Para quê serve o sal? (comentário sobre a lição da escola sabatina)

O tema da lição desta semana é bem pertinente à era eclesiástica que estamos inseridos e vivenciando. As religiões, há séculos, fazem obras de caridade. Budismo e Espiritismo são os melhores em assistencialismo social. O que difere as religiões, se no fim das contas, o importante é o amor ao próximo? Ghandi estaria certo em não compactuar com o Cristianismo? O que nos difere das demais religiões e denominações cristãs judaicas? Continuar lendo

Criados para as boas obras

Conheci o meu esposo pela internet, através do finado Orkut. Morávamos há cerca de 1.500km de distância, e começamos a namorar quando ainda tudo o que tínhamos era o contato virtual. Naquela época não havia Whatsaap, e nem mesmo uma série de facilidades que possuímos hoje. O fato é que comprávamos créditos nas promoções que surgiam, e assim ele me enviava dezenas de mensagens de celular por dia. Para me pedir em namoro, ele precisou utilizar 3 telefones públicos diferentes [é, a situação não era tão cômoda como hoje, {risos}, mas esta história fica para outro dia]. Depois, ele deixou família e amigos em sua terra natal para morar em minha cidade. Mudou-se para lá com apenas uma mochila nas costas, deixando para trás o que tinha de bens materiais também. Somos casados a pouco mais de 7 anos, e este ano completaremos 10 anos de namoro. Em todos estes anos, ele nunca me deu flores. Este ano, nasceu o Ben, nosso filhinho (de quem ele já falou aqui, há algumas semanas atrás). Por algumas vezes, após o almoço ou no meio da manhã, ouvi Marquinhos me dizer “meu bem, vá dormir que eu cuido dele”. Continuar lendo

Como Laís Souza nos ensina sobre vontade – COMENTÁRIO JOVEM SOBRE A LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA

Nos últimos dias, um vídeo da ex-ginásta e esquiadora, Laís Souza, movimentando o braço, foi rapidamente compartilhado pelas mídias digitais e muitos comentários de incentivo e motivação foram dados a ela. Para quem não sabe, há um pouco mais de dois anos, durante os treinos para a prova de esqui aéreo nos jogos olímpicos de inverno em janeiro de 2014, Laís se acidentou gravemente ao se chocar com uma árvore, ficando tetraplégica. Em janeiro deste ano, o Globo Esporte fez uma entrevista com ex-atleta perguntando sobre seus objetivos e sonhos e a resposta foi: “Meu objetivo é andar. Agora, a velocidade com que isso vai acontecer, não tenho como dizer. Tem que ir no dia a dia e tentar não desistir, porque sei que é um problema que vai ser lento para ser resolvido. Tem que ir indo e lutando. Vejo pessoas que estão na cadeira e não fazem nada para sair; não saem de casa, não tentam fazer diferente. Eu quero fazer diferente! Quero voltar a andar. Que seja mexer os braços! É o mínimo que espero”.

Eu gosto muito de fazer analogias, comparar situações diferentes. Então, convido você a pensar junto comigo sobre como a garra e a força de vontade de vencer as consequências de um acidente tem tudo a ver com a lição da escola sabatina (guia de estudo da Bíblia semanal da igreja adventista do sétimo dia) desta semana.

Vamos pensar juntos?

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O Sábio bem o sábio ouve

Gostaria de tratar de um texto que é muitas vezes mal interpretado e que, hoje em dia, tirado de seu contexto, tem servido de pretexto para todo tipo de hábito questionável, principalmente no que diz respeito às formas de entretenimento.

O verso é curto e bastante conhecido: “Examinai tudo. Retende o bem” (1 Tess. 5:21).

O primeiro questionamento é: o que seria o “tudo” a que se refere o texto? A partir desse texto é possível concluir que o crente está autorizado a, por exemplo, ler livros espíritas ou daquele pastor famoso da televisão que tira o demônio, assistir a qualquer filme ou novela, estudar bulas papais, ler livros de magia etc., e depois disso, reter o que julga ser correto? Pode-se experimentar qualquer coisa, desde que ao final se retenha o que é o bem?

Em segundo lugar, o que é “o bem”, que deve ser o nosso objetivo? O bem de que trata o texto é subjetivo, de maneira que depende do julgamento do examinador, ou a Bíblia traz parâmetros objetivos que estabelecem a forma pelo qual se pode “examinar” a fim de encontrar “o bem”. Continuar lendo

Será isto um “Dejavu” coletivo?

O povo de Israel queria um rei. Esse desejo de ter um líder começou lá com Gideão (cf. Jz 8:22). Ele, no entanto, reconheceu Aquele que dominava tudo na terra e no céu: “Nem eu nem meu filho reinaremos sobre vós, mas o Senhor reinará sobre vós.”(Jz 8:23). É notório a vontade que Israel tinha, contudo, surge a pergunta: por que o povo escolhido por Deus queria um rei mesmo? Continuar lendo

A Pressa é Inimiga da Conversão

Um fato contemporâneo amplamente divulgado em diversas redes sociais de adventistas, é que vemos cada vez mais pastores, missionários, obreiros, evangelistas, entre outros do gênero, disputarem praticamente no tapa o batismo de pessoas para as suas respectivas igrejas. Alguns postam ‘selfies’ mostrando auditórios lotados de “ovelhas que voltaram ao redil”, outros postam vídeos desses mesmos fiéis, falando em uníssono, que “são de Jesus”, e ninguém tasca. Recentemente, testemunhei alguns pastores, cantores “oficiais” da igreja (seja lá o que isso for) comemorarem mais de 40 batismos em determinada localidade. “Aham, Cláudia. Senta lá…”. Vamos com calma. Continuar lendo

Capítulo de Hoje: Êxodo 31

Neste capítulo, vemos o chamado de Deus para Bezalel e Aoliabe, para a construção do tabernáculo.

Vemos aqui que Deus chamou Moisés para passar todas as instruções para construir o tabernáculo, mas apontou ajudadores para conduzir a obra. Bezalel era o líder, e Aoliabe era seu assistente. Com certeza, eles tinham experiência prévia e talento, ao que Deus prometeu capacitá-los ainda mais. Assim, estariam habilitados completamente para a obra santa. Deus somente chama pelo nome aqueles a quem pede um serviço especial.

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O Erro na Construção de Igrejas

Certo dia, anunciaram em minha igreja que aquele templo seria demolido e um novo e maior seria construído no local para que fosse “referência e chamasse atenção pelo seu porte e estrutura”. Eu dificilmente fazia observações, nem lembro de antes ter tomado o microfone na frente de toda a igreja para contestar aquilo, mas naquele dia da apresentação do projeto, eu fui contra. E, ao invés de ouvir opiniões, os irmãos e líderes acabam por fechar seus olhos e ouvidos e não percebem que podem estar cometendo um erro.
Hoje, discurso sobre o tal erro. O erro na construção de igrejas.

Mas construir igrejas é errado?
Como assim!?
Leia a seguir e descubra…

O Erro na Construção de Igrejas

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