues, poderia cita-los por favor? Fiquei curiosa

        • Matheus Fugita

          Ângelo, pra começo de conversa, nunca peça desculpa de mim por ter escrito um textão (rsrsrs), senão vou ter que te pedir desculpa também hehe Costumo muito escrever textão. XD

          Quanto ao seu comentário, tenho de dizer que você fez uma ótima análise, realmente esclareceu minhas dúvidas em relação ao que você quis dizer da primeira vez. Eu não vou bancar o advogado da autora, mesmo sendo conhecido dela, mas quero pontuar, concordar e ampliar algumas coisas que você citou:

          Eu queria que todos que estão comentando sobre esse texto de Ezequiel lessem o meu comentário agora. O fato de um autor citar um texto, mesmo que não esteja em seu contexto imediato, na sua argumentação, não representa necessariamente um pretexto ou má fé dele. Os próprios autores bíblicos (posso citar aqui Paulo) em alguns textos bíblicos pegam textos de autores da própria Bíblia empregando um sentido mais pleno, abrangente e até um pouco diferente, quase num sentido homilético (um exemplo disse na exegese é o Sensus Plenior). Ou seja, pegam o princípio da passagem e o aplicam em uma citação de contexto parecido mas não igual.

          Esclarecido isso, sou levado a crer (e assim prefiro interpretar) que o que a Annik escreveu foi uma crítica à associação de cantores cristãos com profissionais mundanos ao ponto de o trabalho destes afetar negativamente o trabalho daqueles. Claro, isso realmente não ficou tão explícito assim, concordo, mas o sentido correto que deveria ser extraído do comentário dela é que há associações que podem ser perigosas. O sal, para salgar, deve estar misturado na comida, e nós somos o sal da Terra! Mas essa metáfora, mesmo sendo usada por Cristo, não apoiava misturar ao ponto de não saber se distinguir quem é quem, é uma mistura que deveria levar os não adventistas a imitarem o bom modelo adventista (não o contrário). E, para ser bem sincero, atuando na música adventista, tenho sentido que quem está copiando é a Igreja (com um pretexto até bonitinho, que é atrair as pessoas), na prática isso tem sido muito problemático. Esse assunto é papo pra outra conversa.

          Com relação ao que você citou da postura do Leonardo nos shows, eu sei que teria muita gente que discordaria vorazmente de você, gente que possivelmente já foi para a mesma quantidade (ou até mais) de shows dele como você. Mas como essa questão de testemunho é muito pessoal, eu nem vou entrar nela, só sei que muita gente não relata o que você descreveu dessa maneira. Eu, como nunca fui a um show dele (pelo menos não me recordo), não vou dar minhas impressões sobre isso. Além de ser muito subjetivo, posso acabar caindo na falácia anedótica, colocando um “disse-me-disse” acima da experiência de outrem, não sou assim.

          Quanto ao que você falou da distorção da mídia acho que nós só temos a lamentar, a autora se valeu da matéria tal qual ela estava e a comentou, se eles foram fiéis e honestos eu não sei dizer. O que eu sei, é que Leonardo Gonçalves divulgou a matéria em sua páginda do facebook sem corrigir ou melhorar nada, pelo contrário, o feedback dele foi bem positivo quanto à matéria. A conclusão mais lógica, ou pelo menos a que mais fácil de se chegar, é que ele concorda como está lá (o que para mim pega muito mal pra figura dele).

          Sou levado a crer que suas últimas perguntas devem ser respondidas à luz de que a matéria tratou indie, rock, etc como sendo algo naturalmente aceitável para qualquer cristão quase que indiscriminadamente. No entanto, a palavra Rock traz semanticamente um peso muito forte se associado às coisas de Deus, por isso a preferência da autora de pontuar as partes do Manual sobre o assunto e comparar com as informações da revista (isto é, eu interpretei assim).

          Eu não vejo a redução de opções como algo de que a autora fugiria, se todos esses grupos que você citou se acham na mesma situação dos Arrais e do Leo, e se realmente estão errados, um erro não justificaria o outro. Claro, as opções que nossas Igrejas locais teriam para mensagens musicais seriam drasticamente afetadas (se é que já não são), e refletiriam fortemente a urgência que devemos ter de ampliar músicas originais, playbacks sem bateria (já que atualmente a maioria músicas hoje vem com bateria, motivo de desconforto para muitos adventistas que se veem prejudicados pela produção quase que tendenciosa dos CDs), e quem sabe até de aumentar os músicos nas Igrejas locais para não depender das gravadoras. Eu não veria problema em ouvir mensagens musicais mais parecidas com John Rutter, Tom Fettle, Mark Hayes, Denny Luz (continuando com Jarder Santos, Lineu Soares, Mario J. Lima, Enio Monteiro, etc), mas parece que estamos tendo uma tendência de esquecer esse lado que não quer ter apenas ter Adoradores e Daniel Ludke o tempo todo (não é preconceito, eu fui a uma Igreja em que era voto de comissão não usar músicas do Hinário aos domingos e só poder cantar música do DVD Adoradores ou do Daniel Ludke), acho que todos os lados deveriam ser atendidos, mas isso está longe de acontecer atualmente.

          No mais concordo em tudo com você, o texto da Annik não está perfeito mas também não está mal feito, já falei para ela algumas de minhas ressalvas (muito semelhantes às suas) e só tenho a lhe agradecer pela paciência. Sua crítica foi muito inteligente, deu pra ver que você tem uma leitura diferenciada, espero ter ganhado um amigo para conversar! Abraços. =) “Desculpe pelo textão” rsrs

          • Ângelo Bernardes

            Oi, Matheus.
            Mil desculpas pela demora em respondê-lo. As últimas semanas foram complicadas, rsrsrs.
            Entendi perfeitamente suas ressalvas e seu ponto de vista. É claro que você ganhou um amigo para conversar, mesmo através de textões, rsrsrs. Tendo expressado tudo o que penso sobre o assunto e na absoluta certeza de que não sou o dono da verdade, encerro minha participação no debate por aqui. Creio que os leitores do Cooltura Adventista terão acesso às nossas opiniões e a de tantos outros que as compartilharam conosco e poderão pensar melhor sobre o assunto.
            Valeu mesmo pela troca de ideias. Foi um prazer interagir com vocês. Continuem com o excelente trabalho do blog. Virei fã de vcs.
            Abração, brother.

        • Annik Catunda

          Olá Ângelo, vejo que você e o Matheus têm tido um elegante, saudável e enobrecedor debate. Tava só de olho, rsrs. Eu queria muito te responder pq você foi a pessoa que mais me acrescentou como escritora, me fez enxergar erros, e ver que por mais que na nossa cabeça a gente ache que o texto está passando uma mensagem, talvez ele esteja passando outra completamente diferente. Sobre as várias explicações que eu poderia, e tenho, que lhe dar, creio que o Matheus Fugita conseguiu fazer isso com perfeição, conversamos um pouco e expliquei algumas das minhas intenções com os textos para ele.

          É bem verdade que alguns textos podem parecer fora de contexto para a maioria que discordou, mas pelo menos para mim não deixam de ser aplicáveis. Sei que você sentiu falta de uma análise maior dos textos, mas o meu espaço era limitado (dificilmente teríamos todo esse debate com um “textão” exegético), e minha intenção a priori era fazer com que as pessoas dissessem: “OK, talvez Deus fale algo sobre música, rock, relevância… E eu não estou prestando atenção. Deixa eu ver se as coisas são do jeito que a Annik colocou mesmo.”. Eu queria incitar um pouco do espírito bereiano, vivemos em uma época em poucos lêem e se conformam apenas com o que lhes é falado, mas lendo sua crítica confesso que posso ter falhado. Ainda orei muito para que Deus me usasse apesar de meus erros.

          Minha intenção não era atacar o Leonardo ou Os Arrais. Se outros artistas tivessem sido citados seria o nome deles que apareciam no ártigo, só calhou de ser o deles. Eu ouço Leonardo Gonçalves (uma ou duas músicas dos primeiros cds, mas ouço, rsrs). Matheus já disse isso, mas repito, não é pq a novo tempo, cantor fulano ou Sicrano faz que deixa de ser errado ou os textos perdem a validade. Nós que precisamos ser mais seletivos com as músicas produzidas por eles quando enxergamos o erro.

          Sinto muito se perdi ” a oportunidade de ter amenizado a situação “. Talvez minha tristeza tenha transbordado para o texto. No entanto, há coisas que algumas vezes precisam ser sacudidas mesmo para que o povo seja instigado a acordar e estudar e procurar onde estão o erro. Deus usava isso o tempo todo com o povo. Não que eu seja Deus, mas a intenção era parecida. Quanto ao Leonardo, novamente me refiro a fala do Matheus, o próprio postou a matéria sem um comentário sequer sobre o que estaria lá seria verdade ou se ele concordava ou não. Tbm tentei conversar com ele por meio da página, tirar dúvidas, mas nada… Nesse caso, fiquei com o ditado: quem cala, consente.

          Muito obrigada por ter trazido um pouco do seu conhecimento, e ter contribuído em muito para esse debate. Nem te conheço, mas já gosto de ti. Deus te abençoe irmão!

        • Annik Catunda

          Olá Ângelo, vejo que você e o Matheus têm tido um elegante, saudável e enobrecedor debate. Tava só de olho, rsrs. Eu queria muito te responder pq você foi a pessoa que mais me acrescentou como escritora, me fez enxergar erros, e ver que por mais que na nossa cabeça a gente ache que o texto está passando uma mensagem, talvez ele esteja passando outra completamente diferente. Sobre as várias explicações que eu poderia, e tenho, que lhe dar, creio que o Matheus Fugita conseguiu fazer isso com perfeição, conversamos um pouco e expliquei algumas das minhas intenções com os textos para ele.

          É bem verdade que alguns textos podem parecer fora de contexto para a maioria que discordou, mas pelo menos para mim não deixam de ser aplicáveis. Sei que você sentiu falta de uma análise maior dos textos, mas o meu espaço era limitado (dificilmente teríamos todo esse debate com um “textão” exegético), e minha intenção a priori era fazer com que as pessoas dissessem: “OK, talvez Deus fale algo sobre música, rock, relevância… E eu não estou prestando atenção. Deixa eu ver se as coisas são do jeito que a Annik colocou mesmo.”. Eu queria incitar um pouco do espírito bereiano, vivemos em uma época em poucos lêem e se conformam apenas com o que lhes é falado, mas lendo sua crítica confesso que posso ter falhado. Ainda orei muito para que Deus me usasse apesar de meus erros.

          Minha intenção não era atacar o Leonardo ou Os Arrais. Se outros artistas tivessem sido citados seria o nome deles que apareciam no ártigo, só calhou de ser o deles. Eu ouço Leonardo Gonçalves (uma ou duas músicas dos primeiros cds, mas ouço, rsrs). Matheus já disse isso, mas repito, não é pq a novo tempo, cantor fulano ou Sicrano faz que deixa de ser errado ou os textos perdem a validade. Nós que precisamos ser mais seletivos com as músicas produzidas por eles quando enxergamos o erro.

