Para quê serve o sal? (comentário sobre a lição da escola sabatina)

O tema da lição desta semana é bem pertinente à era eclesiástica que estamos inseridos e vivenciando. As religiões, há séculos, fazem obras de caridade. Budismo e Espiritismo são os melhores em assistencialismo social. O que difere as religiões, se no fim das contas, o importante é o amor ao próximo? Ghandi estaria certo em não compactuar com o Cristianismo? O que nos difere das demais religiões e denominações cristãs judaicas? Continuar lendo

Restauração do domínio

O autor da lição fez um esquema muito prático e simples de ser entendido. Vejamos o que ele fez:

1- Sábado

Percebi que as introduções das lições são um sumário de tudo aquilo que vai ser discutido durante a semana. Tem três coisas que o autor coloca: como era o Éden; o domínio do santo par no Éden e o êxodo do Éden; e a restauração do Éden.

2- Domingo, “Criado para dominar”

Há uma explicação sobre o que é esse domínio. Nós pensamos como senso comum pensa: “domínio” é algo ruim e nos remete a despotismo. A lição, porém, trata esse assunto com sabedoria. O comentário de Ellen White sobre a lição deixa a pista no terceiro parágrafo da lição de domingo: inteligência, cérebro pensante e autônomo.

Era propósito de Deus que o homem usasse esse domínio (toda a capacidade intelectual) para constantemente aprender sobre Ele e que começasse a pensar e agir como Ele. “Seu caráter seria moldado de acordo com o caráter divino.” (CBA, V. 1, p. 1082). Continuar lendo

Já se ouve o estrondo!

Ao contemplar o magnificente templo de Jerusalém, juntos com os discípulos e estes a falar de sua beleza, Cristo lança uma profecia, com dor no coração, pois uma nação inteira seria condenada. Eles viveriam sob o governo do rei que escolheram para si, Satanás, e esta se tornaria em breve sua realidade.

“Vocês estão vendo tudo isto? “, perguntou ele. “Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas” Mateus 24:2

Sabendo da limitação deles, Jesus mistura a descrição da profecia da destruição de Jerusalém junto com a descrição dos últimos dias. Com certeza, ambas tem uma ligação muito grande. No evangelho de  Lucas, Jesus enuncia um meio de escape para todos aqueles que acreditassem em Sua profecia: “Quando virem Jerusalém rodeada de exércitos… fujam…” Lucas 21:20-22

Profecias não são alardes inúteis, são sinais do que vai acontecer, para que quando chegar a hora, saibamos como escapar dos terríveis acontecimentos. Se temos uma visão de que não devemos estudá-las para não sofrer, se mentimos ao fingir desconhecimento delas ou as ignoramos voluntariamente, já estamos assinando nosso destino. Assim aconteceu com Noé e a profecia do dilúvio, Moisés e o anjo destruidor, Jeremias e a destruição de Jerusalém, Jesus e a segunda destruição de Jerusalém, e não será diferente conosco e o “tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo” Daniel 12:21 Continuar lendo

Como Laís Souza nos ensina sobre vontade – COMENTÁRIO JOVEM SOBRE A LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA

Nos últimos dias, um vídeo da ex-ginásta e esquiadora, Laís Souza, movimentando o braço, foi rapidamente compartilhado pelas mídias digitais e muitos comentários de incentivo e motivação foram dados a ela. Para quem não sabe, há um pouco mais de dois anos, durante os treinos para a prova de esqui aéreo nos jogos olímpicos de inverno em janeiro de 2014, Laís se acidentou gravemente ao se chocar com uma árvore, ficando tetraplégica. Em janeiro deste ano, o Globo Esporte fez uma entrevista com ex-atleta perguntando sobre seus objetivos e sonhos e a resposta foi: “Meu objetivo é andar. Agora, a velocidade com que isso vai acontecer, não tenho como dizer. Tem que ir no dia a dia e tentar não desistir, porque sei que é um problema que vai ser lento para ser resolvido. Tem que ir indo e lutando. Vejo pessoas que estão na cadeira e não fazem nada para sair; não saem de casa, não tentam fazer diferente. Eu quero fazer diferente! Quero voltar a andar. Que seja mexer os braços! É o mínimo que espero”.

Eu gosto muito de fazer analogias, comparar situações diferentes. Então, convido você a pensar junto comigo sobre como a garra e a força de vontade de vencer as consequências de um acidente tem tudo a ver com a lição da escola sabatina (guia de estudo da Bíblia semanal da igreja adventista do sétimo dia) desta semana.

Vamos pensar juntos?

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Quem é você: O juiz ou a agente de trânsito?

O que o caso da agente da Lei Seca e do juiz João Carlos e a lição da Escola Sabatina dessa semana têm em comum?

Acompanhe a leitura e descubra

Há alguns dias o país entrou em verdadeiro estado de revolta e perplexidade ao saber do caso da agente de trânsito Luciana Tamburini. Para quem não ficou sabendo do caso, em uma noite de fevereiro de 2011, policiais que faziam uma blitz da Lei Seca pararam um carro  sem placa. Os policiais fizeram os procedimentos de praxe. O motorista, o juiz de direito João Carlos Corrêa, estava sem a carteira de habilitação, mas no teste do bafômetro ficou provado que não ingerira álcool. Como o carro e seu condutor trafegavam ilegalmente, os policiais aplicaram a multa devida e iam rebocar o veículo para o depósito, quando o motorista disse que era juiz de direito e que o carro não poderia ser levado. O jovem policial foi até a agente Luciana Tamburini, chefe da blitz, que prontamente disse ao militar: “Ele pode ser juiz, mas juiz não é Deus. Apreendam o carro”. O juiz ouviu o que Luciana dissera e deu-lhe voz de prisão, exigindo que a mesma entrasse no carro da polícia para ser autuada na delegacia. A jovem recusou-se a cumprir a ordem do juiz, mas todos foram parar na delegacia. (Fonte: G1, clique aqui para saber mais sobre o caso).

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