Será isto um “Dejavu” coletivo?

O povo de Israel queria um rei. Esse desejo de ter um líder começou lá com Gideão (cf. Jz 8:22). Ele, no entanto, reconheceu Aquele que dominava tudo na terra e no céu: “Nem eu nem meu filho reinaremos sobre vós, mas o Senhor reinará sobre vós.”(Jz 8:23). É notório a vontade que Israel tinha, contudo, surge a pergunta: por que o povo escolhido por Deus queria um rei mesmo? Continuar lendo

Quando Ele muda de opinião

Quem você procura quando quer um conselho? Talvez a resposta desta pergunta dependa da situação, no entanto, numa boa parte dos casos, nós buscamos conselhos de pessoas que concordam conosco. Não?

Infelizmente, o ser humano confunde um conselheiro com um confessionário. Ambos vão te ouvir, mas o bom conselheiro é aquele que não necessariamente vai concordar sempre com você, na verdade, o melhor conselheiro é aquele que não vai esconder a verdade mesmo que ela seja difícil de ouvir. Continuar lendo

O megafone

O megafone é um aparelho que amplia o som. Uma pessoa pode ser ouvida por outra, mesmo que estejam muito distantes, porque esse objeto projeta as ondas sonoras em uma direção específica. Com essa definição, pode-se comparar na forma que Deus Se direciona a nós, a fim de ter uma comunicação com Seu povo. No tempo do povo de Israel, Ele usava o megafone chamado de profeta, para que fosse ampliado a Sua vontade para os homens. Esses megafones não falavam por si mesmos, mas transmitiam a mensagem de Deus. Continuar lendo

“Que sofrência!”

“Que sofrência!”, diria um desavisado que lesse rapidamente o título de nosso estudo semanal sobre a vida profética de Jeremias desta semana. Sofrência é um termo que não pertence a nenhum dicionário da língua portuguesa, por que esta palavra simplesmente não existia há pouco tempo atrás. Porém, devido à grande repercussão popular de um bregão rasgado de uma forma de fazer música, esta palavra ficou em destaque.

Sofrência é, na verdade, um neologismo (ui) da língua portuguesa, formado a partir da junção das palavras “sofrimento” e “carência”, e possui um significado similar ao da expressão popular “dor de cotovelo”. Mas, nessa semana, o que estudamos sobre Jeremias se assemelha a uma “dor de cotovelo”? Vamos um pouco mais profundo que isso? Reserve. Continuar lendo

Matando o profeta

A lição dessa semana nos trouxe um tema muito importante, um tema que infelizmente tem se repetido em nossos dias tanto quanto nos dias de Israel. O jovem Jeremias foi chamado por Deus para levar mensagens fortes a um povo desviado. Aliás, precisamos ver a pessoa do profeta não como alguém que simplesmente prevê o futuro, mas, principalmente, como alguém designado por Deus para alertar, repreender e ensinar Seu povo escolhido. Continuar lendo

A corda

Todo mundo sabe o que é uma corda. Mas, ao pensar no que escrever, resolvi ler no dicionário a definição desse objeto, pois gosto muito de ver os significados das palavras. Segundo o Dicionário Online de Português corda é “um conjunto de fios torcidos juntos que formam uma peça resistente de aplicação variada.” Posso dizer que um fio sozinho não é uma corda, tão pouco garante resistência, porém um conjunto de fios podem ser usados para inúmeras coisas. Continuar lendo

ARROGÂNCIA ESPIRITUAL: você sofre desse mal?

Saudações a todos!
No texto de hoje falaremos sobre um assunto pouco falado, mas muito cometido.
Então, sem mais delongas… Aproveitem a leitura!

Certo dia, meu irmão de 9 anos chegou em casa e disse que na segunda-feira não haveria aula pois seria feriado. Como eu não estava lembrada do tal feriado perguntei a ele se a escola havia dito qual era a causa do mesmo. Na mesma hora ele respondeu que a professora dele havia dito que era um feriado em homenagem à uma “imagem do mal” que os católicos adoravam. Fiquei perplexa com tal resposta e exclamei: COMO É QUE É??? Porém, minha sábia mãe (rs) explicou para ele que jamais devemos menosprezar ou até mesmo rir das crenças e religiões dos outros, por mais que tenhamos argumentos bíblicos para sermos contra as práticas religiosas de algumas dessas religões. No entanto, o que mais me surpreendeu nessa história toda foi o fato de meu irmão estudar em uma escola com filosofia adventista, filosofia essa que também preza pela liberdade religiosa. Filosofia essa que eu também sigo. Será que este pequeno fato é somente um fato isolado, ou apenas o reflexo de uma mal que pode estar acometendo os adventistas do sétimo dia?

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Quem é você: O juiz ou a agente de trânsito?

O que o caso da agente da Lei Seca e do juiz João Carlos e a lição da Escola Sabatina dessa semana têm em comum?

Acompanhe a leitura e descubra

Há alguns dias o país entrou em verdadeiro estado de revolta e perplexidade ao saber do caso da agente de trânsito Luciana Tamburini. Para quem não ficou sabendo do caso, em uma noite de fevereiro de 2011, policiais que faziam uma blitz da Lei Seca pararam um carro  sem placa. Os policiais fizeram os procedimentos de praxe. O motorista, o juiz de direito João Carlos Corrêa, estava sem a carteira de habilitação, mas no teste do bafômetro ficou provado que não ingerira álcool. Como o carro e seu condutor trafegavam ilegalmente, os policiais aplicaram a multa devida e iam rebocar o veículo para o depósito, quando o motorista disse que era juiz de direito e que o carro não poderia ser levado. O jovem policial foi até a agente Luciana Tamburini, chefe da blitz, que prontamente disse ao militar: “Ele pode ser juiz, mas juiz não é Deus. Apreendam o carro”. O juiz ouviu o que Luciana dissera e deu-lhe voz de prisão, exigindo que a mesma entrasse no carro da polícia para ser autuada na delegacia. A jovem recusou-se a cumprir a ordem do juiz, mas todos foram parar na delegacia. (Fonte: G1, clique aqui para saber mais sobre o caso).

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