          Sinto muito se perdi ” a oportunidade de ter amenizado a situação “. Talvez minha tristeza tenha transbordado para o texto. No entanto, há coisas que algumas vezes precisam ser sacudidas mesmo para que o povo seja instigado a acordar e estudar e procurar onde estão o erro. Deus usava isso o tempo todo com o povo. Não que eu seja Deus, mas a intenção era parecida. Quanto ao Leonardo, novamente me refiro a fala do Matheus, o próprio postou a matéria sem um comentário sequer sobre o que estaria lá seria verdade ou se ele concordava ou não. Tbm tentei conversar com ele por meio da página, tirar dúvidas, mas nada… Nesse caso, fiquei com o ditado: quem cala, consente.

          Muito obrigada por ter trazido um pouco do seu conhecimento, e ter contribuído em muito para esse debate. Nem te conheço, mas já gosto de ti. Deus te abençoe irmão!

          • Annik, quem sabe a minha resposta acrescente alguma coisa ao que o Ângelo em seu segundo comentário tão bem comentou. http://coolturadventista.com/2015/11/18/o-que-e-que-a-veja-leonardo-goncalves-e-o-rock-tem/#comment-2370999540
            Forte abraço

          • Ângelo Bernardes

            Oi, Annik.
            Que honra receber um reply da autora do post.
            Foi muito bom ler teus comentários ao que escrevi e ao que você mesma escreveu.
            Eu fiquei sinceramente feliz em conhecer o blog. Achei excelente o nível das discussões por aqui e principalmente o carinho como vocês tratam os divergentes, rsrsrs.
            Creia, vocês ganharam um fã. Engraçado que virei frequentqdor assíduo do Cooltura exatamente por um texto com o qual eu não concordei, rsrsrs.
            Parabéns pelo trabalho.
            Sobre as considerações finais da discussão, faço menção ao meu último comentário com o Matheus, pra não precisar me repetir aqui.
            Fica com Deus, Annik.
            Abração.

        • Pedroo Nii-chan

          excelente argumento!

    • Rich Glória

      Parabéns Angelo pelo texto.

      • Ângelo Bernardes

        Thanks, dude.

    • Gustavo Barbosa

      Também achei o texto falho, apesar da boa intenção. É temerária a atitude de um Cristão opinar sobre ministérios de música como o do Leonardo e Arrais sem estar perto deles, agravado pelo fato que julgou baseado nas afirmações da Veja.
      Se a intenção do autor fosse falar da música cristã adventista contemporânea de forma geral seria melhor.

  • Paulo Ricardo Costta

    Para os pecadores como eu deixo um pouco daquilo que aprendi…

    Estava trabalhando quando fiz uma pausa e percebi que um amigo meu compartilhou este artigo em sua time line no facebook. Resolvi pela primeira vez na minha vida manifestar meu ponto de vista.

    Nasci adventista do 7ª e sempre fui ativo, participei de todas as classes, sempre estive entre os primeiros em nível de participação, cantei em corais, conjuntos, quartetos trios e duetos. Toquei piano, violão por muito tempo nos cultos de sábado.

    Aos 14 anos de idade comecei minha jornada fora da tradicionalidade da IASD porque algumas coisas nunca fizeram sentido pra mim e aos 18 literalmente parei de frequentar igreja.

    Em um período de quase 9 anos me alimentei dos prazeres que satisfaziam apenas a minha carne. Aos 26 anos retornei e como qualquer cristão honesto vivo uma luta diária.

    > Porque eu escrevi esse texto antes..

    Pra dizer que eu sei realmente como é ser um adventista formador de opinião, legalista e julgador. talvez essa seja a maior luta de quem tem um pouco mais de conhecimento. sempre foi não? (Fariseus).

    > Fiquei triste, muito triste em perceber que na maioria dos comentários a mensagem central de “alguns” é demostrar que sabe ao pé da letra, liturgias, regras, e condições que nem sequer são representadas na bíblia como regras de salvação e muito menos agregam valor algum a quem lê em nem conhece nossa comunidade IASD.

    > Admoestar, exortar ou na linguagem comum indicar algum ponto em relação a algum tipo de comportamento na vida de alguém não é o primeiro passo a ser dado se esse “cristão (eu e você)” tem interesse real na salvação de quem esta em desconformidade com alguma doutrina bíblica.

    > Muitos “Adventistas” na época de Jesus faziam o mesmo com Ele. Queriam de todas as maneiras provar que o método de evangelizar e se relacionar com as pessoas era desaprovado pela própria Bíblia (Torá).

    > Eu percebo que sempre, até o ultimo dia muitos ficarão por que endureceram seus corações de maneira consciente para não entender 1 Corintios 13 e os 10 mandamentos.

    > Queria que algumas das pessoas que criticaram e me respondessem com honestidade:

    ME DIZ: AO APONTAR UM PECADO, ERRO, OU DISCONFORMIDADE COM QUALQUER DOUTRINA DA IGREJA OU DA BÍBLIA, QUAL É REALMENTE A SUA INTENÇÃO?

    >Porque se for ajudar na salvação de quem esta em desconformidade, jogar um flash de luz onde esta o problema não é o 1º passo do processo.

    > Como musico e líder em minha igreja entendo que esse papel não vem a ser meu e sim de quem tem autoridade no assunto, o ESPIRITO SANTO.

    > Portanto, finalizo da seguinte maneira..

    Com ou sem bateria,

    Com ou sem fumaça,

    Com ou sem guitarra,

    Com ou sem palco,

    Com ou sem cache,

    1) Cada um de nós precisa compreender que exitem formas de levar o evangelho ( informação ) as pessoas que não conhecem a Jesus e Sua História;

    2) Que a partir do momento que essa (informação em forma de musica) chega ao coração de quem esta mergulhado em pecado, confuso e cheio de problemas é o momento que o ESPIRITO SANTO PODE AGIR;

    3) Que é nossa responsabilidade como “adventistas” compreender o sentido de amar o próximo antes de abrir a boca e falar qualquer coisa (escrever);

    4) Aceitar que a graça de Jesus é universal e sem restrições, e que essa pessoa que faz tudo ao contrário daquilo que você aprendeu durante toda sua jornada na igreja, pode ser teu vizinho no Céu;

    5) Que testemunho não é ser admirado pelo que sabemos mas sim, pela resiliência que a experiencia com Deus proporciona em nossas vidas quando enfrentamos o mesmo problema que o nosso próximo.

    É esse testemunho que motivara seu próximo a querer saber porque você escolheu viver assim…

    Ao contrario, nada terá valor ou sentido para os outros, você sera apenas mais um adventista que é admirado por outro adventista.

    Pense nisso,

    Abraços a cada um de vocês.

    Paulo Ricardo Costa

    • Gutemberg Nascimento

      Meu querido irmão @pauloricardocostta:disqus só queria que você lembrasse que antes de subir ao céu Jesus teve uma conversa muito peculiar com Pedro.

      – Tu me amas?

      – Sim. – Disse Pedro

      – Pastoreia minhas ovelhas.

      Não é esse pedido extensivo a nós? Não devemos tomar conta uns dos outros? E se sim, isso não inclui admoestar como aconselha a própria escritura “Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreenda, exorte, com toda a longanimidade e doutrina. 2 Timóteo 4:2.

      Não foi assim com o antigo Israel? Sempre que se desviava, Deus enviava um profeta para apontar os erros do povo de Deus? Será que esses profetas também não foram chamados de “legalistas e julgadores”? Bem sabemos os sofrimentos de Jeremias, pois a lição desse trimestre fala justamente sobre isso.
      Não sei se é o seu caso, mas o que eu vejo é que a grande maioria das pessoas que criticaram o artigo parecem ter saído em defesa do Leonardo Gonçalves quando o artigo na verdade não me pareceu uma critica ao cantor especificamente, mas à mistura da musica cristã com a musica do mundo.
      Se ele foi citado foi porque o artigo o cita. E porque de fato ele foge um pouco do padrão dos outros cantores adventistas(isso não é uma critica). Tanto é que saiu da nossa gravadora pra gravar em outra(novamente, apenas um fato, não uma critica)
      Sei que a igreja tem muitos legalistas e pessoas que gostam de apontar o dedo simplesmente pra criticar, mas não quer dizer que as pessoas não possam, ou até mesmo devam, admoestar para que a igreja saia do erro.
      Paz e graça!

      • Paulo Ricardo Costta

        Olá irmão, se olhar um pouco mais a fundo o que eu escrevi acredito ter deixado claro que admoestar sem real interesse na salvação do outro não faz sentido.

        Quando eu leio a parábola da ovelha perdida eu não encontrei nas linhas e tão pouco nas entrelinhas Jesus admoestando a ovelha… mas outra ação se fez necessária para salva-la.

        Não discordo das doutrinas, mas acredito honestamente que a ordem de como nos as vezes práticamos essa exortação esta um pouco equivocada.

        Só acho.

        Boa noite, fica na paz

    • Alison Souza

      Caramba que texto sensacional! Nem precisarei escrever… faço das tuas as minhas palavras, assim como vc tenho 26 anos e sou lider de um Min. de Louvor em um Espaço Novo Tempo … também cresci na igreja e tive que sair dela (essa bolha cristã) para entender o real sentido do cristianismo… parabéns espero que mais pessoas a cada dia pensem como nós para que esse evangelho de amor e graça (e não legalismo ou achismos e opiniões formadas em gostos) possa ser levado aos lugares mais difíceis de entrar. Com certeza essa galera que defende esse tipo de coisa não chegará lá, onde esse estilo musical tem chegado…. abraços

    • Robson Lopes

      Exatamente isso!

    • Simone

      Muito bom!!!

    • Daniel Caires

      Boa noite Paulo!

      Ao contrário de você, eu tive uma vida muito promíscua, bem ao contrário do ideal que Deus espera de Seus filhos. Estava completamente perdido, até encontrar a mulher da minha vida que sem dúvida foi Deus que a colocou em minha vida e foi através dela que eu fui em busca da verdade.
      Conheci a IASD a 3 anos e estou próximo de me batizar.
      Achei relevante este testemunho por termos experiência opostas assim como nossas opiniões.

      A IASD tem uma luz como nenhum outro povo nesta terra teve, e não é diferente com a música.
      Na minha humilde opinião, as pessoas estão viciadas (pois é um efeito comprovado semelhante ao das drogas ilícitas) e se recusam a aceitar o que é correto.

      Particularmente não vejo(até certo ponto) problema em escutar músicas em desacordo com a luz que recebemos. Mas fico extremamente incomodado e entristecido por insistirem em levar estas músicas para dentro das igrejas durante os cultos. Não devemos ser pedras de tropeço.
      Eu já produzi bandas, eventos é sempre gostei muito de música, porém reconheço seu efeito negativo. Eu não deixei de gostar de músicas profanas ou mundanas, mas evito escutá-las e assim me desintoxicar musicalmente.
      É este um assunto muito sério e que a maioria dos cristãos negligenciam.
      Embora a maioria discorde, a música tem influência direta em nossa salvação.
      Então, quando um irmão admoesta, defendendo um culto racional, e ele o fizer com amor não estará errado.
      O Espírito Santo pode falar conosco nos lugares mais improváveis como já o vi acontecer até em um prostíbulo, mas isto não faz do prostíbulo correto.

      Infelizmente o sincretismo também acontece por meio da música…

      Daniel Caires.

