Adoradores… de verdade

Adoração tem se tornado um tema muito polêmico.

Aliás, polêmico, controverso e, muitas vezes, evitado talvez sejam adjetivos mais abrangentes para caracterizar esse assunto. Mas isso não deveria ser uma grande surpresa para os adventistas, pois sabe-se que a adoração encontra-se no centro do grande conflito pelo qual passamos. O que torna-se surpreendente, pelo menos para mim, é que tal conceito tenha sido tão relativizado entre nosso povo, e até banalizado por alguns.

Para uns, adoração é bater palmas, levantar as mãos (em oração para alcançar o trono e lá lá lá, #QuemLêEntenda), expressar fisionomias  de choro ou de dor, repetir várias e várias vezes a mesma frase, pular (transe!?), etc. Para outros, adorar é apenas ir à igreja no Sábado pela manhã, entregar os dízimos (ofertas pra quê né!?), participar de todo o ritual litúrgico, e pronto! Não precisa fazer mais nada. No entanto, o que faz haver essa grande diferença de ideias é que, para a grande maioria, o que importa mesmo são o coração e a sinceridade do adorador, logo, formas e formalidade são dispensáveis e relativas.

Mas, será que deveria ser mesmo assim? Será que apenas a sinceridade do coração humano basta como senso de certo e errado no quesito adoração?
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