      • Paulo Ricardo Costta

        Bom dia Irmão Daniel, meu… mesmo sem ter olhado nos teus olhos eu sinto honestidade e clareza em cada palavra que você escreveu. Fico mais feliz ainda em poder ouvir aqui que você esta prestes a se batizar, isso é motivo de festa no céu e na terra… eu gostaria de ter por 1s a capacidade de ver como Deus, Jesus, Espirito Santo e os Anjos reagiriam quando você estiver saindo das aguas na hora do seu batismo… não consigo ver outra cena a não ser de muita alegria e festa.

        Eu concordo com você, pois entendi a mensagem central do seu post. o meu as vezes causa estranheza na maioria das pessoas que leem, porem o post não deixa de ser um tipo de exortação e admoestação aos meus amigos e irmãos.

        Vamos pensar de uma maneira honesta,

        O que aconteceria se …

        > Tivéssemos a mesma maneira de pensar?

        > Tivéssemos o mesmo sentimento que Jesus Cristo teve?

        > Tudo que fossemos fazer, fizéssemos sem o espirito de mostrar que sabemos algo a mais que o outro e sem vaidade para não nos vangloriarmos do resultado?

        > Tratássemos o nosso próximo independente de quem ele seja superior a nos mesmos?

        > Se com amor cuidássemos dos interesses uns dos outros com amor de família, amor fraterno?

        A sensatez não esta em fazer uso do conhecimento para apontar defeitos mas sim para olharmos em nós em que podemos ser melhores (uteis).

        Um Abraço, muito feliz por você.. e isso é verdade.. Filipenses 2

  • Patryck Gonçalves

    O problema de toda pessoa dentro ou fora da “Igreja de DEUS” é querer adaptar ela ao seu gosto, ao invés de acatar o que a Bíblia nos ensina. Pois se queremos estar com um pé dentro e outro fora, o desequilíbrio com certeza vai ser para nos fazer cair fora naquele dia.O que nos vai diferenciar do mundo se o mundo estiver dentro da Igreja???
    Mesmo o “ilustre” Leonardo Gonçalves não tem direito de mudar a regra de vida que a Bíblia nos ensina através da santidade e conversão que Jesus nos quer fazer.
    Quer Rock??? Vai no Rock’in Rio…..dentro da Igreja não né!!!

  • Richard Wagner Holzer

    As músicas dos templos (Moisés e Salomao) não eram em nada parecidas com as musicas dos tempos de Ellen W….lembrando que Deus “habitava” e ouvia àquelas musicas…Não há nada parecido com aquilo hj….como saber o gosto de Deus?

    Pra mim, isso é discussão de quem, na verdade morrevde inveja do sucesso profissional desses cantores, mesmo pq a igreja adventista tá cagando e andando pra quem faz musica boa, não ajudando em nada quem a ela se dedica…

  • Pam E. Gerson Salcedo

    Brother, qual é o seu ministério na causa de Deus, além de presidir o tribunal divino?

  • Victor Seemund

    Reportagem poderia ter sido boa, começou bem, mas teve colocações absurdas… Por exemplo:
    ” E a Bíblia diz ainda:

    “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram (inclusive o rock, rs); eis que tudo se fez novo.” 2 Coríntios 5:17 ”

    Essa parte inclusive o Rock não está na bíblia, logo você está desrespeitando as escrituras!!!

    O grande problema é o fato das pessoas usarem de letras cristãs para criar um show para si próprio e não um louvor à Deus.

  • Crente Entende

    Tão tendencioso quanto a reportagem foi esse texto.

  • Guilherme Souza

    CARA! Você vê que uma matéria tem credibilidade nenhuma quando rotulam Arrais e Leonardo como Rock!

    Volto a repetir! A Página Força Jovem Adventista tem apontado muito o dedo para alguns cristãos!

    Antes foi com a Daniela Araújo, agora Leonaro e Arrais…

    Querem espantar o máximo de cantores da IASD?!

  • Robson Oliveira

    Leonardo Gonçalves eu teria vergonha de levar o nome de Adventista, e de compartilhar uma matéria tão podre dessa revista lixo formada pela rede globo. E como Adventista eu espero que Leonardo Gonçalves volte a raiz e pare com essa modernização gospel que mais pensa em show do que em culto a Deus. E sobre o Rock, Tenho certeza que Deus é tão puro e suave que não se agrada com barulheira, e a Igreja que pertenço abomina isso e ponto.

  • Cássia Neves

    Que texto relevante..Uma coisa é cantar outra é levar o evangelho através da música.Que o Senhor nos ajude a sempre esquadrinhar nosso viver,retirar toda exaltação própria, nos quebrantar quando precisarmos para sermos o que Ele de fato deseja de nós.. Porque tudo o que testemunhamos principalmente pela música pode ter um papel determinante na salvação ou na perdição dos que ouvem.. Devemos testemunhar de Cristo e não advogar causas e atitudes de homens.Oremos todos para que Deus seja a nota tônica na nossa vida de nossos cantores.Oremos também pra todos tenhamos um espírito de humildade para acatarmos o Assim diz o Senhor,afinal todos nós queremos morar com Cristo.

  • Lígia Thober R Machado

    Achei o texto bem ponderado. Eu escuto Leonardo Gonçalves, gosto das letras dos Arrais e após pensar um pouco sobre esta reportagem e da Veja, lembrei de uma frase … não basta ser correto, tem que parecer correto.
    A visão expressada pela revista Veja me incomodou como adventista… porque em outras palavras ela disse… calma… já existe música pra você que não é crente ou não quer parecer crente….
    Querendo ou não nós somos diferentes… povo diferente, podemos ter projetos de vanguarda que fale sobre Jesus, que atraia quem não O conhece…. mas há necessidade sim de manter o tradicional.
    De manter nossas raízes, de ir ao pé da cruz, de viver a palavra e de sim usar também o espírito de profecia porque ele complementa, faz parte da nossa crença.
    Nossa igreja é tradicional, não quer dizer reacionária, ou discriminadora… devemos agregar …..mas nunca mexer em nossos valores e doutrinas ou recomendações.
    Levar as coisas “numa boa”, deixar cada um fazer o que quiser…. onde todo mundo tem uma opinião e tudo é valido, nada acaba sendo norteador… e isto, infelizmente é muito perigoso.
    Onde está nosso foco de adoração? No cantor? Na música? Na mensagem? Onde está o teu tesouro, ali também está teu coração.

  • Anny

    Irmãos leiam este texto de novo e várias vezes se for preciso, esse texto não tem fundamento, nem este e nem o da Veja como alguns disseram q é uma revista conceituada. Se eles estão errados em alcançar um público alvo, muito mais nós q estamos de braços cruzados só esperando Jesus voltar. D-s tem levantado pessoas para fazer uma obra a qual nós não queremos fazer. Enquanto vcs criticam, eles (Leonardo e Os Arrais) pregam! A própria revista Veja não tem embasamento pra esse tipo de matéria e vcs ainda vão atras. Orem por eles, para q o máximo de almas sejam alcançadas através do ministério deles. E outra, eles têm alcançado a toda criatura, não importa quem seja. E vcs q estão criticando, incluindo o autor este texto sem fundamento, o q vcs estão fazendo para levar almas a Cristo?

  • Muita gente aí está criticando o texto sem compreender o seu intuito.
    O intuito é mostrar o que se tem PENSADO a respeito da música “adventista”. Isto que a Veja publicou é o TESTEMUNHO de Leo Gonçalves e demais cantores famosos adventistas. Não interessa como eles pensam, ou “são de verdade”. O que é “verdade” pro mundo é o que está escrito de nós.
    Então pensem… Se o mundo entende isso que a Veja publicou, não tem algo errado com o que fazemos? Com a forma que fazemos?
    Deus ensina através de Paulo a nos preocuparmos com o escândalo e com o que o irmão pensa de nós. Se este testemunho é o maior que temos oferecido em relação à música, tem algo muito errado. E este é o ponto do artigo.

  • Gustavo Barbosa

    É temerária a atitude de criticar de longe, sem
    acompanhar de forma profunda o ministério dos cantores acima, Arrais e
    Leonardo. Pena que eles não podem responder ao texto.

    • Annik Catunda

      Não conheço pessoalmente Leonardo Gonçalves e não tenho razões para criticá-lo com pessoa ou seu caráter. O texto tem a intenção de criticar a relativização de nossa música e sua associação com ritmos mundanos, tendências estas que fazem parte dos CDs de Leonardo. O mesmo cantor diz, em entrevista ao site GuiaMe, que aqueles que não gostam de Heavy Metal (rock não, heavy metal!) não iriam gostar de seu CD. Pq será? Sobre enviar o texto para os cantores citados por você, da mesma forma que a matéria na revista Veja, este texto é de domínio público, qualquer um pode ler, acessar comentar e responder, desde que com respeito e prezando pela saúde do debate. A reportagem da Veja na visão de alguns foi sensacionalista, para outros apenas refletiu a própria imagem que nossa música tem passado. Se os cantores realmente não se identificassem com a matéria exposta, o mais certo seria eles terem negado sua participação, não!? De qualquer forma, se aos seus olhos parece que fui mal-intencionada em publicar este texto peço desculpas, mas em minha defesa digo que não omiti nenhuma das referências ali colocadas. Deus te abençoe! 😉

  • Hudson Santos

    Infelizmente as pessoas estão perdendo a noção do que é sagrado.

  • Flavio Gomes da Silva

    É impressionante como o nosso povo não está sabendo a diferença entre julgamento, para haver discernimento, e juízo, propriamente dito. Isso tudo é muito triste. Se eu não julgar as atitudes, como vou discernir e fazer escolhas, tomar decisões?

  • Fernanda Cairo

    Perfeito, afinal queremos que a igreja mude e não nós . Fui batizada aceitando que teria de andar na contra mão do mundo, e não é o que vejo atualmente em lideres e músicos. Assista uma apresentação desses famosos cantores e logo após os convide para cantar em sua humilde igreja, ou simplesmente sente em um restaurante para almoçar e veja quem são fora dali. Experiencia própria.

  • Kelly Cristina Tobias

    Na2 a escritora da Veja mega exagerou “galã”??? Oi??? Ele é ovacionado por um grupo grande, mas que em sua maioria nem é adventista, e é ovacionado por sua voz então o termo “Galã”, considero mal empregado. Quanto a sua vestimenta roqueira, seu estilo é modesto, em nenhum momento ele se parece com um roqueiro, na verdade dos 3 ele é justamente o que não se parece e foi generalizado devido aos outros (fui ao Loop Session), Minha opinião é de tudo RETEI O QUE É BOM!!! E sempre pedir o discernimento a Deus onde temos dúvida, Ele nos trará clareamento a Luz de Sua palavra, assim como muito foi exposto acima. Deus nos abençoe nesses últimos dias desse mundo e que nada disso nos impeça de entrar no Céu!!!

  • Dannie Migs

    Olá querida irmã autora deste texto. Obrigada por ter escrito. Está mesmo na hora de a igreja acordar para o que está acontecendo. Sobre o trecho “mas se exalta quando Gonçalves, uma espécie de galã do universo adventista sobe ao palco-púlpito.” tenha certeza que é absolutamente verdadeiro… Eu já havia ouvido falar nisso e infelizmente até presenciei quando estava em um Campori… As garotas gritando “lindo”, “gato”, dentre outras coisas que não vale à pena mencionar… E o mesmo aconteceu com a Laura Morena, aí os caras também gritavam… c.c Que nojo!!! Isso não é nada espiritual!! É ofensivo a Deus e também a nós, que estávamos lá para ter um encontro com Ele…

  • Jefferson Ribeiro

    “E fala demais por não ter nada a dizer…”

  • Ari Dias

    Só temos que ter em mente uma coisa: Deus nos mandou ser sal e luz – e isso quer dizer se misturar as pessoas, sem imitar-lhes nas suas obras como Jesus fazia, Deus é amor e busca alcançar a todos para a salvação, mas . . . DEUS NÃO NEGOCIA COM PRINCIPIOS.

  • Ari Dias

    É de se esperar que muitos não concordem com o que foi escrito acima, usando até de argumentos intelectuais para tal, haja visto a popularidade do cantor em questão. Mas o que está escrito, está. Não há texto fora do contexto, não há contradiçoes no argumento. Há embasamento biblico, e portanto embasamento do Espirito de Profecia, que só corrobora o que a Biblia afirma, pois Ellen White jamais criou alguma doutrina nova.

  • Jose lima

    Incrível que perdi meu tempo lendo este Post. Quanta hipocrisia que existem no ego dos adventistas é por isso que seus jovens estão em outras igrejas e ouvindo as músicas que são de outras igrejas… perdem tempo com algo que não edifica em nada em discutir e falar de padrões feitos a seculos atrás…. Com isso nossos jovens continuam a sair da igreja adventista. E fora isso o tempo que se perdeu elaborando este post, ha quantas pessoas você falaria do amor de Deus??… Foque mais no amor de Deus, não julgues e Deus terá misericordia de vocês no dia final….. sem mais…

  • Oscar Torres

    Sou cristão, católico, músico , por sinal podem ouvir um pouco do meu trabalho no YouTube! Procura por “Oscar Torres-Deus de Abraão”.
    Sobre o oficina nao tenho muito o que opnar…não curto muito o som deles. Mas em relação ao Leonardo Gonçalves , vejo que ele possui músicas profundas que falam sobre o mistério da cruz. Sobre a glória da ressurreição.
    Sem dúvidas, ele evangeliza pelo amor que o senhor inspirou no seu coração. Amor, que não existe pra fazer regras, mas regras que nos ajudam a caminhar no amor.
    ” que nossa fé não sejam hinos, apenas notas em canções “.
    (Leonardo Gonçalves)

    O amor me explicou tudo.
    (João Paulo II )

  • Julia Soares Macedo

    O rock vem fazendo o bem desde seu surgimento. Inclusive tendo em suas raízes a música gospel. Combateu ainda no seu surgimento a distinção racial entre negros e brancos, segregação que existiu graças ao apoio dos nobres cristãos. O Rock já fez mais bem pela humanidade nos últimos 20 anos do que a igreja adventista ou qualquer outra igreja já tenham feito em toda sua existência.

    Diferente de qualquer religioso, rockeiros não se moldam a porta do céu. São todos responsáveis pelos seus atos ainda aqui na Terra. Não cometem pecados na segunda sabendo que no sábado serão perdoados depois do culto matinal.

  • João Batista Kzam Gama

    O Rock nunca foi a “música do diabo” e nem foi criado por ele(afinal, ele não cria nada).Apenas o diabo utiliza o que ele QUER, inclusive a música gospel e alguns pastores que em seus pulpitos sensacionalistas e alarmistas demonizam tudo o que não se alinha com “seu gosto”.E daí se alguns indivíduos não convertidos jogam suas “calcinhas ou cuecas” sobre nossos cantores?O verdadeiro membro do corpo de Cristo não fará isso(mesmo que esteja neste ambiente) para ver Leonardo Gonçalves(e não os outros “astros”).Não se enganem com este sensacionalismo barato de pessoas que querem denegrir determinados estilos musicais.Concordo com a questão de que determinados estilos não tem lugar em nossas igrejas(o que não é o caso discutido aqui).Não existe o tal “estilo de música sacra adventista”.Como bem disse um comentarista abaixo, o hinário está cheio de “estilo” americano, europeu e alemão.O verdadeiro estilo brasileiro tem a ver com um caldeirão singular dada a variedade étnica e religiosa de nosso país continental…..temos uma diversidade transcultural única e riquíssima.Graças a Deus a cantores como Leonardo Gonçalves, Ana Caram e João Alexandre Silveira por serem legítimos representantes de nossa cultura tão festejada no MUNDO.E é preciso pregar a mensagem ao mundo e então virá o FIM.Não se enganem pois dentro de nossas igrejas existem osZqueus e Raabes da vida.Qualquer um que for menor que esses está debaixo do reino da graça.A principal função do Adventista é focar tudo no Sacrifício salvífico de Jesus.Estilos de músicas e questões transculturais(roupa, comida, atitudes,etc…) não salvarão ninguém por mais depuradas pelo ponto de vista adventista quer queiram ou não.Ninguém será salvo pela dita música religiosa adventista, comida vegana, etc….e nem será condenado por coca-cola, maconha, bebidas alcoólicas ou depravação moral….Seremos condenados se NEGARMOS JESUS e seremos salvos se ACEITARMOS JESUS.O resto, é crescimento na santidade ou abominação concernete a escolha feita por cada um.Pode ter certeza de uma coisa que Ellen White disse: “Deus não se agrada deste tipo de discussão”.No semestre passado estudamos na lição que devemos foar TUDO em JESUS e seu SACRIFÍCIO.Fica a dica.Gosto não se discute, respeita-se.

  • Juliana Porto Teixeira

    Gente…. O mundo não precisa da nossa opinião ou sermão sobre tudo que discordamos. Tem uma classe de santos vaidosos e arrogantes que dá preguiça. Já devo ter feito isso e com essa natureza horrorosa que ainda tenho ainda vou fazer. Claro. Perdão! Deus me socorra! Mas é mórbido o desejo que temos de falar pro mundo que somos bons e corretos fazendo alusão ao pecado dos outros. Quer que eu escreva sobre o que está no título e nas entrelinhas de grande parte dos “textinhos” postados ou coisas afins? Eu sei. Queremos curtidas e comentários de apoio. Aplaudidos e compartilhados. Entrevistados na Veja também, termos um canal com milhares de seguidores no YouTube. Vistos por milhares. Seguidos por milhões… E descobrimos que ser do contra ou ser boca de acusação gera fãs que por sua vez são ávidos por sangue e justiça com as próprias mãos. (Não duvido que isto esteja acontecendo comigo aqui). Mas… Por caridade a nossa alma. Para que não pereçamos no inferno…. lutemos nossas lutas e preguemos a Jesus Cristo e Sua lei. Preguemos a verdade e a justiça do Eterno com temor e tremor por que ela virá sobre todos nós. Duvido que a igreja fosse mais santa se só houvesse nela santas como eu. Duvido que nossa vida seja tão bem escrita e pontuada como nossas postagens no face. Duvido que nossa dieta vegetariana e orgânica exclua o veneno natural da nossa língua tirana. Quem não sabe? Quem não está vendo que acusamos os outros pra ganhar tempo e não perceberem quão toscos nós somos? Falamos de estilo musical, cinema, moda, modinha, coisinhas…. e vamos semeando intrigas, brigas, divisões, acusações…. E o que é pior…. nas redes sociais… Expondo ao mundo nossa cara suja de pecado na frente de um espelho quebrado que mal dá pra discernir a própria feiura. Há quem crie comunidades fechadas pra opinar lá dentro sobre os “erros” dos outros. Assim não cria escândalo. Mas por sí só isto já é um escândalo. Se feche no seu quarto e ore. Se feche no seu mundo e só saia de lá com o rosto brilhando da Glória de Deus. Saia cheio de Deus pra trabalhar, pra abençoar, pra edificar e pra exortar sim, quando receber esse dom, mas sem deixar de se incluir. (Ops! Já estava me excluindo). Amados… Somos todos iguaizinhos. E quando realmente somos diferentes, nem percebemos. É Deus quem percebe. Devíamos fazer como fez Daniel, Homem de Deus em Babilônia, ao orar pelo povo pecador, se incluía e pedia clemência. Dizia: “Senhor TEMOS” cometido pecado contra Ti…” Vamos ler Daniel 9:1-19 e tenhamos a humildade de nos colocar em nosso lugar.
    Nós, “Danieis modernos” não passamos de fariseus com o velho discurso “ainda bem que não sou como este pecador que canta pop rock, que faz apologia ao cinema, esta mulher que veste calça, está que usa maquiagem e pinta unha, estes que comem carne, estes que adulteram, estes que pedem cachê pra cantar, estes que são gays, estes que sairam da igreja….” E a lista segue.., até que termine de peito estufado dizendo “em nome de Jesus”. Que Jesus? Será que olhando pra nossa vida nua e crua tem Jesus? Não responda. Não falemos nem do pecado dos outros e nem da nossa pretensa santidade. Falemos da obra de misericórdia que o Senhor tem insistido em fazer na nossa vida com muito custo. Somos maus e Ele é bom. Somos pó e Ele é Deus. Nossa cara de Santos não O engana. Não se deixa escarnecer. Nem os que pregam a lei e nem os que pregam a graça e exaltam a Cristo estão livres. Todos, todos, sem exceção não sabemos nada, não podemos nada. Falamos bonito como os amigos de Jó, mas é tudo asneira. A única coisa certa é: “onde abundou o pecado super abundou a graça de Deus.” “Cale-se diante dEle toda a boca.” O mundo verá em nós o que nem eles saberão explicar o que é… até que concluam: é mistério. É Deus na vida deles. Só pode ser.
    Darleide Alves

  • felipe

    Engraçado um monte de líder e pastor na igreja fazendo tudo que as outras denominações fazem ganhando dinheiro fácil, dominando a mente de muitos e ninguém abre a boca agora um cantor que esta simplesmente cantando o que gosta fazendo o dele e não ta obrigando ninguém a ouvir a musica dele vocês estão erradíssimos deixa o cara em paz seguir a vida dele.

  • Rudimar Ribeiro

    Pra quem já incentivou os cristãos irem ao cinema para assistir um filme cuja música é dele nada me é estranho. vamos orar por este rapaz, ele esta focando muito no terreno e esquecendo a pura revelação de Deus em sua palavra e Espírito de Profecia.

  • Geilsom Alves Maranhão

    Definitivamente o Leonardo não parece um cantor Adventista…

  • anonymous

    Afinal, o que vocês seguem? A bíblia ou espírito de profecia? Qual está “mais correto”? Pois nesse texto achei várias frases bíblicas fora do contexto para defender a idéia do texto acima. E realmente, como vi em alguns comentários aqui, quem sabe o gosto musical de Deus? Ellen White? kkkkkk. Por favor gente, vão ler a bíblia, porque só ela que é a correta. Em salmos 117:1 diz assim : Louvai ao Senhor todas as nações, exaltai-o todos os povos.”
    Sabemos que TODOS OS POVOS tem culturas diferentes e divergentes, logo não poderíamos impor um “padrão musical” ou um estilo único musical. Sendo assim, a idéia de criticar uma pessoa pelo estilo musical que ela canta ou toca está totalmente ERRADA.

  • “Nisso conhecerão que são meus discípulos: se tiverem amor uns pelos outros”
    Faltou um texto bíblico ali.

  • michelle

    Concordo, Angelo Bernardes.

    Pra essa critica ser justa, também deve-se ter conhecimento de Historia da Musica
    assim como Teoria musical. Estou escrevendo essa informação pra que pessoas que possam se confundir com esse texto entendam que ha falhas nos argumentos citados.

    Por exemplo, ele cita o manual da igreja, que critica o rock e o jazz, mas ele
    se focaliza somente no rock.

    Existem hinos no hinário Adventista que tem influencias DIRETAS do jazz (exemplo:
    “Ha um Pais”, “Lugar de Paz”, etc).

    O autor não leva em consideração as razoes culturais pelas quais a comunidade
    adventista dos EUA tem preconceito com o jazz (incluindo o fato de os EUA ter
    sido um pais segregado ate os anos 60, e de a musica jazz ser uma musica de
    origem negra). O jazz tem suas origens nas musicas escravas cantadas nas
    lavouras (de onde surgiu tb o Blues), assim como nas musicas que se cantavam
    nas igrejas negras dos EUA no começo do século 20.

    Isso eh somente um detalhe musical, dentro muitos que poderia citar, que esta deixado de fora dessa discussão.

    Fico triste também de ver que o texto critica a postura publica de Leonardo
    Goncalves no palco por causa da reação das pessoas. Primeiramente, já o vi
    varias vezes ao vivo e o que ele fala e canta edifica. Gostaria que o autor
    tivesse reconhecido uma outra possibilidade para o fato de as pessoas admirarem
    o talento musical de Leonardo Goncalves e Os Arrais:

    Deus criou beleza em tudo, inclusive na musica. Portanto, eh natural que o ser
    humano admire o que eh belo. Admirar uma bela voz ou composição, eh um
    reconhecimento da grandeza de Deus! Assim como admirar a capacidade de um neurocirurgião,
    ou de um jogador de esportes, ou de um violinista professional eh admirar algo
    que vem de Deus.

    Ha tantos argumentos que o autor não abordou (como o fato de que Deus aceitou o
    louvor de Davi—apesar de a multidão ter se exaltado e de ele ter sido criticado por sua esposa por conta de sua postura publica quando dançou e tirou as roupas… diga-se de passagem que
    postura de LG e Arrais fica bem a desejar em relação aa essa descrição bíblica),
    que sinto que esse texto não esclarece a questão da musica na igreja, mas pelo
    contrario, cria mais confusão, infelizmente.

    Que Deus seja louvado e que LG e Os Arrais continuem usando a capacidade que
    Deus lhes deu pra engrandecer o nome dEle pelo mundo. E que ate mesmo a revista
    Veja fale do assunto.

  • Jônathas Sant’Ana

    Como você me pareceu realmente preocupada com as questões
    abordadas por você, senti que talvez devesse responder ponto por ponto – coisa
    que não faria se sentisse traços de doutrinas perfeccionismo ou
    sensacionalismo.

    Vamos lá:

    1) O texto de Ezequiel 44:8 está falando especificamente de
    serviços do santuário que tinham a ver com expiação de pecados e coisas com as
    quais as leis dadas por Deus a Israel eram bem específicas e rigorosas. Havia
    inclusive uma linhagem especifica de israelitas para lidar com o Santuário.

    O uso desse texto para se referir ao ocorrido é
    problemático, no sentido de que ele simplesmente NÃO se aplica à situação.

    Sobre o texto de Ellen White, é importante destacar que uma
    frase foi (deliberadamente ou não) suprimida do trecho, que é a frase inicial:
    “Não é seguro para os obreiros do Senhor tomarem parte em divertimentos
    mundanos. A associação com as coisas do mundo no setor musical…”.

    O texto está obviamente tratando de divertimentos com música secular, não se
    aplica à contratação de profissionais não cristãos para se trabalhar com. Me
    assusta pensar num grupo que diz acreditar que deve pregar a mensagem ao mundo,
    excluir do seu círculo profissional bons músicos conhecidos seus só por não
    partilharem a mesma crença. Soa separatista, preconceituoso e não, não tem nada
    a ver com o que a Irmã White está falando no texto.

    2) Parece-me extremamente problemático colocar a culpa da
    reação do público no cantor.

    O seu argumento sobre músicas que provocam excitamento não é válido uma vez que
    a própria matéria faz questão de ressaltar que o “público canta baixinho para
    não atrapalhar a concentração dos cantores” e isso não é o tipo de reação que
    se espera de um público excitado pela música sendo tocada – é só assistir algum
    vídeo de qualquer show de música secular. A matéria deixa claro que o público
    ovaciona o cantor quando ele sobe no palco e não é preciso pensar muito para
    constatar que esse é um problema do público e não do próprio cantor. Eu tive a
    oportunidade de conhecer o Leonardo Gonçalves brevemente e já ouvi relatos de
    outras pessoas e posso afirmar com conhecimento de causa que, se tem alguém que
    NÃO fomenta esse tipo de reação ao ego é ele. Isso inclusive o irrita e até
    alguns anos atrás, antes de se tornar mais conhecido, ele reagia negativamente
    a reações assim do público. Infelizmente, chega uma hora que não dá pra ficar reagindo
    negativamente ao seu público sem parecer que está sendo “estrelinha” ou criar
    uma resistência desnecessária, e acho que ele percebeu isso.

    Eu confesso que ri quando li a frase “espécie de galã
    adventista”. Não faz sentido essa frase.

    3) Não sei qual seu objetivo com esse item. Não quero entrar
    aqui na discussão sobre o rock, embora eu considere problemática essa
    declaração categórica feita por ele. Mas prefiro não entrar nesse assunto.

    Agora, se a intenção é sugerir que o Leonardo Gonçalves e Os Arrais, que são os
    adventistas mencionados na matéria, é coloca-los no pacote do “rock’n roll”…
    Bem, não se encaixa. Oficina G3, Rosa de Saron, são bandas de rock sim. Mas os adventistas
    da matéria podem até flertar com algo que pareça ser um pop rock pra alguns,
    mas os autores do texto da Veja estão CLARAMENTE equivocados tanto no uso do
    termo “rock” quanto no uso do termo “indie” para defini-los.

    De uma forma ou de outra, considero as vezes algumas declarações do Manual problemáticas quando vamos dar uma olhada no repertório do nosso Hinário oficial…

    4) Enxergo a declaração do Leonardo apenas como uma
    constatação e muito óbvia por sinal. Ele está simplesmente dizendo que esses
    estilos estão mais comuns na música evangélica brasileira por que nem todos
    perdem seus traços culturais na hora da conversão.

    Mas acho também complexo usar os textos que você usou para
    defender que os traços culturais simplesmente desaparecem da pessoa. Cristo
    transforma o coração, de onde vem a adoração, mas é complexo afirmar que todos
    os seus traços e gostos culturais simplesmente desaparecem quando você
    converte. Isso principalmente se você levar em consideração a própria Bíblia.
    Os livros mais antigos do Velho Testamento são claramente influenciados pela
    cultura mesopotâmica e egípcia, há provérbios egípcios no livro de provérbios,
    os livros dos profetas do exílio babilônico sofreram clara influência da
    literatura babilônica. Claro, isso não significa que os autores partilhavam dos
    costumes pecaminosos e idólatras dessas nações, mas os traços culturais são
    inerentes do ser humano e a diversidade é algo colocado em nós pelo próprio
    Deus.

    A Igreja está obviamente correta em afirmar que “Os hábitos e a cultura não são
    guias suficientes na escolha da música.”, mas isso não significa que a posição
    oficial da igreja seja a eliminação dos traços culturais das igrejas. Prova
    disso são os coros internacionais vistos na Conferência Geral, que são marcados
    pela diversidade cultural da IASD ao redor do mundo.

    5) O mesmo que eu disse no item 3 se aplica aqui. Se o
    Leonardo Gonçalves e Os Arrais estão descritos nesse excerto da matéria,
    obviamente os autores estão equivocados. Por favor, gente, o Leonardo está de
    terno e gravata em seu DVD princípios, e parece um cara absolutamente normal de
    jeans e camiseta na foto da reportagem.

    Os textos da irmã White utilizados são extremamente pertinentes principalmente
    nos dias de hoje, mas me pergunto se a leitura cultural que fazemos do que ela
    diz tanto sobre vestuário, quanto sobre música não está extremamente apegada
    aos aspectos superficiais desses itens.

    Parece que simplesmente pegamos as citações e adaptamos ao
    nosso ponto de vista – seja pra defender ou para condenar – e esquecemos de
    aplicar isso na nossa própria vida.

    Errados ou não, tanto Os Arrais quanto Leonardo Gonçalves são artistas cristãos
    que escolhem a dedo seu repertório e tomam o devido cuidado com a teologia profunda
    e pertinente apresentada nas letras deles, que são letras que pregam doutrinas
    que inclusive distinguem a igreja Adventista de outras – as pessoas de outras
    religiões estão tendo contato com músicas que falam do sábado, do estado do
    homem na morte, de adoração e do retorno visível e literal de Cristo de uma
    forma que só nós adventistas pregamos.

    A linha entre o zelo pela adoração excelente e o julgamento involuntário, mas
    ainda assim problemático, é tão tênue que eu temo mais pela minha salvação
    quando eu tento julgar a partir de interpretações muitas vezes simplistas dos
    textos bíblicos e do Espírito de Profecia a intenção e as obras dos nossos
    músicos do que quando eu as vezes me pergunto se estou fazendo/ouvindo a música
    certa.

    Se adoramos em Espírito e em Verdade, por mais que seja sim
    importante, o estilo de música importa muito, MUITO menos do que nosso zelo
    cuidado na hora de tentar interpretar o que os artistas cristãos estão dizendo/fazendo.
    Ficamos tão preocupados com nossos próprios membros e como ELES estão fazendo o
    Evangelho ser conhecido, que esquecemos nós mesmos de fazer o que eles estão fazendo
    e nós também deveríamos estar.

  • Jumara Martins

    Este assunto é muito debatido na igreja e foi muito bem argumentado

    A reportagem diz que o rock vem tomando conta das igrejas evangélicas, Leonardo e os Arrais fazem rock, a igreja diz que as musicas não devem ser em melodias de rock e jazz, porém a igreja pelo que parece não faz absolutamente nada para impedir que essas melodias sejam tocadas na igreja, Doutrina é definida como um conjunto de princípios que servem de base a um sistema, que pode ser literário, filosófico, político e religioso, mandamentos tem praticamente o mesmo sentido, recomendações está sempre cheio de opiniões e a cultura influencia no tipo de música, e definitivamente o rock surgil nos EUA na década de 50 e a cultura é uma expressão que caracteriza um conjunto de elementos culturais específicos da sociedade de uma nação ou região, então não podemos dizer que o rock é tocado por ser cultura, precisamos buscar sabedoria do Alto pra lidar com este assunto delicado, no mais deixo as palavras de E.G.W.
    “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que não se compram nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o erro pelo seu nome; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que aconteça tudo errado”

  • Ulisses Cunha

    Li a matéria da Veja e o artigo acima e acho que o autor está sendo tendencioso e sensacionalista: no 1) Ele usa o texto de Ezequiel que fala sobre uma ordem EXPRESSA para a reforma do templo e o texto de EGW que fala de associação com o mundo mas ignora que a própria VEJA diz que “Os Arrais gravaram em Nashville, com um produtor de música cristã” No 2) Ele dá a entender que é Leonardo Gonçalves quem dá motivo para que o público se exalte com sua presença. Já fui em apresentações dele ao vivo e posso afirmar que o que ele busca é um clima de espiritualidade e passar uma mensagem completa através das músicas que canta. Não há dúvida que os adoradores de pessoas, os idólatras modernos e aqueles que gostam do oba oba vão assisti-lo como quem vai a um show qualquer, e muitas vezes ele vai em lugares que o público não tem a mínima noção do que seja adoração, mas o que mais o servo de Deus poderia fazer do que ir aonde Deus mandar? 3) neste a VEJA não fala nada da IASD aí o cara usa o manual da igreja, mas quem é que defende o rock na igreja? e como saber se a música x ou y é rock, jazz ou relacionados? (esse assunto especificamente nunca vai se esgotar) 4) Aqui ele próprio coloca palavras no boca de Leonardo Gonçalves mesmo admitindo que não sabe o que ele “quis dizer. 5) O título deste artigo é ” O QUE É QUE A VEJA, LEONARDO GONÇALVES E O ROCK TÊM” e o que diz o item 5 sobre o visual em nada se aplica a Leonardo Gonçalves nem Os Arrais (que são os adventistas da matéria) como se eles fizessem uso das coisas que foram citadas para caracterizar os “roqueiros” quer dizer o cara ignora o fato de ter Oficina g3, Salzband, Rosa de Saron, Rodolfo Abrantes e outros na matéria da VEJA e fala como se tudo fosse a respeito dos nossos cantores. Vale o alerta geral, mas fica parecendo que a intenção foi só a de criticar a postura dos caras, aí o argumento perde a validade. Só acho!

    • Meu Deus! Escreveu tudo o que fiquei com vontade de escrever, só pra registrar rsrs

  • Robson Lopes

    A missão da igreja não é pregar o evangelho a TODOS? Alguém acha que conseguiria chamar a atenção de um jovem “ímpio” cantando “além do céu azul” voz e violão? Pode ser que sim, mas se pelo menos uma alma for salva tendo como “start” um show do Leonardo já valeu a pena, já cumpriu sua missão. Deus se alegrará. Na minha humilde e leiga opinião isso é tão lógico…

  • Rich Glória

    Parece quem cada um aqui quer unicamente provar que está mais certo que o outro… me sinto triste ao ver tanta preocupação focada em uma simples opinião.

  • Erivelton Sodré

    Texto totalmente tendencioso.

  • Brendo Vinicius Santos Macêdo

    Gostei do texto, e concordo com o que foi colocado, creio que Leonardo foi infeliz em alguma forma de se colocar, mas por tudo que já vi da revista VEJA, misericórdia! Não é a revista MAIS CONFIÁVEL do mundo. Ela manipula muito. Mas sim, nós precisamos ter cuidado com várias coisas e SEMPRE seguir o que DEUS quer, o que Ele acha certo e não os homens. Porém, acompanhado toda essa discussão pelas redes sociais, vi muitos irmão, infelizmente, falando coisas horríveis e TOTALMENTE desnecessárias acerca de Leonardo, e até mesmo de outros cantores da nossa igreja, o que me deixou muito triste e com um pensamentos, TODOS precisamos de Deus em todo momento, e que todos erramos em algum momento e precisamos orar e buscar a Deus cada dia mais e mais. Agora só discordei um pouco de uma coisa, acerca da produção que Os Arrais, creio eu que Deus merece sempre o nosso melhor, então para mim não significa muita coisa onde gravaram, quem produziu, para fazer um trabalho que o próprio cantor sinta que fez o seu melhor para Deus primeiramente e consequentemente para alcançar novas pessoas. Fique com Deus Irmão!

  • achei legal o texto, e bem argumentado tambem. mas sendo bem superficial, digo que, na minha opinião, o ritmo não é o mais importante, e sim a mensagem. outro ponto: se há ou não vaidade no coração dos cantores, Léo Gonçalves principalmente, aí ele vai lidar com o criador.
    (essa é a opinião de um ex-cristão/adventista que não frequenta nenhuma igreja. sono, boa noite)

  • Gui Monteiro

    Oro por vcs meus irmãos que deturparam e corromperam a verdade bíblica. Deus os abençoe.

  • Marcelo

    A música gospel do artista em foco, bem como da maioria, que hoje se apresenta nos “palcos” da igreja, não representa em nada a identidade musical Adventista do 7º Dia. Conforme o próprio ídolo disse, sim porque tem fã clube, isso é coisa do mundo evangélico. E do adventismo pós-moderno também que vem invadindo as congregações, principalmente por lideranças dos “jovens” e pastores ligados aos movimentos emergentes apóstatas. Tem exceção?

  • CARLOS ALBERTO FILIU DA SILVA

    O problema da música hoje é um caso sério. E envolve uma pergunta fundamental: A quem queremos agradar? A Deus? Os outros? Ou Nosso gosto musical? Se formos analisar que tipo de música podemos considerar como sendo de louvor a Deus, o que se tem produzido hoje está bem longe desta realidade. Isto porque a grande maioria das músicas produzidas são de cunho humanista. Pouco do que se produz hoje tem como objetivo o louvor e adoração a Deus. Palavras como “Eu vou…”, “Eu sou…”, “Eu quero…”, são exemplos de letras que levam a concentrar os pensamentos no individuo e no que ele pode fazer do que realmente elevar os pensamentos para mais próximo da atmosfera do céu. Os sons estridentes e batuques por sua vez tem cada vez mais levado as pessoas prestarem atenção nos ritmos do que propriamente nos elevar à presença de Deus. A música é um potente instrumento para se alcançar as pessoas, porém, deve-se observar se ela leva as pessoas a mudar de atitude ou se vai levar somente a um momento de extâse ou frenenesi. O fato é que precisamos, urgentemente rever nossos conceitos de música e adoração.

  • Marcelo Luiz Muller

    Cada um responde por si. Ele não disse nada demais. O problema de verdade é que alguns adventistas gostam de polemizar. Ao invés de criar polêmica e escrever um artigo tão longo, que tal orar por si mesmo e pelos outros que você acha que estão errados? Fica a dica!

  • Edvandro Vincensi

    Ellen White ja previu isso em seus livros inspirados por Deus!…que vergonha!!…eu prefiro ficar só com os hinos,que aliás ela também disse que nos ultimas dias seriam deixados de lado..hj vc nao ve mais as pessoas com hinarios, só usam retro projetores…Esses cantores estão fazendo o que o Constantino fez…se converteram em parte..com um pé na religiao e o resto do corpo no mundo..ai começam trazer costumes mundanos pra dentro da igreja…ai vem essas profanaçoes.

  • Gostaria começar com o positivo: o autor se deu o trabalho de fazer uma coleção de dados, fazendo pesquisa com o intuito de se informar e, quem sabe, informar outros. Isso demonstra uma (provável) disposição de aprendizado que é a única forma em que temos condições de crescer. Portanto, meus parabéns por ter investido o que não deve ter sido pouco tempo para escrever o artigo e parabéns por demonstrar a vontade de crescer de maneira informada.

    É neste sentido que espero que o autor entenda a minha crítica quanto ao texto em si: uma tentativa de auxiliar onde, em minha opinião, o autor errou e sugestões para melhorar na próxima vez.

    Tenho a forte impressão de que as pessoas têm confundido informação e conhecimento. Por muito tempo informação e conhecimento têm sido relacionados, pois na época pré-internet e, em especial, pré-Google informação fidedigna era adquirida com bastante investimento de tempo e dedicação, que, geralmente, resultava em pessoas que cresciam em infomação como em capacidade de processar a mesma. No entanto, com o surgimento de buscas praticamente instantâneas e da (ótima) realidade da democratização de informação surgiu algo que era bem menos comum: pessoas com boas informações, mas com pouca e/ou péssima capacidade de processar esta informação. Nunca foi tão fácil descontextualizar informações, uní-las em uma sequência que não passa por qualquer avaliação criteriosa da fonte original e fazer dados “dizerem” o que eles jamais afirmariam ou negariam originalmente. Une-se a isso uma visão pluralista onde consciente ou inconscientemente pessoas consideram que podem equiparar opiniões pessoais com informações e dados estabelecidos e, pronto: temos como resultado uma salada que facilmente será aceita por aqueles que pouco conhecem de uma determinada área de conhecimento. Isso acontece, entre outras razões, por causa das razãos acima-citadas.

    Apesar da boa intenção do autor, este artigo acima é um excelente exemplo do que acabo de explicar. Realmente não tenho tempo de ir item por item, mas qualquer pessoa que já fez um trabalho acadêmico que tenha o mínimo de critério entenderá que teria que refazer este estudo por completo. Se eu citasse textos bíblicos de maneira tão desconexa como o autor o fez seria capaz de provar qualquer coisa na Escrituras Sagradas: “provo” que existe inferno eterno, que os mortos em Cristo irão direto para o céu, que a salvação é pelas obras e não pela graça, que mulher tem que ficar calada na Igreja e que os homens tem que cultuar levantando as mãos para o céu… só para citar alguns exemplos.
    Temos que perder esta cultura de “texto-prova” (proof-texting), pois desconsidera a intenção original do texto por completo. O mesmo foi feito com os textos da irmã Ellen White e de práticas (praxes) e recomendações institucionais. Sugiro que o autor refaça o estudo, agora olhando para cada contexto original de cada texto citado, diferenciando e qualificando as fontes com mais clareza. Vai levar, no mínimo, meses. Eu já fiz isso, o que não significa que as minhas conclusões são corretas ou que teremos as mesmas conclusões. No entanto, é o mínimo exigir este tipo e cautela para iniciar uma conversa séria e embasada.

    Hoje em dia a informação é de fácil acesso, mas a capacidade de manuseá-la de maneira correta ainda exige tempo, dedicação e experiência. Por enquanto não existe substituto para isso, até onde eu saiba.

    Por isso sugiro que o autor continue a sua pesquisa com critérios mais elevados, pois, em minha opinião, ele tem todas as condições para ser um excelente pesquisador.

    Um forte abraço

    • Annik Catunda

      Oi André! Fiquei feliz com seu comentário, pois não o vi como meras críticas, mas como dicas valiosas para futuros trabalhos. Acho que você deve ter lido minha resposta ao Ângelo, ali explico melhor pq fiz o texto do jeito que está, confesso tbm que posso ter falhado com minhas intenções. Contudo não se preocupe, tenho estudado um assunto um pouco mais do coloquei aqui, e se não fiz uma explanagem maior é pq pretendo fazê-la em outro momento. Tenho outros textos sobre adoração publicados aqui no COOLtura, você pode acessá-los (e comentar depois) através dos links abaixo. No mais te agradeço pelas críticas gentis e palavras incentivadoras. Deus te abençoe!

      http://coolturadventista.com/2015/03/18/gosto-e-gosto-cada-um-tem-o-seu-ou-sera-que-nao-uma-perspectiva-crista-adventista-sobre-a-unidade-crista-parte-1/

      http://coolturadventista.com/2015/06/01/adoradores-de-verdade/

      • olá Annik,
        Creio que uma pergunta que possívelmente possa parecer desconexa poderá ajudar a estruturar melhor o pensamento do seu artigo: Qual o seu argumento para que uma mulher possa se manifestar publicamente no contexto de adoração coletiva levando em conta o texto de I Timóteo 2:11-12 e também levando em conta que nós, adventistas, temos uma profetiza?
        Acredito que ao responder esta pergunta questões de conduta e a aplicação de princípios poderão lhe auxiliar a qualificar e analisar os textos que você citou.
        Um forte abraço

  • Vinícius Moraes

    Mateus 7:5 – li toda a reportagem, apesar de achar o Leonardo um coitado, como eu e você, que acha que é grandes coisas, mas não passa de um nada… Ao invés de estarem pesquisando maneiras sutis e elegantes de atingirem de alguma forma o estrelinha, porque não usam essa criatividade para promover o BEM. A única diferença do Sr. Gonçalves para você e eu, é que os erros (pecados) – como queira – dele é público e o seu é secreto. Porém para criticar as atitudes e o que ele parece para fulano ou Ciclano, tira o tronco que esta no seu olho que você enchergará melhor a feupa no ho deste músico, que se com a música dele já salvou 2 almas, já fez a diferença mais do que muitos que lêem isto, inclusive eu.

  • Luiz Barreto Jr.

    Pegando esses textos fora de contexto eu conseguiria enquadrar mais da matada dos artistas da Novo Tempo. Sobre os “sentimentos triviais” nas letras subiria para 99%. Temos letras tão repetitivas que parecem que combinamos não mais que 20 sentenças em diferentes musicas. Deus eu te amo. És meu refúgio. Seu amor me salvou… Repare bem e verão que sai pouco disso.

    O Leonardo não faz rock. Suas roupas e estilo são diferentes de todos os outros, mais formais até que dos Novo Tempo. As letras de seus CDs são verdadeiros estudos bíblicos. O texto acima é superficial, preconceituoso e demonstra claramente a intenção de impor vontades pessoais, escondidas atrás de textos descontextualizados.

  • Mariza Leo

    Moro na California e sou super fa de Leonardo e dos Arrais , acredito sinceramente que Deus tem usado esses jovens para iluminar esse mundo escuro . Gostei do texto e de todas opiniões aqui , fico com os versos bíblicos e profeticos que falam por si sem eliminar ou enfraquecer as formas de interpretação de cada um.

  • Gilson Gehring Junior

    Texto me levou a reflexão sobre minha adoração. Caim e Abel foram adorar a Deus com o melhor que tinham. Particularmente eu acho a oferta de Caim melhor, afinal tinha vegetais. Mas Deus aceitou apenas a adoração de Abel. Pra Deus não importa o que eu particularmente acho, mas sim o que ele pediu.
    Qual era o problema do fogo que Nadabe e Abiú levaram perante Deus? Nenhum, exceto que não era o fogo pedido por Deus!
    É fácil encontrar fragilidades no texto e nos comentários. O difícil é entender e praticar a vontade de Deus.

  • Rafael Fersi

    Quando terminei de ler o artigo, já estava enumerando todos os pontos inconsistente do texto para apontamentos, mas como o Ângelo Bernardes já o fez, em sua maioria pelo menos, vou apenas recomendar que leiam seus comentários, pois fez uma critica muito equilibrada, o que na minha opinião faltou ao autor da crítica.

  • Rodrigo Maciel

    No reino de Deus, quando uma mosca cai em um copo de água pura, não é a mosca que suja a água, mas a água que purifica a mosca. Você conhece o referido cantor? Eu conheço. É o cantor que santifica a música é não a música que santifica o cantor. Você usou diversos textos bíblicos para argumentar, mas estou certo que jamais se sentou para conversar com ele. Você sabe pouco sobre o cara, então pra mim, por melhor que seja o seu texto, ele não tem valor. O dia que você postar algo aqui depois de ter conversado com ele e o conhecido, tvz te de ouvidos.

  • Alceli

    A adoração aceitável por Deus é aquela que foi dada por Deus. No santuário do deserto e no templo de salomão foi o próprio Deus que especificou criteriosamente o que devia ser usado, o que deveria ser feito, o que deveria ser cantado e quem deveria participar. Nada deveria lembrar o mundo, inclusive na música, tanto que no templo de Salomão foi Deus quem ordenou que as mulheres não participassem do coral ( ele era composto somente por homens), isso porque as músicas cantadas pelas mulheres eram as músicas populares e comuns, Deus não queria que isso viesse para a igreja.
    Utilizar rítimos mundanos, que nasceram em meio a cultura de satanás, ainda que com a melhor das intenções, é misturar o santo com o profano.
    Nosso povo precisa estudar mais sobre os efeitos da música sobre a mente e o corpo, e o poder deste instrumento que pode ser uma grande benção ou uma terrível maldição.

  • Allan Dayvison Teixeira

    Os que querem relativizar sempre prestarão um desserviço à causa da
    verdade. São os que nunca pretendem ser duros ou “ofensivos” em seus
    comentários por receio de constrangerem alguém e no mesmo instante
    afirmam buscar o “equilíbrio”…não existem equilíbrio e coerência
    quando nos afastamos do ASSIM DIZ O SENHOR! É assim que ELE disse…e é
    assim que deve ser feito!
    Obrigado pelo excelente artigo Annik Catunda. Deus a abençoe e fortaleça!

  • Audrey Oliveira

    Quem lê entenda (de uma vez por todas). Eles não estão fazendo nada de errado, muito pelo contrário, tem sido uma benção para a vida de muitas pessoas, para o Reino e para a igreja. Por isso a igreja os apoia em seus ministérios.
    http://notanapauta.blogspot.com.br/2015/11/a-conversao-da-musica-pop.html

    http://www.revistaadventista.com.br/blog/2015/11/16/a-musica-que-nao-parou-no-tempo/

  • Otavs

    Nem perdi tempo lendo até o final e também não vou perder tempo te dando argumentos, mas que opinião besta, mesquinha e ignorante a sua. Vá estudar, melhore tuas capacidades intelectivas, teu senso crítico e cuide da tua vida antes de querer formar a opinião alheia com base numa compreensão parcial e tapada das coisas.

    • Otavs

      E não venha a achar que tá sendo “perseguido por causa do Evangelho”. Tá sendo “perseguido” por falar burrice e querer convencer outros dessas burrices.

    • Giovanna Bonilha

      Olá irmão @otavs, tudo bem?
      Pela suas palavras imagino que esteja muito tenso, não sei.
      Mas fique tranquilo irmão. O que é de Deus prospera e o que não é se desfaz. Esse não foi o conselho de Gamaliel? Sigamos também.
      Lembre-se que o espírito manso e de amor é o que devemos, como Cristãos, ter constantemente. Fique com Deus.
      Da sua irmã em Cristo, Giovanna Bonilha.

      • Otavs

        Agradeço pela preocupação, mas vou muito bem. Só me indigna a falta de senso crítico ao escrever algo que notadamente influenciará a opinião de muitos outros. Vi que muita gente criticou o texto com mais paciência e cordialidade do que eu e acho que isso deve ser levado em conta pra se pensar melhor e, eventualmente, ter a humildade de reconhecer que o texto falhou miseravelmente em quaisquer que fossem seus propósitos.

      • Otavs

        O Angelo Bernardes, por ex., escreveu um comentário educado e sensato, expondo as falácias lógico-argumentativas do que foi colocado e o risco de informar mal as pessoas da igreja e, especialmente, as que não são da igreja. Levem em conta.

  • Eraldo Soriano

    Concordo com voce Irma.

  • daniela

    Gente, que elegância as discussões.. Achei massa exporem suas opiniões e respeitarem a dos que divergem. Todos os comentários vieram a agregar no que o texto se propôs. Parabéns aos envolvidos. Ângelo e Matheus, vocês são muito inteligentes, amei os coments de vocês, quero ter vocês como amigos! Rsrs abraços..

  • Henryque Ferreira

    Segundo o Pastor de minha igreja, Leonardo Gonçalves está proibido de cantar em qualquer IASD da América Latina, pelo fato de ter incitado os jovens a irem ao cinema.

  • André Santos Cavalcanti

    Creio que o caro irmão se equivocou em algumas colocações. Muitas frases e textos colocados totalmente fora de contexto para formar uma opinião. Logo no início do comentário li o termo “música adventista”. Mas afinal o que seria música adventista? Quem delimitou este estilo musical? Quais compassos e acordes caracterizam este estilo? Este estilo aceita bateria ou violino? Existe no post muito achismo e pouca fundamentação concreta tanto na área musical quanto na área teológica. O ideal é procurar informar-se profundamente sobre um assunto, ouvindo e lendo os dois lados da moeda, antes de sair emitindo opiniões que apenas servem para criar separação dentro da igreja de Deus. Abç

  • Eron Nemeth

    Sou músico, cristão, amante de todo estilo bom de música e – acima de qualquer coisa – estudioso da cultura musical. Te convido à uma simples reflexão: desde quando a música gospel tem um estilo próprio? O que seria musica gospel? O que a caracteriza senão as letras que retomam o evangelho?

  • Eron Nemeth

    Ah, e eu acho Os Arrais o melhor grupo de música gospel do Brasil na contemporaneidade. Não vejo o menor problema na música deles.

  • André Santos Cavalcanti

    Bem, agora que o kra apareceu no Esquenta e deu um belo testemunho vcs poderiam se tocar e apagar este post. Está ficando feio pra vcs!

    • Giovanna Bonilha

      Olá André Santos Cavalcanti. Tudo bem?
      Concordo com você que o Leonardo Gonçalves deu um belo testemunho, para a honra e glória de Deus, mas não concordo na parte do “está ficando feio pra vcs!”. Por que estaria?
      Esse texto em questão traz uma desconstrução e intertextualidade com a matéria da Revista Veja. Em nenhum momento existe julgamentos. O que me entristece muito é saber que o brasileiro, por não ter o hábito de ler, tão pouco entende sua própria língua. Existe uma enorme diferença entre julgamento e uma argumentação ou crítica. Por que quando falamos de crítica as pessoas entendem como algo ruim??? Por que quando expomos uma análise as pessoas entendem como julgamentos? Uma coisa o Leonardo Gonçalves falou e eu faço das palavras dele as minhas. “Não existe mais diálogo e sim discurso. Ninguém mais consegue entender a visão do outro”. Esse texto e muitos outros textos escritos pelo cooltura têm como objetivo fazer a pessoa buscar, por seu próprio estudo diário com Deus, entender alguns acontecimentos modernos e proféticos. O texto não julgou e nunca julgará o Leonardo Gonçalves, mas traz uma alerta a igreja de Laodiceia sobre música. Afinal, tudo isso está profetizado. “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” Ap 2:7 e eu faço uma paráfrase: quem tem olhos que veja, quem sabe lê que leia, quem tem estudo que estude…

      • André Santos Cavalcanti

        Giovanna, não vale agora tentar amenizar o discurso, elogiar o Leonardo e até pegar carona na sua citação. Também é muito menos válida esta sua tentativa de esconder a verdadeira intenção do texto. Seria muito mais honesto da sua parte dizer que não gosta do Leonardo ao invés de usar como desculpa este falso zelo cristão. Já vi muita gente como você dentro da igreja apontando o dedo para criticar os irmãos e usando como pretexto que estava zelando pela santidade da igreja. Faltou ainda da sua parte humildade para não julgar ou subestimar a inteligência dos leitores. Aproveite o minuto de fama deste blog para rever seus valores porque lhe faltou maturidade para receber entender as críticas em relação ao texto. No seu caso ficou muito claro que sua intenção era fazer um alarde contra um estilo musical que não lhe agrada. E isto é muito fácil de perceber por um simples motivo: pegar um monte de textos fora do contexto é falta de honestidade, falta de inteligência ou pura distorção da verdade. É por isso que existem milhares de religiões no mundo. Pegam a Bíblia e usam textos isolados para firmar um conceito. Este artigo fez a mesma coisa só que usando também o Espírito de Profecia. A divisão do texto mostra claramente as VERDADES ABSOLUTAS que permeiam a mente da autora. Não vi no texto nada do que você falou. Não vi nenhuma construção de pensamento, nenhum incentivo ao debate ou aprofundamento teológico. O texto foi infeliz porque é uma espécie de “feijoada” onde joga-se na panela um monte de textos pinçados no Google, que são divididos em tópicos para soar uma falsa impressão de organização. Recomendo que procurem deixar o debate raso de idéias e aprofundem de verdade os debates, sem pré-julgamentos ou acidez nas respostas. Quem sabe assim este blog irá tornar-se relevante! Abç

        • Giovanna Bonilha

          Oi André, tudo bem de novo?
          Se você leu, realmente, o texto percebeu que eu não sou a autora dele, mas eu conheço muito bem a autora e digo que ela não fez uma pesquisa barata, tão pouco ela foi arrogante. Outra coisa você disse que eu fui desonesta, tive um falso zelo cristão e fui falsa com o Leonardo. Digo que isso não é verdade, pois já gravei trabalhos com o Leonardo Gonçalves, o último foi em 2013 e chama-se “Heroi da Fé”. É um excelente DVD e eu indico muito. Eu já convivi com o Leonardo Gonçalves, eu já fiz trabalhos com ele e sou amiga dos familiares dele. Oro por ele pra que Deus sempre o use, mas, independente de tudo isso, oro pra que ele não ofusque o mais importante. Abertamente não concordo com muita das suas práticas, mas ele é meu irmão em Cristo. Não fui desonesta com minhas palavras ao te escrever, mas você não entendeu nem o que eu escrevi e nem o que a Annik Catunda escreveu. Sugiro que olhe os comentários da Annik Catunda, Matheus Fugita, Ângelo Bernardes e Helder Esteves. Fique com Deus e que não possamos entrar em espírito de discussão. No mais, estou às ordens para uma conversa sadia. Abraços!

  • Nelson Alderete

    Disculpen que escriba en español, dado que hace muchos años no escribo el portugues. Soy Adventista del Séptimo día de cuna y he estado apartado de la iglesia por muchos años. Conozco muy bien esta problemática ya que soy músico desde temprana edad y de formación académica en mi años de estudios universitarios de música. Que pena ver tanto fuego cruzado sin sentido, ya que los factores en común en la mayoría de los disertadores de la discusión abierta tienen una tendencia general a un análisis focalizado y transversal del tema, haciendo incapié en trivialidades descontextualizadas y dejando de lado la naturaleza de la música y la fuente de la Vida Eterna que es JESUS; también se ve una tendencia en la mayoría de los defensores de: “hagamos lo que nos parezca bien y no un: escrito está” hacia la falacia de: “El fin justifica los medios” o “Cuando el fin es lícito los medios también son lícitos”. Muchos sabemos y no es necesario aclarar que si creemos en Jesús como el Creador de todo lo que existe, sabemos que nada fue hecho al azar, por lo tanto sabemos muy bien que la naturaleza aunque caída revela y habla del carácter y del amor de Dios desde los átomos hasta los grandes cúmulos de galaxias en el vasto universo, la naturaleza es un libro que vale la pena ser estudiado en profundidad para conocer a nuestro Creador. Sin ir muy lejos la naturaleza nos revela claramente el camino de la verdad ¿Por que creen que tantas personas no adventistas y muchas ateas hoy en día son vegetarianas?(ver Nutrigenética por Nimer Simeón). La revelación de Dios siempre es progresiva, así lo atestigua la historia del ser humano tras la caída de Adán y Eva, así lo atestigua la historia del pueblo de Israel, así lo atestigua la historia del pueblo adventista del séptimo día; E. de White, la Biblia, y la naturaleza están en armonía plena y el avance de la ciencia de hoy en día nos enseña muchas verdades que ya fueron reveladas por medio del Espíritu de profecía del cual formamos parte muchos de nosotros y al cual muchas veces nos resistimos a obedecer incluyéndome a mi lo digo. Para una discusión bien fundamentada sería necesario exponer muchas cosas que nos son ocultas tras grandes movimientos sociales masivos organizados y financiados post-guerras por grandes corporaciones guíadas por mediums, espíritus y videntes. Pero que si tomamos en cuenta mucho material histórico sobre de todo de EEUU relativo al avance de estos proyectos terminamos comprendiendo la naturaleza de tan obvias y sutiles amenazas a la Fe en Jesús. Estas corporaciones tenían por fin y objetivo destruir al movimiento adventista del séptimo día porque les era un estorbo dentro de sus zapatos, y se trabajó muy bien en forma paralela por medio del ecumenismo (iniciado por “protestantes” luego que el vaticano lograra su hazaña de retomar poder 1929), luego apareció la era del rock y de la droga(década del ’60), gracias a los resultados optimistas del proyecto mk-ultra, sin más la fusión de géneros musicales, el pluralismo y el cada vez más acelerado proceso de degradación moral masivo y mundial (moda, pornografía, entretenimiento electrónico) hasta la llegada de internet en la década de los ’90. Me estoy saltando muchísimos datos más relacionados a cambios en las leyes gubernamentales al servicio del NWO, el protestantismo unido al proletariado, sindicatos y vaticano para afianzar el domingo como dia de descanso y día de la familia obligatorio, acentuándose todo esto desde el 2010 hasta la actualidad. No quiero abundar en detalles, ni en fuentes, ya que estos temas tratan de pasar desapercibidos y bien que son dirigidos por satanás a través del bien conocido New World Order (NWO) y de eso hay mucho material escrito y testimonial para estudiar(Ver Walter Veith). Por otro lado hay fundamentos bien nítidos y claros en sobrados y replicados experimentos con las plantas y los distintos géneros de música, donde queda bien definido en los resultados el porque las plantas sienten un rechazo total hacia la música rock (y otros géneros también), pero no hacia la música clásica (y otros géneros también). No menos interesante es el análisis cualitativo y psicoacústico referido a esta investigación, la fundamentación física basada en los armónicos (percepción de armonía v.s. no armonía, escalas, etc.), las composiciones más antiguas que están basadas en las leyes extraídas de la misma naturaleza que Dios creó, por mencionar algunas las proporciones aúreas y la serie de Fibonacci. Sin extenderme más digo claramente si Dios hubiera visto necesario escribir que tipo de música le agrada lo hubiera hecho, sin embargo nos dejó INTELIGENCIA, CREATIVIDAD, RAZOCINIO y demasiadas pistas en la naturaleza y en su palabra para que investiguemos cual es la verdad en toda la profundidad del tema y para los que no son adventistas del séptimo día les dejo como broche de ORO pare concluir: el SABADO fue un día de descanso, bendecido y santificado, en el descansó nuestro Salvador de todas sus obras en la creación y de todas sus obras en la recreación pero esta última compartiendo nuestra naturaleza caída, el nos creó y recreo, nos dio descanso y reposo, nos dio santidad y un nombre santo, todo por medio de su sangre a través del testimonio de la cruz donde el se sometió fielmente a la ley de Dios en obediencia perfecta(ver descubrimientos arqueológicos de Ron Wyatt ’80). Cristo nos dió capacidad de amarle sin conocerle físicamente, sin conocerle en su gloria visible, todo por medio de la FE y es por las obras genuinas de la fe, que JESÚS se compadeció de los humildes que le buscan de todo corazón para hacer su voluntad y servirle fielmente, bienaventurados porque ellos serán llamados restauradores de portillos, reparadores de calzada para habitar, edificadores de ruinas antiguas y constructores de cimientos de generación y generación(Isaías 58), hermanos y hermanas Adventistas del Séptimo día si no amamos a nuestro prójimo que le vemos como podremos amar a Dios (1 Juan). Hermanos ortodoxos y trandicionalistas guarden el sábado pero no dejen de abrazar virtualmente y literalmente a nuestro hermano que le gusta el rock y que aún no entiende la voluntad de Dios para su vida claramente, hermano adventista liberal abraza a tu hermano ortodoxo y entiende que es necesario que el aprenda a amar como Jesús lo ama, y sepamos que todos somos de naturaleza caída y pecadores y que todos necesitamos de la divina gracia y perdón de Cristo Jesús nuestro Salvador y que si no acudimos en su ayuda como la serpiente levantada en el desierto seremos destruidos por la peligrosidad y mortandad del veneneo del enemigo de Dios, el pecado. Dios nos bendiga inmensamente a todos y sepan que los días de su venida se acercan muy rápidamente, no dejemos de hablar de su Amor y de su Poder Redentor. En el nombre de Jesús pido por todos sus hijos que luchan para alcanzar salvación!!!

  • Juliana Lima

    Annik, boa noite! Seus artigos são muito bons e coerentes. Conheci
    alguns dos seus artigos ao pesquisar sobre o Hinário Adventista e fiquei
    encantada ao perceber como Deus tem conduzido você a escrever sobre
    assuntos de suma importância para todos nós. Tivemos nesse final de
    semana um encontro de Líderes e Oficiais (ELO) da nossa igreja em
    Imperatriz Maranhão, e na oficina de música que participei tive a
    oportunidade de indicar seus textos e a página Cooltura Adventista. Que o
    Senhor Jesus continue abençoando você e tudo o que você escreve. Um
    grande abraço!!

    • Annik Catunda

      Oi Juliana! Fiquei extremamente feliz com sua mensagem. Glórias a Deus por Ele poder nos usar em Seu serviço, levando preciosas mensagens para este tempo. Muito obrigada por ter lido alguns de nossos textos e tê-los recomendado. Espero que mais pessoas possam ser abençoadas pelo site. Peço que ore por nossa equipe e continue nos acompanhando. Deus te abençoe a a seu trabalho! 😉

  • Pedroo Nii-chan

    minguém pois vos julgue porcausa de comida ou bebida,ou dia de festa,ou lua nova ou sábados.
    poruqe tudo isso tem sido sombra das coisas que haveriam de vir porém o corpo é de Cristo.
    ninguém se faça àrbitro contra vos outros,pretextando humildde e culto dos anjos baseando-se em visões.enfatuado,sem motivo algum,n sua mente carnal,
    e não retendo a cabeça,da qual todo corpo,suprido e bem vinculado por suas junts e ligamentos,cresce o crescimento que proém de Deus.
    colossenses 2:16-19

    finalmente irmãos tudo que é verdadeir,tudo que é respeitável,tudo o que é justo, rudo que é puro, tudo que é amável,tudo que é de boa fama, (se ‘há alguma virtude e se algum louvor existe) seja isso que ocupe vosso pensamento

  • Minha participação se resume a esse tipo de cântico. Gostem ou não, acredito que há mais louvor e adoração do que se vê dentro das nossas igrejas e se ouve na Novo Tempo.

    Me desculpem os entendidos e defensores do que quer que seja.

    Abraços e a Deus toda honra e glória.

    https://www.youtube.com/watch?v=0JvCmvlm-Qg